terça-feira, 30 de junho de 2026

SÓ OASIS no Oasis Day do Oasis News!


 

O Oasis Day é iniciativa do Oasis News, um evento que surgiu em 2007 nos quais bandas covers tocavam simultaneamente numa mesma data em diversas cidades do país, com os intuitos de unir fãs locais e celebrar o legado da banda.

O evento acontece majoritariamente em casas de shows e pubs espalhados pelo Brasil (mas já tivemos até no Teatro Amazonas), sempre movimentado pelas bandas.

É uma forma, também, das bandas conseguirem receitas para continuarem com seus trabalhos. Afinal, o Oasis News não ganha nada financeiramente com o evento.

Sobre a edição 2026, será a maior até hoje, com 17 sedes (talvez apareçam mais), e ao longo do mês de junho para dar mais flexibilidade para as bandas. 



É uma grande celebração feita por pessoas que gostam de Oasis como você.

O que surgiu em 2007 como diversão, retorna em 2026 como celebração!

Para atender aos fãs, o Oasis Day 2026 acontecerá em muitas cidades pelo Brasil ao longo de todos os finais de semana de Junho.

O Oasis Day é um evento e uma iniciativa do fã-site Oasis News Brasil que acontece no Brasil com o objetivo de unir fãs locais e celebrar a obra da lendária banda britânica Oasis.



O festival, que surgiu em 2007, é marcado por uma série de shows simultâneos e independentes de bandas covers e tributos em diversas cidades do país. 

 É uma grande mobilização em que casas de shows, pubs e teatros de diferentes estados brasileiros realizam tributos ao Oasis em datas próximas.

 Funciona como um ponto de encontro para os fãs (gerações antigas e novos admiradores) e também como uma vitrine e fonte de renda para as bandas covers continuarem com seus trabalhos. 

 Em anos marcantes, como o 20º aniversário do evento, as celebrações costumam se estender ao longo de vários finais de semana para atender à demanda do público. 

Geralmente, as bandas interessadas em participar realizam um cadastro nos canais oficiais e os ingressos para cada localidade são vendidos através de plataformas de eventos. Projeto que há quase duas décadas se consolidou como o principal ponto de encontro de fãs da banda no Brasil e um dos mais emblemáticos no mundo.

A proposta é reunir apresentações em diferentes cidades do país ao longo de todo o mês de junho, ampliando o alcance da celebração e dando ainda mais espaço para grupos que mantêm vivo o repertório e o legado do Oasis nos palcos brasileiros.

Agora, em 2026, a iniciativa entra em uma nova fase.

Como marca registrada do Oasis News, o Oasis Day™ passa a contar com uma curadoria multidisciplinar mais cuidadosa feita por uma equipe de pessoas envolvidas desde a primeira edição, com foco em organização, padronização e fortalecimento da qualidade dos eventos realizados em nome do projeto.

A edição deste ano acontecerá em todos os finais de semana de junho, justamente para permitir que as bandas tenham mais flexibilidade de agenda e possam negociar suas datas com maior tranquilidade em suas respectivas cidades.

A ideia da organização é viabilizar o maior número possível de eventos pelo Brasil, criando novas oportunidades para que fãs celebrem a história do Oasis ao lado de velhos amigos e, claro, de muita gente que ainda vai aparecer pelo caminho.

A organização reforça que toda a produção local é responsabilidade das próprias bandas e destaca um ponto importante: o Oasis News nunca lucrou com o Oasis Day™ e seguirá assim em 2026. O canal, além de organizador e detentor da marca, servirá como plataforma de divulgação padronizada e uniforme para todas as praças.



O Oasis Day é uma iniciativa do Oasis News, um evento que surgiu em 2007, no qual bandas covers se apresentavam simultaneamente, em uma mesma data, em diversas cidades do país, com o intuito de unir fãs locais e celebrar o legado da banda.

O evento acontece majoritariamente em casas de shows e pubs espalhados pelo Brasil — embora já tenha chegado até o imponente Teatro Amazonas — e é sempre marcado pela energia das bandas participantes. Trata-se também de uma forma de essas bandas conseguirem receitas para dar continuidade aos seus trabalhos, já que o Oasis News não obtém qualquer ganho financeiro com o evento.

A edição de 2026 será a maior até hoje, com 17 sedes confirmadas (e possivelmente mais), distribuídas ao longo de todo o mês de junho, garantindo maior flexibilidade para as bandas. É uma grande celebração feita por pessoas que amam o Oasis, como você. O que nasceu em 2008 como diversão retorna em 2026 como celebração!

Para atender aos fãs, o Oasis Day 2026 acontecerá em diversas cidades brasileiras, em todos os finais de semana de junho. O festival, iniciativa do fã-site Oasis News Brasil, tem como objetivo unir fãs locais e celebrar a obra da lendária banda britânica Oasis.

Desde sua criação em 2007, o evento é marcado por uma série de shows simultâneos e independentes de bandas covers e tributos em várias cidades do país. É uma mobilização grandiosa, em que casas de shows, pubs e teatros de diferentes estados brasileiros realizam tributos ao Oasis em datas próximas. Funciona como ponto de encontro para fãs — tanto das gerações antigas quanto dos novos admiradores — e também como vitrine e fonte de renda para as bandas covers manterem seus trabalhos.

Em anos marcantes, como o 20º aniversário do evento, as celebrações costumam se estender por vários finais de semana, atendendo à demanda do público. Geralmente, as bandas interessadas em participar realizam cadastro nos canais oficiais, e os ingressos de cada localidade são vendidos por meio de plataformas de eventos.

Esse projeto, que há quase duas décadas se consolidou como o principal ponto de encontro de fãs da banda no Brasil — e um dos mais emblemáticos do mundo — tem como proposta reunir apresentações em diferentes cidades ao longo de todo o mês de junho, ampliando o alcance da celebração e dando ainda mais espaço para grupos que mantêm vivo o repertório e o legado do Oasis nos palcos brasileiros.

Agora, em 2026, a iniciativa entra em uma nova fase. Como marca registrada do Oasis News, o Oasis Day™ passa a contar com uma curadoria multidisciplinar mais cuidadosa, realizada por uma equipe envolvida desde a primeira edição, com foco em organização, padronização e fortalecimento da qualidade dos eventos realizados em nome do projeto.

A edição deste ano acontecerá em todos os finais de semana de junho, justamente para permitir que as bandas tenham maior flexibilidade de agenda e possam negociar suas datas com tranquilidade em suas respectivas cidades. A ideia da organização é viabilizar o maior número possível de eventos pelo Brasil, criando novas oportunidades para que fãs celebrem a história do Oasis ao lado de velhos amigos e, claro, de muita gente que ainda vai surgir pelo caminho.

A organização reforça que toda a produção local é responsabilidade das próprias bandas e destaca um ponto essencial: o Oasis News nunca lucrou com o Oasis Day™ e seguirá assim em 2026. O canal, além de organizador e detentor da marca, continuará atuando como plataforma de divulgação padronizada e uniforme para todas as praças.




Barbarella B e o Manifesto Modo B

 Barbarella B e o Manifesto Modo B

O grito da periferia candanga

Se Brasília já foi vendida como “capital do rock”, Ceilândia e suas satélites sempre viveram outra história — menos plástica, mais visceral. O Manifesto Modo B surge como um grito coletivo contra a caretice do pop/rock brasiliense embalado para presente. É a afirmação de que a periferia pulsa, cria e resiste. Fanzines, bares cheios (ou nem tanto), riffs distorcidos e letras que falam da vida real: esse é o DNA de um movimento que não aceita ser reduzido a produto nostálgico dos anos 80.

É nesse caldo cultural que nasce, em 1996, a Barbarella B. Formada por músicos de Ceilândia, a banda é a tradução sonora do manifesto: rock alternativo dançante, garage psicodélico, samba-rock distorcido e soul setentista. Uma mistura que não pede licença, mas ocupa espaço. Suas letras são crônicas urbanas — falam do folclore candango, da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, da truculência policial, das lendas urbanas que moldam a identidade periférica. É música que não foge do conflito, mas o transforma em groove.

Discografia e trajetória

Uma fita demo e três EPs independentes.

Participação na coletânea AMP.SÔNICA (2000), ao lado de onze bandas de todo o país.

Presença em festivais como Cult 22, Ferrock, Modo B e até o Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia.

Shows em casas e bares do DF e entorno, sempre reafirmando sua identidade.

Sonoridade

Imagine os Kinks e os Small Faces atravessando o Eixo Monumental e encontrando o samba-rock dos anos 70. Adicione psicodelia, riffs viajantes e refrões poderosos. O resultado é um powerpop candango, urbano e sincero. Barbarella B não copia — reinventa.


Integrantes

Robson Gomes – guitarra e vocal

Sérgio Passos – guitarra e órgão

Robson Freitas – bateria e percussão

Ulisses França – guitarra, baixo e violão

Thomé de Souza – baixo e vocal


Contexto social e cultural

O Distrito Federal mantém o Plano Piloto como centro do poder, enquanto as cidades-satélites orbitam em sua volta como periferias. Desde sua inauguração, milhares de brasileiros migraram para o DF em busca de oportunidades, mas foram distribuídos segundo o nível socioeconômico, gerando exclusão cultural e falta de investimento em políticas artísticas. Essa condição condenou as satélites a serem cidades-dormitório, mas também trouxe diversidade cultural e demanda por expressão.

Nesse cenário, o Modo B e bandas como a Barbarella B se tornam alternativas de resistência. A arte fortalece o espírito crítico e cria identidade coletiva, enfrentando a massificação cultural e a falsa rebeldia do pop/rock brasiliense. Enquanto muitas bandas buscam ser o “novo Legião” ou o “novo Capital”, Barbarella B reafirma que a verdadeira contestação nasce da periferia, com autenticidade e suor.

Por que importa

Enquanto o mainstream insiste em fabricar “novos ícones”, Barbarella B e o Modo B lembram que a verdadeira rebeldia não vem do Plano Piloto, mas das satélites. É a periferia que mantém vivo o espírito contestador do rock, com autenticidade e resistência.

Se a Rolling Stone tivesse que apontar um símbolo da resistência cultural brasiliense, seria aqui: no som ácido e dançante da Barbarella B, e no manifesto que insiste em dizer que o rock não é só nostalgia — é presente, é luta, é identidade.


BARATAS DE CHERNOBYL - CAPITAL MOTO WEEK - TENDA INSANUS








 

sábado, 27 de junho de 2026

OS SILVAZ — The Smiths Reverence Bar do Kareka

🎶 OS SILVAZ — THE SMITHS REVERENCE 🎶 O tributo definitivo! 💿✨

📅 10/07 — Sexta — 21h 📍 Bar do Kareka — Taguatinga

🔥 DJ Robson Barbarella na discotecagem com muito post-punk, indie e britpop. Uma noite de nostalgia, atitude e energia indie que você não pode perder! 🌙

#TheSmiths #PostPunk #IndieRock #Britpop #OsSilvaz #Taguatinga #Brasília #FestaIndie #NoiteAlternativa #BarDoKareka #SaveTheDate

No dia 10 de julho, o Bar do Kareka recebe uma noite especial dedicada a celebrar o legado de uma das bandas mais influentes da história do rock: OS SILVAZ — The Smiths Reverence, o tributo definitivo aos britânicos que marcaram gerações.

A partir das 21h, o público será transportado para a atmosfera nostálgica e intensa dos anos 80 e 90, com uma apresentação que une fidelidade sonora e atitude indie. O evento contará ainda com a discotecagem de DJ Robson Barbarella, trazendo uma seleção impecável de post-punk, indie rock, britpop e Brazilian wave, garantindo uma experiência musical completa e envolvente.

Mais do que um show, esta é uma celebração da música alternativa e da cultura indie, reunindo fãs apaixonados e curiosos em um espaço que respira autenticidade.

📍 Local: Bar do Kareka — CNF 02, Taguatinga
📅 Data: 10/07 — Sexta-feira — 21h

Uma noite para cantar, dançar e sentir a energia que só o som dos The Smiths pode proporcionar.



🎤✨ Prepare-se para uma noite inesquecível!

No dia 10 de julho, o Bar do Kareka será tomado pela energia única de OS SILVAZ — The Smiths Reverence, o tributo definitivo a uma das bandas mais icônicas da história do rock. Uma celebração intensa e nostálgica, perfeita para quem carrega no coração os versos melancólicos e a atitude irreverente dos The Smiths.

🔥 A festa começa às 21h, com a discotecagem especial de DJ Robson Barbarella, trazendo o melhor do post-punk, indie rock, britpop e até uma pitada da Brazilian wave. É a trilha sonora ideal para uma noite alternativa que promete reunir apaixonados pela música e pela cultura indie.

🌙 Entre riffs marcantes e melodias que atravessam gerações, você vai sentir a atmosfera única que só um tributo bem feito pode proporcionar. É mais que um show: é uma experiência de pertencimento, memória e celebração da música que moldou uma era.

📍 Local: Bar do Kareka — CNF 02, Taguatinga 📅 Data: 10/07 — Sexta-feira — 21h 💿 Entrada livre para quem quer viver essa noite indie!

Não fique de fora dessa viagem sonora — chame os amigos, marque na agenda e venha celebrar!

#TheSmiths #PostPunk #IndieRock #Britpop #BarbarellaB #DJRobsonBarbarella #Taguatinga #Brasília #FestaIndie #NoiteAlternativa #SaveTheDate #BarDoKareka #OsSilvaz #MúsicaBoa #CulturaIndie




 

O grito da periferia candanga - Barbarella B e o Manifesto Modo B

 Barbarella B e o Manifesto Modo B

O grito da periferia candanga

Se Brasília já foi vendida como “capital do rock”, Ceilândia e suas satélites sempre viveram outra história — menos plástica, mais visceral. O Manifesto Modo B surge como um grito coletivo contra a caretice do pop/rock brasiliense embalado para presente. É a afirmação de que a periferia pulsa, cria e resiste. Fanzines, bares cheios (ou nem tanto), riffs distorcidos e letras que falam da vida real: esse é o DNA de um movimento que não aceita ser reduzido a produto nostálgico dos anos 80.

A banda

É nesse caldo cultural que nasce, em 1996, a Barbarella B. Formada por músicos de Ceilândia, a banda é a tradução sonora do manifesto: rock alternativo dançante, garage psicodélico, samba-rock distorcido e soul setentista. Uma mistura que não pede licença, mas ocupa espaço. Suas letras são crônicas urbanas — falam do folclore candango, da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, da truculência policial, das lendas urbanas que moldam a identidade periférica. É música que não foge do conflito, mas o transforma em groove.


Discografia e trajetória

Uma fita demo e três EPs independentes.

Participação na coletânea AMP.SÔNICA (2000), ao lado de onze bandas de todo o país.

Presença em festivais como Cult 22, Ferrock, Modo B e até o Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia.

Shows em casas e bares do DF e entorno, sempre reafirmando sua identidade.


Sonoridade

Imagine os Kinks e os Small Faces atravessando o Eixo Monumental e encontrando o samba-rock dos anos 70. Adicione psicodelia, riffs viajantes e refrões poderosos. O resultado é um powerpop candango, urbano e sincero. Barbarella B não copia — reinventa.


Integrantes

Robson Gomes – guitarra e vocal

Sérgio Passos – guitarra e órgão

Robson Freitas – bateria e percussão

Ulisses França – guitarra, baixo e violão

Thomé de Souza - baixo e vocal


Por que importa

Enquanto o mainstream insiste em fabricar “novos Legiões” e “novos Capitais”, Barbarella B e o Modo B lembram que a verdadeira rebeldia não vem do Plano Piloto, mas das satélites. É a periferia que mantém vivo o espírito contestador do rock, com autenticidade e suor.

Se a Rolling Stone tivesse que apontar um símbolo da resistência cultural brasiliense, seria aqui: no som ácido e dançante da Barbarella B, e no manifesto que insiste em dizer que o rock não é só nostalgia — é presente, é luta, é identidade.


quinta-feira, 25 de junho de 2026

SÓ OASIS - O MELHOR TRIBUTO DA BANDA OASIS DO DISTRITO FEDERAL!


SÓ OASIS - O MELHOR TRIBUTO DA BANDA OASIS DO DISTRITO FEDERAL!

A banda Só Oasis se consolida como o melhor tributo da banda britânica original. Não se preocupam em imitar a banda Oasis e executam as canções com a energia e sinceridade necessária que a obra exige. Injetam intensidade e sentimento no show igualados somente pela banda dos irmãos Gallagher. Não é um desfile de covers, mas um tributo à altura dos grandes clássicos do britpop que ultrapassaram gerações. Apresentam músicas que extrapolam a superficialidade das paradas de sucesso e brindam o público com pérolas do repertório da banda, incluindo lados b's, mas sem deixar de agradar quem vai atrás somente dos hits radiofônicos e deleitando os fãs com canções que só admiradores conhecem, além de surpreender e arrebatar o público que não conhece o repertório. Mergulham fundo na mémória afetiva desenterrando mais do que músicas, mas sentimentos, fúria, lágrimas e amor. 







 A cada banda cover do Oasis que surge a banda Só Oasis se destaca como o melhor tributo feito para a banda de Manchester. Quem for atrás de apenas uma banda cover vai se decepcionar, mas vai ganhar um show com vitalidade, honestidade, calor e deleite que só o rock'n'roll pode proporcionar! A Só Oasis não apenas ocupa o espaço dos tributos — ela o redefine com uma autoridade rara. Em um cenário saturado de covers previsíveis, a banda se ergue como a mais autêntica e visceral celebração do legado de Manchester. Aqui, não há caricatura, nem imitação mecânica: há compreensão profunda, respeito absoluto e, acima de tudo, entrega. O que a Só Oasis faz no palco vai muito além de reproduzir canções — eles reencarnam a alma de uma era. Cada acorde carrega peso, cada refrão explode com a mesma urgência que transformou hinos em eternidade. 


 




 A energia não é ensaiada, é sentida; a sinceridade não é encenada, é vivida. O resultado? Um espetáculo que pulsa com a mesma intensidade crua que consagrou os irmãos Gallagher, mas com identidade própria e paixão transbordante. Não se trata de um desfile de sucessos embalados pela nostalgia fácil. A Só Oasis constrói uma narrativa. Eles transitam com maestria entre os clássicos imortais e as preciosidades escondidas — lados B que os fãs mais devotos reconhecem nos primeiros acordes, enquanto os desavisados são surpreendidos e arrebatados. É um equilíbrio raro: agradar quem veio pelos hits e conquistar quem nem sabia que precisava daquelas músicas. O show é uma viagem emocional completa. Não apenas revisita memórias — escancara sentimentos. Há fúria, há melancolia, há catarse. Há aquele tipo de verdade que só o rock’n’roll, em sua forma mais pura, consegue entregar. É como se cada apresentação cavasse fundo na memória afetiva do público e trouxesse à tona algo maior que música: identidade, tempo e pertencimento. Em meio à infinidade de bandas que tentam revisitar esse legado, a Só Oasis não disputa — ela se destaca, naturalmente, como o tributo definitivo. Quem espera apenas mais uma banda cover pode até se enganar… mas sairá transformado, tendo presenciado algo muito mais poderoso: um espetáculo carregado de vitalidade, honestidade e emoção genuína. A Só Oasis não toca Oasis. Ela faz você sentir Oasis novamente.




BARATAS DE CHERNOBYL - MALALA


 

Quem escreve a sua história? Quem decide quando uma voz deve ser silenciada? É justamente dessas inquietações que nasce "Malala", uma das composições mais contundentes da banda.

Muito além de uma faixa de peso, a música traduz a identidade do grupo: riffs cortantes, intensidade sonora e uma postura artística que transforma o rock em instrumento de reflexão. Em vez de apenas entregar distorção e energia, a banda constrói um manifesto musical contra a opressão, fazendo da arte um espaço de resistência e liberdade.

"Malala" reafirma o compromisso da banda com canções que carregam propósito, mostrando que o rock continua sendo um território de questionamento, coragem e expressão. Cada acorde, cada verso e cada explosão sonora convidam o ouvinte a desafiar o silêncio imposto e a assumir o protagonismo da própria história.

A faixa já está disponível nas principais plataformas de streaming — Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube. Aumente o volume e descubra por que "Malala" é mais do que uma música: é um grito que ecoa muito depois da última nota.

BRUNO Z ENSAIO


 BRUNO Z


A presença de Bruno Z no Tagua Rock simboliza exatamente o propósito do festival: valorizar artistas que constroem suas trajetórias de forma independente e fortalecem a identidade cultural da região. Em um evento que reúne diferentes vertentes do rock autoral, sua apresentação promete ser um dos momentos mais aguardados da programação.

Ao lado de Bruno Z, sobem ao palco as bandas P-40, Podrera, Sonda Mãe, Entrequadras, 5 Generais, Lumen Syndicate, Os Bucho Quebrado e Elfus, formando uma seleção que representa a diversidade e a vitalidade da nova produção musical brasiliense.

Mais do que uma sequência de shows, o Tagua Rock consolidou-se como um movimento de fortalecimento da cultura independente do Distrito Federal. Ao reunir artistas, público, coletivos culturais, arte urbana e iniciativas criativas em um mesmo espaço, o festival reafirma que a música autoral continua sendo uma das expressões mais pulsantes da identidade de Brasília.

No dia 27 de junho, a partir das 14 horas, o Taguaparque será novamente o ponto de encontro para quem acredita na força da criação independente. E entre os destaques desta celebração da música autoral, Bruno Z surge como um dos artistas que melhor representam a capacidade do rock brasiliense de se reinventar sem perder suas raízes.

terça-feira, 23 de junho de 2026

🎸 SÓ OASIS: Uma viagem sonora ao coração do britpop


 🎸 SÓ OASIS: Uma viagem sonora ao coração do britpop

Prepare-se para uma noite de pura intensidade! A banda SÓ OASIS recria com fidelidade e paixão os maiores clássicos e lados B da banda inglesa que redefiniu o rock dos anos 90 e 2000. São mais de duas horas de espetáculo, celebrando hinos que marcaram gerações e resgatando toda a energia explosiva das apresentações originais.

🔥 O show é emoção garantida:

Clássicos inesquecíveis e singles que dominaram as paradas. Lados B que conquistaram os fãs mais fiéis. Uma performance vibrante, cheia de atitude e o “punch” característico do Oasis.

Mais do que nostalgia, o espetáculo da SÓ OASIS é uma experiência transformadora: conquista novos admiradores, emociona quem já viveu a era dourada da banda e oferece uma nova perspectiva até para os críticos mais ferrenhos.



segunda-feira, 22 de junho de 2026

BARBARELLA B

 


BARBARELLA B
30 ANOS!

"Era uma noite quente em Ceilândia. Enquanto o centro de Brasília encerrava mais uma sexta-feira burocrática, um grupo de jovens montava amplificadores em uma praça qualquer. Ali não existiam camarins nem patrocinadores. Existia apenas a necessidade urgente de transformar barulho em arte."








OS SILVAZ - 10/07 - Bar do Kareka


🎶 OS SILVAZ — THE SMITHS REVERENCE 🎶
O tributo definitivo!
💿 Save the date!

📀 Discotecagem: DJ Robson Barbarella
🎧 Post Punk / Indie / Britpop

📅 10/07 — Sexta-feira — 21h
📍 Bar do Kareka
CNF 02 — Taguatinga

Uma noite para celebrar o som e a atitude dos The Smiths, com muita nostalgia e energia indie! 🌙✨

#TheSmiths #PostPunk #IndieRock #Britpop #BarbarellaB #DJRobsonBarbarella #Taguatinga #Brasília #FestaIndie #NoiteAlternativa #SaveTheDate #BarDoKareka #OsSilvaz #MúsicaBoa #CulturaIndie



 

OS SILVAZ NO COVER DAY 20/06/2026





 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Mentes Sem Lembrança — Emo bruto, indie lo-fi e distorção sentimental

 🎸 Mentes Sem Lembrança — Emo bruto, indie lo-fi e distorção sentimental

Formada em 2025 por Miguel (bateria), Liz França (baixo e vocal) e Davi Cecílio (guitarra e vocal), a Mentes Sem Lembrança surge como um suspiro sincero em meio à nova onda do rock triste nacional. Com letras que soam como páginas arrancadas de um diário amassado, a banda mistura a crueza do Midwest emo, a melancolia do chamado "emo caipira", e a energia desajustada do indie rock dos anos 90.

Influenciados por gigantes como Dinosaur Jr., Sonic Youth, Pixies e bandas do submundo sentimental do emo, o trio entrega canções com distorções sujas, vocais viscerais e melodias que flertam com a nostalgia — mas sem cair na armadilha da repetição.

O som da Mentes Sem Lembrança é feito para quem se sente meio fora do lugar, mas encontra abrigo nas guitarras desafinadas, nas linhas de baixo sinceras e nos versos que doem de um jeito bom.

🎤 Barulhento, frágil, honesto e bonito.

A nova cara do emo brasileiro tem sotaque, sentimento e muito barulho pra fazer.

🎸 Release — Mentes Sem Lembrança Entre distorções e melancolia, nasce um novo capítulo do rock alternativo brasileiro

Formada em 2025 por Miguel (bateria), Lizz França (baixo e vocal) e Davi Cecílio (guitarra e vocal), a banda Mentes Sem Lembrança emerge como um sopro sincero e dissonante na cena independente, em meio à onda do chamado rock triste. Mas não se engane: a tristeza aqui não é apatia — é catarse.

Com influências marcantes do indie rock dos anos 90, como Dinosaur Jr, Sonic Youth e Pixies, o trio constrói uma sonoridade crua, ruidosa e emocionalmente carregada. As guitarras sujas e os vocais introspectivos se entrelaçam com a estética do Midwest emo, criando paisagens sonoras que oscilam entre o colapso e a contemplação.

O grupo também bebe da fonte do chamado "emo caipira", vertente brasileira que mistura vulnerabilidade lírica com referências regionais e uma estética lo-fi. O resultado é uma música que soa como diário íntimo — mas com amplificadores no máximo.

Mentes Sem Lembrança não busca respostas fáceis. Suas composições falam de memória, identidade, afeto e ausência — tudo embalado por arranjos que abraçam o ruído como forma de expressão. É música para quem sente demais, para quem ainda acredita que o rock pode ser frágil e feroz ao mesmo tempo.