O som é uma viagem: começa lá atrás, no rock do fim dos anos 60 e começo dos 70 — pensa em Kinks e The Who — e já cola com o groove irresistível do funk e do soul de James Brown e Kool Moe Dee. O lance é que eles sabem misturar tudo sem perder o ritmo, deixando a coisa super dançante. A pegada retrô aparece forte, com pitadas da psicodelia do Velvet Underground e do Pink Floyd da fase Syd Barrett, mas logo se conecta com climas mais modernos, tipo o rock alternativo de My Bloody Valentine e Radiohead. E pra fechar, ainda entram as batidas eletrônicas na linha Beck, Chemical Brothers e Moby. É como se fosse uma festa onde cada época da música tem seu espaço, mas todo mundo dança junto.



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