quinta-feira, 7 de maio de 2026

SÓ OASIS no TOINHA ROCK PUB!

✨ Só Oasis: o tributo definitivo ✨


🔥 SAMAMBAIA, PREPARE-SE PARA UMA NOITE HISTÓRICA! 🔥

A energia do britpop vai tomar conta do TOINHA ROCK PUB com a banda SÓ OASIS trazendo um show intenso, emocionante e cheio de atitude! 🎸✨

Prepare-se para cantar alto os clássicos que marcaram gerações em uma performance vibrante, carregada da atmosfera, da nostalgia e da potência sonora da maior banda britânica dos anos 90! 🌧️🇬🇧

🗓️ Dia 09/05 (sábado)
🕘 21h
📍 TOINHA ROCK PUB
QN 208 CJ C LT 03 — Samambaia Norte

Uma noite para fãs de verdade, com muito rock’n’roll, emoção e aqueles hinos inesquecíveis que atravessaram décadas! 🍻🔥

Chegue cedo e garanta seu lugar!

📲 RESERVAS: (61) 9 8616-5097

Chama a galera, separa a parka e vem viver essa experiência sonora única!

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Prepare o coração e a garganta, porque o espírito de Manchester está chegando em Samambaia! 🇬🇧🎸

A banda Só Oasis invade o Toinha Rock Pub para uma noite memorável, celebrando os hinos que definiram uma geração. Se você é fã de clássicos como Wonderwall, Don't Look Back in Anger e Live Forever, o seu lugar é aqui.

Confira os detalhes para não ficar de fora:

  • Atração: Só Oasis

  • Data: 09/05 (Sábado)

  • Horário: 21h

  • Local: Toinha Rock Pub — QN 208 CJ C LT 03, Samambaia Norte

Prepare-se para uma performance vibrante, cheia de atitude e emoção! Garanta seu ingresso e venha viver essa experiência com a gente.

#SoOasis #OasisCover #ToinhaRockPub #RockBrasilia #SamambaiaNorte #LiveMusic #Britpop



A banda Só Oasis sobe ao palco e entrega muito mais do que um simples tributo. O que se vê é uma celebração viva da obra dos irmãos Gallagher, construída com cuidado e intensidade. Não é um desfile previsível de sucessos embalados pela nostalgia fácil — é uma narrativa pulsante, que transita com maestria entre os clássicos imortais e os lados B que apenas os fãs mais devotos reconhecem nos primeiros acordes. O resultado é raro: agradar quem veio pelos hits e conquistar quem nem sabia que precisava daquelas músicas.

Cada canção é uma viagem emocional completa. Há fúria, melancolia, catarse. Há a verdade crua que só o rock’n’roll, em sua forma mais pura, consegue entregar. O público não revisita apenas memórias — é arrebatado por sentimentos que emergem com força, como se cada acorde cavasse fundo na identidade coletiva de uma geração.




TOINHA ROCK PUB


dia 09/05 (sábado)

21h

QN 208 CJ C LT 03 Samambaia Norte.

Uma performance vibrante, cheia de atitude e emoção!

RESERVAS: 61 9 86165097

Nos intervalos, o lendário set do DJ Robson Barbarella mantém o clima em alta, misturando brasilianices e indie em uma seleção vibrante que faz todo mundo dançar. Sua curadoria musical é o elo perfeito entre os momentos de explosão da banda e os instantes de respiro, mantendo a energia sempre pulsante.

Em meio à infinidade de grupos que tentam revisitar o legado do Oasis, a Só Oasis não disputa espaço — ela se destaca naturalmente como o tributo definitivo. Quem espera apenas mais uma banda cover sai transformado, tendo presenciado algo muito mais poderoso: um espetáculo carregado de vitalidade, honestidade e emoção genuína.


🎸 Só Oasis no Toinha Rock Pub! Prepare-se para uma noite inesquecível com uma performance vibrante, cheia de atitude e emoção! Os maiores clássicos do Oasis ganham vida em um show que vai fazer você cantar e sentir cada acorde.

📍 Toinha Rock Pub 📅 Dia 09/05 (sábado) 🕘 21h 📌 QN 208 CJ C LT 03 – Samambaia Norte

🎟️ Reservas: 61 9 86165097


No universo saturado de tributos ao Oasis, a Só Oasis não compete: ela se destaca. O grupo não se limita a revisitar o legado — ele o reinterpreta, o atualiza, o devolve ao público com vitalidade e honestidade. Quem espera apenas mais uma banda cover descobre algo maior: um espetáculo que transcende a homenagem e se afirma como experiência única, carregada de atitude e emoção.

O resultado é claro: cada show da Só Oasis não apenas revive o Oasis, mas reafirma o poder transformador da música. É rock em estado puro, é catarse coletiva, é poesia elétrica. É, enfim, o tributo definitivo.


🎸 Só Oasis no Toinha Rock Pub! Prepare-se para uma noite inesquecível com uma performance vibrante, cheia de atitude e emoção! Os maiores clássicos do Oasis ganham vida em um show que vai fazer você cantar e sentir cada acorde.

📍 Toinha Rock Pub 📅 Dia 09/05 (sábado) 🕘 21h 📌 QN 208 CJ C LT 03 – Samambaia Norte

🎟️ Reservas: 61 9 86165097

 


Prepare o coração e a garganta, porque o espírito de Manchester está chegando em Samambaia! 🇬🇧🎸

A banda Só Oasis invade o Toinha Rock Pub para uma noite memorável, celebrando os hinos que definiram uma geração. Se você é fã de clássicos como Wonderwall, Don't Look Back in Anger e Live Forever, o seu lugar é aqui.

Confira os detalhes para não ficar de fora:

  • Atração: Só Oasis

  • Data: 09/05 (Sábado)

  • Horário: 21h

  • Local: Toinha Rock Pub — QN 208 CJ C LT 03, Samambaia Norte

Prepare-se para uma performance vibrante, cheia de atitude e emoção! Garanta seu ingresso e venha viver essa experiência com a gente.

#SoOasis #OasisCover #ToinhaRockPub #RockBrasilia #SamambaiaNorte #LiveMusic #Britpop

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Mentes Sem Lembranças


 
Emo bruto, indie lo-fi e distorção sentimental


Formada em 2025 por Miguel (bateria), Liz França (baixo e vocal) e Davi Cecílio (guitarra e vocal), a Mentes Sem Lembrança surge como um suspiro sincero em meio à nova onda do rock triste nacional. 



Com letras que soam como páginas arrancadas de um diário amassado, a banda mistura a crueza do Midwest emo, a melancolia do chamado "emo caipira", e a energia desajustada do indie rock dos anos 90.


Influenciados por gigantes como Dinosaur Jr., Sonic Youth, Pixies e bandas do submundo sentimental do emo, o trio entrega canções com distorções sujas, vocais viscerais e melodias que flertam com a nostalgia — mas sem cair na armadilha da repetição.


O som da Mentes Sem Lembrança é feito para quem se sente meio fora do lugar, mas encontra abrigo nas guitarras desafinadas, nas linhas de baixo sinceras e nos versos que doem de um jeito bom.


🎤 Barulhento, frágil, honesto e bonito.


A nova cara do emo brasileiro tem sotaque, sentimento e muito barulho pra fazer.




Baratas de Chernobyl: o ruído que resiste na periferia

 


                Brasília sempre carregou o mito de ser a “capital do rock”, herança dos anos 80 em que Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial transformaram o Plano Piloto em vitrine nacional. Mas a história não se encerra ali. Nas margens, longe dos holofotes oficiais, Ceilândia ergueu sua própria narrativa sonora. É nesse território periférico, marcado por contradições e pulsante diversidade cultural, que nasceu em 2014 a banda Baratas de Chernobyl — um nome que já anuncia resistência, sobrevivência e urgência.


A gênese e a estética

O grupo surgiu da fusão de músicos vindos de projetos como Nove Milímetros e Satélite Sonoro, consolidando uma formação que hoje reúne Elvis Rutherford (voz), Márcio Vilas Boas (baixo), Ney Corrêa (bateria), Alê Santos (guitarra) e Robson Gomes (guitarra e sintetizador). Suas influências atravessam o oceano: Joy Division, Echo and the Bunnymen, The Cure e The Smiths, mas também dialogam com o rock nacional dos anos 80 — Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Hojerizah, Violeta de Outono. O resultado é um pós-punk sombrio e dançante, que carrega tanto melancolia quanto catarse coletiva.


Projetos e ocupações culturais

Mais do que uma banda, Baratas de Chernobyl se tornou um coletivo cultural. Criaram a produtora BC e foram idealizadores do Ponto de Cultura Unindo Tribos, espaço que abriga ensaios, shows e encontros de artistas independentes. Ali, Ceilândia reafirma sua vocação criativa, mostrando que a periferia não é apenas dormitório, mas também laboratório de arte e contestação.


Entre os projetos, destaca-se o Rock no Cio, lançado no aniversário de Brasília: nove edições mensais no Cio das Artes, reunindo bandas do Distrito Federal e DJs convidados. O objetivo é claro — promover intercâmbio, devolver às bandas independentes o palco e o público, e criar uma cena que não dependa da nostalgia do Plano Piloto.


Reconhecimento e trilhas sonoras

A força autoral da banda já ultrapassou fronteiras locais. Foram selecionados para compor a trilha sonora do filme “Sissi: Insólita Liberdade”, obra de Maurício Carvalho de Sousa que denuncia as fragilidades do sistema judicial brasileiro. O som da Baratas de Chernobyl, carregado de densidade e poesia urbana, dialoga com o drama da protagonista injustamente acusada, reforçando a ideia de que música também é denúncia e resistência.


Além disso, conquistaram o 1º Festival de Música de Ceilândia para Brasília, realizado pela Telrex Eletrônica, e marcaram presença em eventos como o Festival Ferrock e apresentações na Casa do Cantador. Cada show é uma experiência visceral: guitarras cortantes, sintetizadores hipnóticos e letras que falam do cotidiano, da solidão e da luta, transformando a plateia em cúmplice de uma catarse coletiva.


Rock Brasília e a periferização da identidade

O ensaio sobre o rock brasiliense precisa ir além da mitologia dos anos 80. O Plano Piloto cristalizou uma estética que virou produto, mas Ceilândia e outras satélites reivindicam uma identidade própria. O rock da periferia não busca ser “a nova Legião Urbana”; ele traduz contradições reais, tabus e conflitos contemporâneos. É música que nasce da exclusão cultural, da falta de políticas públicas, mas também da potência criativa de quem insiste em existir.


Baratas de Chernobyl simboliza esse movimento. Como baratas em meio à radiação, sobrevivem ao descaso e à invisibilidade, reafirmando que o rock ainda é confronto, ainda é resistência. Seus arranjos não são entretenimento descartável: são ruído necessário, poesia sombria e pulsante que ecoa da Ceilândia para o Brasil.



O mito da “capital do rock” precisa ser desmistificado. Brasília não é apenas o Plano Piloto dos anos 80; é também Ceilândia, Samambaia, Taguatinga. É nas margens que o rock se reinventa, e Baratas de Chernobyl é prova viva disso. A banda não apenas toca: ela cria espaços, projetos, coletivos, trilhas sonoras. É música que se faz ensaio, manifesto e resistência.


Em tempos de massificação cultural, o som da Baratas de Chernobyl lembra que o rock continua sendo uma arma estética e política. E que, mesmo quando tudo parece ruir, há sempre baratas sobrevivendo ao caos — e transformando ruído em arte.



terça-feira, 5 de maio de 2026

BARBARELLA B: O TRANSE URBANO DA PERIFERIA CANDANGA

 

Barbarella B: o transe urbano da periferia candanga

Há bandas que não apenas tocam, mas instauram atmosferas. A Barbarella B, formada em 1996 e hoje quinteto, é dessas raras forças que transformam o palco em ritual e a música em manifesto. Seu nome, inspirado na heroína sensual dos quadrinhos psicodélicos dos anos 60, já anuncia a viagem: ficção científica, delírio pop e contracultura. Mas é no asfalto de Ceilândia que essa ficção encontra coração e voz.

No Rock Periférico, na Casa do Cantador, a banda mostrou por que é uma das mais autênticas da cena independente do Distrito Federal. Com faixas como Incansável Morador de Ceilândia e Trem Fantasma, costuradas por relatos poéticos e letras beatniks, o grupo levou o público a um transe urbano. Cada música foi encenada como pequena peça teatral, onde as dores e os sonhos da periferia se tornaram corpo e discurso. O público não apenas assistiu: participou de um grito coletivo, um chamado de resistência e identidade.

A sonoridade da Barbarella B é um laboratório vivo. Inicialmente power trio, depois quarteto e agora quinteto, incorporando Lizz França, filho do vocalista, no baixo, violão e sintetizador, além de backing vocals harmonicamente incindentais. O grupo faz um rock alternativo dançante que mistura o garage rock dos anos 60, o soul e a black music dos anos 70, R'n'B, o samba-rock nacional e a psicodelia viajante. Um tropicalismo de vanguarda, é um powerpop de refrões ritmados, riffs distorcidos e grooves pesados, que dialoga tanto com Kinks e Small Faces, Jorge Ben e Tim Maia, quanto com o folclore candango. Suas letras falam de cotidiano, lendas urbanas e personagens históricos: da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, a tragédia da construtora Pacheco Fernandes ao caso Mário Eugênio, da truculência da GEB às origens das cidades-satélites ao assassinato de Ana Lídia. Tudo se transforma em mitologia periférica, em arquétipos de conduta moral, em poesia marginal.

Essa fusão de estilos e narrativas faz da Barbarella B uma banda vanguardista, que não se limita a repetir fórmulas, mas reinventa tradições sob um olhar contemporâneo. É rock dançante e ácido, urbano e sincero, que valoriza o autoral e abre espaço para o novo. Não por acaso, a banda não apenas participa de festivais — como Cult 22, Ferrock, Módulo B e Carnarock — mas também organiza e produz eventos, como o Rock na Rua! e Festival Módulo B, além de mostras de fanzines e oficinas, incentivando outras bandas independentes a ocuparem o palco e a cena. Sua trajetória é marcada por coletâneas, EPs e presenças em festivais que consolidam sua relevância nacional, mas é na Ceilândia que sua força se revela mais intensa: como guardiã de uma cultura que insiste em nascer nas margens.

A Barbarella B é mais que música: é performance, é resistência, é celebração da periferia como centro criativo. Sua arte é um convite a dançar e pensar, a sentir e refletir. É a prova de que o rock candango não é apenas sobrevivência, mas invenção — e que das ruas de Ceilândia brota um som capaz de incendiar corpos e consciências.

ROCK NA RUA!



ROCK NA RUA! – A Revolução Começa na Rua

O ROCK NA RUA! nasceu da inquietação e da visão de Robson Gomes, músico da banda Barbarella B, que desde os anos 1990 transformava as ruas em palco. Em frente à sua casa e de amigos, Robson reunia ensaios de sua banda autoral Bloody Clouds e de outros grupos locais, criando um espaço espontâneo de música e convivência. Essa iniciativa pioneira, marcada por sua credibilidade e talento, inspirou diversas tentativas semelhantes, mas nenhuma conseguiu reproduzir o mesmo brilho e força cultural que ele imprimiu.

Em 2004, essa prática informal se formalizou como projeto, consolidando-se sob a bandeira da cooperativa de bandas e artistas das cidades-satélites, o MÓDULO B. O objetivo era claro: enfrentar a crônica falta de espaços para apresentações, dar voz aos artistas independentes e aproximar a música de seu público, promovendo cidadania e inclusão social por meio da cultura.

Objetivos e Impacto
Divulgação dos artistas locais e suas manifestações autorais.
Interação direta com o público, em ambientes informais e acessíveis.
Exercício da cidadania pela cultura, oferecendo lazer e reflexão.
Solidariedade, com arrecadação de agasalhos, alimentos, brinquedos e livros para bibliotecas comunitárias.
Onde Acontece
As apresentações acontecem em espaços abertos e democráticos:
Em frente a casas e quiosques
Nas ruas e praças
A céu aberto, sem cobrança de ingresso
O público é formado por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que se deixam envolver pela energia da música.
Legado
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram tomadas pela força criativa das bandas da MÓDULO B. O ROCK NA RUA!, idealizado e impulsionado por Robson Gomes, é mais que um projeto cultural: é uma revolução sonora e social que continua ecoando.
Fique atento: a revolução pode estar começando numa rua perto de você!
ROCK NA RUA! – A Crônica de Uma Revolução Sonora
Nos anos 1990, quando o concreto das cidades-satélites ainda parecia sufocar os sonhos, um jovem músico chamado Robson Gomes, da banda Barbarella B, ousou abrir as janelas da própria casa e transformar a rua em palco. Ali, em frente às portas de amigos e vizinhos, ecoavam os ensaios da sua banda autoral Bloody Clouds e de outros grupos que compartilhavam a mesma fome de expressão. O som atravessava os muros, misturava-se ao cotidiano e criava uma atmosfera de liberdade.
Não era apenas música: era resistência. Era a afirmação de que a arte não precisa pedir licença para existir. Robson, com sua credibilidade e brilho, deu forma a um movimento que inspirou outros, mas que nunca foi igualado em intensidade e autenticidade. O que começou como encontros informais, em 2004 se consolidou como projeto: nascia oficialmente o ROCK NA RUA!, fruto da inquietação e da força criativa que Robson irradiava, abraçado pela cooperativa de bandas e artistas MÓDULO B.
O ROCK NA RUA! carrega em sua essência a urgência de dar voz aos artistas locais, de aproximar a música de quem caminha distraído pelas ruas, de provocar encontros inesperados entre público e criadores. É um projeto que não apenas apresenta canções, mas também semeia cidadania e solidariedade.

Objetivos e Impacto  
Divulgação dos artistas locais e suas manifestações autorais.
Interação direta com o público, em ambientes informais e acessíveis.
Exercício da cidadania pela cultura, oferecendo lazer e reflexão.
Solidariedade, com arrecadação de agasalhos, alimentos, brinquedos e livros para bibliotecas comunitárias.

Onde Acontece  
As apresentações acontecem em espaços abertos e democráticos:
Em frente a casas e quiosques
Nas ruas e praças
A céu aberto, sem cobrança de ingresso

O público é formado por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que se deixam envolver pela energia da música.

Legado  
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram tomadas pela força criativa das bandas da MÓDULO B. O ROCK NA RUA!, idealizado e impulsionado por Robson Gomes, é mais que um projeto cultural: é uma revolução sonora e social que continua ecoando.

Fique atento: a revolução pode estar começando numa rua perto de você!

ROCK NA RUA! – Memórias de uma Revolução Sonora
Eu me lembro bem. Era início dos anos 90 e as ruas das cidades-satélites pareciam cinzentas, sufocadas pelo concreto. Mas havia algo que insistia em pulsar dentro de mim: a música. Em frente à minha casa, e depois na de amigos, começamos a ensaiar com a Bloody Clouds, minha banda autoral. O som ecoava pelas paredes, atravessava os portões e chamava a atenção dos vizinhos. Logo, outras bandas se juntaram, e a rua virou palco.

Não havia estrutura, não havia patrocínio, não havia nada além da vontade de tocar e de ser ouvido. E foi assim que nasceu a semente do que mais tarde se tornaria o ROCK NA RUA!. Era resistência, era ousadia, era a certeza de que a arte não pede licença para existir.

Os anos passaram, e em 2004 aquilo que começou como encontros informais se transformou em projeto oficial. O que antes era apenas a inquietação de um músico e seus amigos ganhou corpo com a cooperativa de bandas e artistas MÓDULO B. Mas nunca deixei de sentir que o coração do movimento estava lá, naquela primeira guitarra distorcida que ecoou na rua, naquela bateria improvisada que fez os vizinhos abrirem as janelas para ouvir.

Objetivos e Impacto  
O ROCK NA RUA! nasceu para divulgar os artistas locais e suas manifestações autorais.
Para criar interação direta com o público, em ambientes informais e acessíveis.
Para exercer a cidadania pela cultura, oferecendo lazer e reflexão.
E para praticar a solidariedade, arrecadando agasalhos, alimentos, brinquedos e livros destinados a bibliotecas comunitárias.

Onde Acontece  
As apresentações acontecem em espaços abertos e democráticos:
Em frente a casas e quiosques
Nas ruas e praças
A céu aberto, sem cobrança de ingresso

O público é formado por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que se deixam envolver pela energia da música.

Legado  
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram tomadas pela força criativa das bandas da MÓDULO B. O ROCK NA RUA!, idealizado e impulsionado por mim, Robson Gomes, é mais que um projeto cultural: é uma revolução sonora e social que continua ecoando.

Fique atento: a revolução pode estar começando numa rua perto de você!
ROCK NA RUA! – Crônica de um Palco Improvisado
Era uma tarde abafada nos anos 90. O sol queimava o asfalto da cidade-satélite e eu, Robson Gomes, arrastava meu amplificador até a calçada em frente à minha casa. “Vai dar certo”, eu dizia para mim mesmo, enquanto os vizinhos olhavam curiosos. A guitarra da Bloody Clouds começava a soar, e logo a bateria improvisada ecoava como trovão.

— “Robson, vocês vão ensaiar aqui mesmo?” — perguntou um amigo, rindo, já com o baixo pendurado no ombro.
— “Aqui e em qualquer lugar. Se não há palco, a rua é nosso palco.”

E assim foi. As primeiras notas atravessaram os muros, chamaram os vizinhos para fora, atraíram amigos e desconhecidos. A rua virou plateia. A música, resistência. Aquele improviso era mais do que ensaio: era um manifesto.

Nos dias seguintes, outras bandas se juntaram. As casas viraram quiosques sonoros, as esquinas se tornaram arenas. Eu sabia que algo maior estava nascendo. Não era só sobre tocar — era sobre ocupar, sobre existir.

Em 2004, aquilo que começou como rebeldia informal se transformou em projeto oficial. O ROCK NA RUA! ganhava nome, corpo e força com a cooperativa de bandas e artistas MÓDULO B. Mas a essência continuava a mesma: a rua como palco, a música como bandeira, a cultura como arma de cidadania.

Objetivos e Impacto  
O ROCK NA RUA! nasceu para divulgar os artistas locais e suas manifestações autorais.
Para criar interação direta com o público, em ambientes informais e acessíveis.
Para exercer a cidadania pela cultura, oferecendo lazer e reflexão.
E para praticar a solidariedade, arrecadando agasalhos, alimentos, brinquedos e livros destinados a bibliotecas comunitárias.

Onde Acontece  
As apresentações acontecem em espaços abertos e democráticos:
Em frente a casas e quiosques
Nas ruas e praças
A céu aberto, sem cobrança de ingresso

O público é formado por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que se deixam envolver pela energia da música.

Legado  
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram tomadas pela força criativa das bandas da MÓDULO B. O ROCK NA RUA!, idealizado e impulsionado por mim, Robson Gomes, é mais que um projeto cultural: é uma revolução sonora e social que continua ecoando.

Fique atento: a revolução pode estar começando numa rua perto de você!
ROCK NA RUA! – A Rua Virou Palco
Eu me lembro como se fosse ontem. O calor da tarde fazia o asfalto brilhar e as crianças brincavam de bola na rua. Eu arrastava o amplificador até a calçada, enquanto o vizinho, curioso, espiava por cima do muro.

— “Robson, vai fazer barulho de novo?” — ele perguntou, meio rindo, meio desconfiado.
— “Não é barulho, é música. E hoje a rua vai ser palco.”

A guitarra da Bloody Clouds rasgou o silêncio. As primeiras notas se misturaram ao som da bola batendo no portão, ao apito do vendedor de picolé, ao riso das crianças. Logo, os amigos chegaram com seus instrumentos. A bateria improvisada ecoava como trovão, o baixo vibrava no peito, e os vizinhos, antes reticentes, começaram a se aproximar.

Uma senhora trouxe uma cadeira e se sentou na calçada. Um grupo de adolescentes parou de andar de bicicleta para assistir. Até o cachorro da rua de cima deitou no meio-fio, como se fosse parte da plateia. A rua, de repente, não era mais apenas rua: era palco, era arena, era resistência.

Nos dias seguintes, outras bandas apareceram. Cada esquina virava espetáculo, cada ensaio era um manifesto. Eu sabia que aquilo não era apenas música — era um grito contra o silêncio imposto pela falta de espaços culturais. Era a prova de que a arte não pede licença.

Em 2004, o que começou como rebeldia espontânea se transformou em projeto oficial. Nascia o ROCK NA RUA!, abraçado pela cooperativa de bandas e artistas MÓDULO B. Mas a essência nunca mudou: a rua continuava sendo palco, e o público, parte da revolução.

Objetivos e Impacto  
O ROCK NA RUA! nasceu para divulgar os artistas locais e suas manifestações autorais.
Para criar interação direta com o público, em ambientes informais e acessíveis.
Para exercer a cidadania pela cultura, oferecendo lazer e reflexão.
E para praticar a solidariedade, arrecadando agasalhos, alimentos, brinquedos e livros destinados a bibliotecas comunitárias.

Onde Acontece  
As apresentações acontecem em espaços abertos e democráticos:
Em frente a casas e quiosques
Nas ruas e praças
A céu aberto, sem cobrança de ingresso

O público é formado por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que se deixam envolver pela energia da música.

Legado  
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram tomadas pela força criativa das bandas da MÓDULO B. O ROCK NA RUA!, idealizado e impulsionado por mim, Robson Gomes, é mais que um projeto cultural: é uma revolução sonora e social que continua ecoando.

Fique atento: a revolução pode estar começando numa rua perto de você!
ROCK NA RUA! – Memórias de Uma Revolução Sonora
Capítulo 1 – O Primeiro Acorde
Era início dos anos 90. O sol queimava o asfalto e eu, Robson Gomes, arrastava meu amplificador até a calçada.
— “Robson, vai fazer barulho de novo?” — perguntou Dona Tereza, a vizinha de olhar severo, mas que nunca perdia um ensaio.
— “Não é barulho, Dona Tereza. É música. Hoje a rua vai ser palco.”

A guitarra da Bloody Clouds rasgou o silêncio. Joãozinho, um menino de oito anos, largou a bola de futebol e ficou hipnotizado. Seu Antônio, aposentado, trouxe uma cadeira e se sentou na sombra, murmurando: “Isso é coisa boa, anima a alma.”
Naquele instante, percebi: a rua não era apenas rua. Era palco, era arena, era resistência.

Capítulo 2 – Taguatinga, o Berço
Em Taguatinga, o movimento ganhou corpo. A cada ensaio, mais gente aparecia. Marina, adolescente tímida, começou a escrever poesias inspiradas nas letras das bandas. Carlos, vendedor de picolé, parava o carrinho e distribuía sorvetes como se fosse parte do espetáculo.
Ali, a música não apenas ecoava: ela transformava vidas. Taguatinga foi o berço onde o ROCK NA RUA! aprendeu a respirar.

Capítulo 3 – Riacho Fundo I e II
No Riacho Fundo I, lembro de uma noite em que a energia caiu. Pedro, estudante de engenharia, improvisou velas em garrafas de vidro. O público iluminou a rua, e o show seguiu acústico. Foi mágico: cada acorde parecia uma oração.
No Riacho Fundo II, Luciana, jovem grafiteira, pintava murais enquanto tocávamos. A música e a arte visual se fundiam, e a juventude se apropriava do espaço. Era rebeldia criativa, era bandeira contra o silêncio.

Capítulo 4 – Gama, a Expansão
No Gama, a praça central virou arena. Dona Rosa, líder comunitária, organizava a coleta de alimentos e agasalhos. Miguel, garoto de 12 anos, ajudava a carregar caixas de brinquedos doados.
Não era apenas música: era solidariedade. Cada show era também um gesto de inclusão. O Gama mostrou que o ROCK NA RUA! podia ser maior do que imaginávamos.

Capítulo 5 – Guará, o Encontro
No Guará, o trânsito parou. Motoristas desligaram os carros para ouvir. Fernanda, professora, trouxe seus alunos para assistir. Rafael, entregador de bicicleta, largou a mochila e dançou no meio da rua.
Ali, percebi que o ROCK NA RUA! não era apenas meu sonho. Era de todos. A rua se tornava palco coletivo, e cada rosto refletia a força da música como linguagem universal.

Capítulo 6 – A Formalização
Em 2004, aquilo que começou como rebeldia espontânea se transformou em projeto oficial. O ROCK NA RUA! ganhava nome, corpo e força com a cooperativa de bandas e artistas MÓDULO B. Mas a essência nunca mudou: a rua continuava sendo palco, e o público, parte da revolução.

Objetivos e Impacto
O ROCK NA RUA! nasceu para divulgar os artistas locais e suas manifestações autorais.
Para criar interação direta com o público, em ambientes informais e acessíveis.
Para exercer a cidadania pela cultura, oferecendo lazer e reflexão.
E para praticar a solidariedade, arrecadando agasalhos, alimentos, brinquedos e livros destinados a bibliotecas comunitárias.

Onde Acontece
As apresentações acontecem em espaços abertos e democráticos:

Em frente a casas e quiosques

Nas ruas e praças

A céu aberto, sem cobrança de ingresso

O público é formado por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que se deixam envolver pela energia da música.

Legado
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas do Distrito Federal foram tomadas pela força criativa das bandas da MÓDULO B. O ROCK NA RUA!, idealizado e impulsionado por mim, Robson Gomes, é mais que um projeto cultural: é uma revolução sonora e social que continua ecoando.

Fique atento: a revolução pode estar começando numa rua perto de você!


 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

EQUIPOS












 

NICO - VELVET UNDERGROUND



O Velvet Underground & Nico

Após Andy Warhol se tornar o empresário do Velvet Underground, ele propôs que o grupo teria Nico como vocalista. O grupo concordou, apesar de uma considerável relutância, devido a razões pessoais e musicais — John Cale, do grupo, descreveu Nico como "tone deaf", algo como: "quem não tem ouvido". Apesar disso, ele iria ter papel fundamental na carreira solo de Nico. O grupo, incluindo Nico, tornaram-se os acompanhadores pessoais para a "Exploding Plastic Inevitable", um show experimental e alternativo de Andy Warhol, que misturava música, filme, dança e pop art.

Nico fez o vocal principal em três músicas ("Femme Fatale", "All Tomorrow's Parties" e "I'll Be Your Mirror") e providenciou o backing vocal em ("Sunday Morning") no álbum de estréia da banda: The Velvet Underground and Nico. Lançado no ano de 1967, o álbum foi fundamental para o aparecimentos de muitos gêneros musicais, incluindo o punk rock e New Wave.

Nico teve uma breve relação romântica com o vocalista e compositor, Lou Reed. Nesse mesmo período, ela esteve envolvida em relações amorosas com outros músicos, incluindo CaleJackson BrowneBrian JonesTim BuckleyBob Dylan e também com Iggy Pop.

Pouco tempo após a turnê que se seguiu, a Exploding Plastic Inevitable, saiu de cena no começo de 1967, Nico e o Velvet Underground foram para caminhos diferentes. Tanto Lou Reed como John Cale tocaram em partes significantes do projeto solo de Nico. Nos próximos 20 anos que seguiram-se, ela gravou uma série de álbuns bem aclamados pela crítica, trabalhando em coisas parecidas com Brian Eno e Phil ManzaneraJohn Cale esteve particularmente envolvido nas músicas de Nico, produzindo quatro de seus álbuns, como também fazendo arranjos e tocando diversos instrumentos nas gravações.



Nico foi viciada em heroína por mais de quinze anos. O biógrafo Richard Witts especulou que o vício de Nico se deu por suas experiências traumáticas de guerra, ainda durante sua infância, e também por ser uma criança ilegítima.

No dia 18 de julho de 1988, enquanto estava em férias com o seu filho em Ibiza, na Espanha, Nico teve um ataque cardíaco enquanto andava de bicicleta e, na queda, bateu a cabeça. O motorista de um táxi que passava a encontrou inconsciente e teve dificuldade para conseguir encontrar um hospital que a atendesse em Ibiza, pois Nico não tinha plano de saúde.

Incorretamente, ela foi diagnosticada por ter sofrido insolação, e morreu no dia seguinte. O exame de raio-X, mais tarde, acabou revelando uma severa hemorragia cerebral, que foi o que lhe causou a morte.

Nico foi enterrada no "Friedhof Grunewald-Forst" em Berlin. Alguns amigos colocaram uma fita da música "Mütterlein", uma música de seu álbum "Desertshore", em seu funeral.