quinta-feira, 26 de março de 2026

BARATAS DE CHERNOBYL


ÉDEN
FORBA SESC 504

 Formada em agosto de 2014 na efervescente cena de Ceilândia, a Baratas de Chernobyl construiu sua identidade sonora a partir de um repertório autoral fortemente influenciado pelo post-punk oitentista. Com estética marcada por atmosferas densas e melancólicas, o grupo rapidamente ganhou projeção no circuito independente do Distrito Federal.


O reconhecimento veio cedo: a banda venceu o Primeiro Festival de Ceilândia para Brasília, consolidando seu nome na cena local. Desde então, ampliou horizontes ao participar de eventos relevantes, como o DEEPLAND, na capital paulista, e ao integrar as comemorações dos 30 anos de “Carta aos Missionários”, clássico da Uns e Outros.


A presença da Baratas de Chernobyl também se estende à televisão: a faixa “14 de Nisã” foi escolhida como tema de abertura do programa “Distrito Cultural”, exibido pela Rede Globo. Já “Lua Azul” alcançou reconhecimento internacional ao ser indicada na categoria Mejor Baladista Pop pelo Latin Music Awards – Fox Music USA.


Com uma trajetória em constante expansão, a banda já levou seu som a diferentes cidades brasileiras, incluindo Curitiba, São João do Meriti, Rio de Janeiro e São Paulo, reforçando sua presença no cenário alternativo nacional.


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Brazino: o lado B do BRock volta a pulsar nos palcos

Em um cenário onde a nostalgia muitas vezes se limita ao óbvio, a Brazino surge como um sopro de autenticidade — uma banda que escava fundo a memória afetiva do rock nacional para trazer à tona aquilo que ficou fora das playlists fáceis. Não espere os hits saturados: aqui, o convite é outro. É para revisitar o que ficou nas entrelinhas dos anos 80.

Inspirada pela era de ouro do BRock, a Brazino constrói um repertório que passeia por preciosidades esquecidas e faixas que moldaram uma geração longe dos holofotes. Ecos de Gang 90, a estética new wave de Metrô, a ousadia pop de Herva Doce e a energia crua de nomes como Sempre Livre e Civil formam o DNA sonoro do grupo.

Mas reduzir a Brazino a um tributo seria simplificar demais. O projeto se posiciona como um verdadeiro ato de resistência cultural — uma celebração da diversidade, da atitude e da poesia que marcaram a década. Nos palcos, guitarras afiadas, presença visceral e uma curadoria musical afiada transformam cada apresentação em uma experiência quase arqueológica, porém vibrante e contemporânea.

Formada por Bruno Z (vocal), Robson Gomes e Crisanto Reis (guitarras), André Veras (baixo e backing vocal) e Gil Pedro (bateria e backing vocal), a banda entrega mais do que execução técnica: há intenção, há paixão — e, sobretudo, há memória.

Para quem sempre soube que o lado B guarda as melhores histórias, a Brazino é um reencontro. Se você já explorou além de “Olhar 43” do RPM, mergulhou nas fases menos óbvias do Ira! ou buscou as faixas mais profundas da Legião Urbana, aqui há território fértil.

Mais do que revisitar o passado, a Brazino o reconecta ao presente — com urgência, identidade e um respeito raro pela história. Porque o rock nacional dos anos 80 nunca deixou de existir. Só estava esperando quem tivesse coragem de ouvi-lo de verdade novamente.


 

BANDA BRAZINO


 

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