segunda-feira, 27 de julho de 2026

"Temporadas Culturais – Sons e Cores" - Baratas de Chernobyl

Baratas de Chernobyl transforma Ceilândia em território de resistência sonora no "Temporadas Culturais – Sons e Cores"


Na tarde de 26 de julho, a sede da Orquestra Popular Menino de Ceilândia tornou-se um retrato fiel da potência cultural das periferias do Distrito Federal. Em meio ao hip hop, samba de roda, flamenco, frevo, à feira de empreendedores da QFEIRA e às múltiplas manifestações artísticas reunidas pelo projeto Temporadas Culturais – Sons e Cores, a banda Baratas de Chernobyl entregou uma apresentação que reafirmou o papel do rock autoral como instrumento de reflexão, identidade e resistência.

Em um festival concebido para valorizar a diversidade cultural e fortalecer a economia criativa local, o grupo encontrou o ambiente ideal para apresentar um repertório que dialoga diretamente com as inquietações da vida urbana. O resultado foi um show intenso, onde música e discurso caminharam lado a lado, sem perder a força estética que caracteriza a banda.


A abertura com "Banquete Sumério" estabeleceu imediatamente o clima da apresentação. Pesada, densa e carregada de simbolismos, a música funcionou como um convite para um universo em que mitologia, crítica social e existencialismo convivem naturalmente. A banda demonstrou segurança desde os primeiros acordes, conduzindo o público por uma atmosfera que alternava tensão e contemplação.


Em seguida, "Apenas Mais um Beijo" trouxe um contraste emocional importante ao setlist. Sem abandonar a identidade pós-punk, a composição revelou o lado mais melódico da banda, equilibrando delicadeza e intensidade em uma interpretação marcada por forte carga sentimental.



O terceiro momento veio com "A Cura", uma das performances mais contundentes da tarde. O peso instrumental encontrou uma interpretação vocal carregada de urgência, transformando a canção em um manifesto sobre resistência diante das adversidades. A resposta do público demonstrou que o repertório da banda ultrapassa o simples entretenimento para provocar identificação.


Com "Éden", o grupo explorou atmosferas mais introspectivas. A música sugeriu uma busca por paraísos possíveis em meio ao concreto das cidades, reforçando uma característica recorrente das Baratas de Chernobyl: transformar poesia em instrumento de crítica social.


A intensidade voltou a crescer com "Leviatã", uma das execuções mais impactantes do show. O peso dos riffs e a construção rítmica evidenciaram a maturidade do grupo, enquanto a interpretação evocava imagens de opressão, conflito e enfrentamento — elementos presentes na própria realidade das periferias brasileiras.



Na sequência, "Dois Mundos" estabeleceu uma ponte entre contrastes sociais, afetivos e urbanos. A música dialogou diretamente com o contexto do evento, que reunia diferentes linguagens artísticas em um mesmo espaço, mostrando que diversidade não é apenas discurso institucional, mas experiência concreta vivida em Ceilândia.


O encerramento com "Hy Brasil" sintetizou toda a proposta estética da apresentação. Ao reunir referências históricas, identidade nacional e sonoridade contemporânea, a banda concluiu o espetáculo reafirmando que o rock brasileiro continua sendo um espaço legítimo para questionamentos políticos, culturais e existenciais.

Mais do que um simples show, a apresentação das Baratas de Chernobyl dialogou profundamente com o espírito do Temporadas Culturais – Sons e Cores. Enquanto a programação celebrava a convivência entre hip hop, samba de roda, flamenco, frevo, cultura popular e empreendedorismo criativo, o grupo demonstrava que o rock também ocupa lugar central na construção da identidade cultural das periferias do Distrito Federal.

Durante décadas, o chamado "Rock Brasília" foi vendido ao país como um fenômeno concentrado no Plano Piloto, transformando a capital em um produto cultural que frequentemente ignorava as vozes surgidas fora do eixo monumental. As Baratas de Chernobyl representam justamente o movimento contrário. Sua trajetória desmonta esse imaginário ao mostrar que Ceilândia não precisa da validação histórica da elite cultural brasiliense para produzir arte relevante.

Ao cantar em português sobre conflitos cotidianos, desigualdades, afetos e inquietações humanas, a banda reivindica um espaço que sempre lhe pertenceu. Seu repertório não procura reproduzir fórmulas consagradas do passado nem assumir o papel de "nova geração" de qualquer movimento. Sua força está justamente em traduzir a experiência contemporânea da periferia em música autoral, preservando a capacidade que o rock sempre teve de provocar desconforto e estimular reflexão.

Se Brasília foi construída para simbolizar um futuro utópico, Ceilândia continua mostrando o presente real do país. E é justamente desse cotidiano que nasce a potência criativa das Baratas de Chernobyl.

Ao final da apresentação, ficou evidente que a banda não oferece apenas um espetáculo musical. Ela reafirma que o rock autoral do Distrito Federal permanece vivo, reinventando-se longe dos monumentos de concreto e encontrando, nas ruas da periferia, sua matéria-prima mais autêntica. Em tempos de fórmulas descartáveis e algoritmos previsíveis, Baratas de Chernobyl prova que ainda existe espaço para um rock inquieto, consciente e necessário — um ruído que insiste em existir mesmo sob a radiação da indiferença.











 

Baratas de Chernobyl faz do caos uma linguagem e reafirma Ceilândia como novo epicentro do rock autoral do Distrito Federal

Há algo de profundamente simbólico quando uma banda chamada Baratas de Chernobyl sobe ao palco em um festival que celebra a diversidade cultural das periferias. A metáfora parece inevitável: sobreviver onde tudo parece hostil. Resistir onde tantos desistem. No domingo, 26 de julho, durante o Temporadas Culturais – Sons e Cores, realizado na sede da Orquestra Popular Menino de Ceilândia, o grupo transformou essa ideia em música e entregou um dos momentos mais contundentes do evento.

Enquanto a programação reunia hip hop, samba de roda, flamenco, frevo e a movimentação constante da QFEIRA — ocupando o espaço com gastronomia, artesanato e empreendedorismo criativo —, o rock encontrou seu lugar sem pedir licença. Pelo contrário: mostrou que continua sendo uma ferramenta de reflexão social tão necessária quanto qualquer outra manifestação artística presente naquela tarde.

A primeira explosão veio com "Banquete Sumério". Não foi apenas uma abertura; foi uma declaração de intenções. A música apresenta uma banda que prefere construir atmosferas a buscar refrões fáceis. Os riffs pesados, combinados a uma interpretação intensa, criaram uma tensão que permaneceu no ar muito depois da última nota. Era como se o público fosse convidado a atravessar um portal entre o cotidiano da periferia e um universo onde mitologia, crítica social e inquietação existencial coexistem.

A mudança de temperatura aconteceu com "Apenas Mais um Beijo". A composição revelou a capacidade da banda de equilibrar delicadeza e agressividade sem perder identidade. O romantismo aparece distante de qualquer sentimentalismo óbvio; há sempre uma melancolia urbana que atravessa a canção, como se cada verso carregasse o peso das ruas que inspiram sua criação.

"A Cura" elevou ainda mais a intensidade da apresentação. A execução precisa da banda fez da música um verdadeiro manifesto. O peso instrumental jamais sufoca a mensagem; ao contrário, amplia seu alcance. É o tipo de composição que reafirma a tradição do rock como linguagem política, mesmo quando não utiliza slogans ou discursos explícitos.

Se "Éden" desacelera o andamento, não diminui a densidade. A faixa oferece um raro momento de contemplação, conduzindo o público por paisagens sonoras que sugerem uma busca constante por algum tipo de redenção possível em meio ao concreto, às contradições e aos desencantos das grandes cidades.

O ápice emocional da apresentação talvez tenha acontecido com "Leviatã". A banda encontrou um equilíbrio raro entre técnica e visceralidade. Os riffs carregados, aliados a uma cozinha sólida e dinâmica, sustentaram uma interpretação vocal marcada pela urgência. Não havia excesso de teatralidade; havia verdade. E isso fez toda a diferença.

Na reta final, "Dois Mundos" assumiu um significado especial dentro do contexto do festival. A canção parecia dialogar diretamente com a própria proposta do evento: construir pontes entre diferentes expressões culturais sem apagar suas identidades. Em Ceilândia, essas fronteiras desaparecem naturalmente. O rap conversa com o samba; o flamenco encontra o frevo; o pós-punk divide espaço com a cultura popular. O rock deixa de ocupar uma posição isolada para integrar um organismo cultural vivo.

O encerramento com "Hy Brasil" sintetizou a maturidade artística das Baratas de Chernobyl. A composição reúne referências históricas, identidade nacional e um olhar crítico sobre o presente sem recorrer a fórmulas panfletárias. É uma música que encerra o espetáculo deixando perguntas em vez de respostas — talvez a maior virtude de qualquer obra artística relevante.

Mas limitar aquela apresentação ao aspecto musical seria reduzir sua importância.

Durante décadas, a narrativa oficial do chamado Rock Brasília foi construída quase exclusivamente a partir das bandas surgidas no Plano Piloto. A história transformou aquela geografia específica em sinônimo de toda a produção musical do Distrito Federal, relegando cidades como Ceilândia ao papel de espectadoras. As Baratas de Chernobyl rompem com essa lógica sem precisar levantar bandeiras explícitas. Sua própria existência já constitui um gesto político.

A banda não tenta reproduzir o legado da Legião Urbana, do Capital Inicial ou dos Paralamas do Sucesso. Também não busca ocupar o espaço nostálgico frequentemente reservado às homenagens do chamado "rock de Brasília". Seu compromisso está em narrar outra cidade: a Ceilândia contemporânea, complexa, contraditória e criativamente pulsante.

Essa talvez seja sua maior contribuição. Enquanto parte da produção musical ainda insiste em romantizar uma Brasília monumental, desenhada por Niemeyer e planejada por Lúcio Costa, as Baratas de Chernobyl voltam seus olhos para o concreto rachado das ruas periféricas, para os encontros cotidianos, para os conflitos invisíveis e para as pequenas formas de resistência que sustentam a vida urbana.

O Temporadas Culturais – Sons e Cores mostrou que a diversidade cultural não acontece apenas quando estilos diferentes dividem a mesma programação. Ela se concretiza quando cada linguagem artística encontra espaço para existir sem precisar justificar sua presença.

Foi exatamente isso que aconteceu naquele domingo.

Ao final da tarde, entre crianças brincando, famílias circulando pela feira, artistas ocupando o palco e empreendedores fortalecendo a economia criativa local, ficou evidente que o rock continua encontrando novos territórios para florescer.

As Baratas de Chernobyl demonstraram que o verdadeiro patrimônio cultural de Brasília talvez nunca tenha estado apenas entre os monumentos do Plano Piloto. Ele pulsa também nas periferias, onde artistas transformam desigualdade em poesia, silêncio em amplificadores ligados e indiferença em ruído.

Porque algumas bandas fazem shows.

Outras ajudam a reescrever a história do lugar de onde vieram.

GUITARRA IMAGINÁRIA FEST - CULTO ROCK BAR 29/08/26


 

SAVE THE DATE!
Se liga no recado!

Se você gosta de Alternative Rock e Indie Rock não pode perder o 1° Guitarra Imaginária Fest com as bandas que tocam no programa da rádio Cult 22 (www.cult22.com)

Atrações:
@patriarca_johnsons_oficial
@barbarellabanda
@fantasmas_do_seculoxx
@br.eena

Dia 29/08
Horário: 21h
Local: Culto Rock Bar - Conic Subsolo @cultorockbar
Entrada: 20 pilas



quinta-feira, 23 de julho de 2026

🎤 LUZIÂNIA VAI TREMER! BANDA SÓ OASIS NO DI CASA BOTECO!

 🎤 LUZIÂNIA VAI TREMER!  



Prepare-se para uma noite inesquecível de rock e energia pura!
Uma homenagem especial à banda britânica que marcou gerações com muito som, atitude e emoção.
A banda SÓ OASIS vai te levar nessa viagem!
Vem viver essa experiência única e sentir o poder do rock que atravessa fronteiras! ⚡🇧🇷🇬🇧
No DiCasa Boteco, cada prato é preparado no capricho, cada bebida chega trincando de gelada e cada momento vira história.
Venha viver essa experiência, resenha e aquele sabor que faz você querer voltar.
🍖 Chama a galera.
🍻 Escolhe a mesa.
❤️ E vem viver o melhor do boteco com muito rock!


Data: 15 de agosto de 2026
Hora: 21hs
Local: Di Casa Boteco
R. Dr. João Teixeira, 841-Centro, Luziânia, Goias
Produção: Rock'n'roll Produções

#RockAndRoll #OasisTribute #LuziâniaVaiTremer #ShowAoVivo #RockBrasileiro #MúsicaQueUne #VibeDeShow #RockNight #TributoOasis #EnergiaDoRock #RockLovers #LiveMusic


O som vai ecoar, a energia vai tomar conta e o rock vai dominar a cidade!
A banda SÓ OASIS chega com uma homenagem eletrizante à lenda britânica que marcou gerações — prepare-se para cantar, vibrar e sentir cada acorde! ⚡🇧🇷🇬🇧

No DiCasa Boteco, o clima é de festa: pratos no capricho, bebidas trincando de geladas e aquela vibe que transforma cada momento em história.
🍖 Chama a galera.
🍻 Escolhe a mesa.
❤️ Vem viver o melhor do boteco com muito rock e atitude!

📅 15 de agosto de 2026  
🕘 21h  
📍 DiCasa Boteco — R. Dr. João Teixeira, 841, Centro, Luziânia, GO  
🎧 Produção: Rock’n’Roll Produções

#RockAndRoll #SóOasis #LuziâniaVaiTremer #ShowAoVivo #RockBrasileiro #MúsicaQueUne #VibeDeShow #RockNight #TributoOasis #EnergiaDoRock #RockLovers #LiveMusic #DiCasaBoteco



terça-feira, 21 de julho de 2026

BARATAS DE CHERNOBYL no Temporadas Culturais 2025 Sons & Cores

🔥 DOMINGO É DIA DE SONS E CORES! 🎸💥
O Baratas de Chernobyl chega pesado no Temporadas Culturais – Sons & Cores pra fazer história em Ceilândia! 🪳⚡
Muita música autoral, energia lá no alto e celebração da nossa cultura underground.
📌 Domingo, 26 de julho – a partir das 13h
📍 Instituto Menino de Ceilândia – Entrada gratuita!
Chama a galera, compartilha e vem pro mosh! 🤘🖤
#BaratasDeChernobyl #SonsECores #RockEmCeilândia #CulturaUnderground #CeilândiaCriativa #MúsicaAutoral #ArteNaRua #FestivalAlternativo #RockBrasileiro #TemporadasCulturais

CEILÂNDIA RECEBE O “TEMPORADAS CULTURAIS – SONS E CORES” COM MÚSICA, CULTURA POPULAR E ECONOMIA CRIATIVA 

 Evento gratuito reúne hip hop, samba de roda, pós-punk, flamenco, frevo e a feira de empreendedores QFEIRA na sede da Orquestra Popular Menino de Ceilândia No próximo domingo, 26 de julho de 2026, Ceilândia será palco de uma grande celebração da diversidade cultural do Distrito Federal. Das 13h às 18h, a sede da Orquestra Popular Menino de Ceilândia recebe o projeto “Temporadas Culturais – Sons e Cores”, uma programação gratuita que reúne música, cultura popular, formação cidadã e fortalecimento da economia criativa. Mais do que um festival artístico, o projeto propõe a construção de um verdadeiro ecossistema de arte, educação e inclusão social, valorizando artistas locais e criando oportunidades para empreendedores da região. Durante todo o evento, o público poderá visitar a QFEIRA, instalada no estacionamento da sede, com comercialização de produtos artesanais, gastronomia e iniciativas criativas produzidas por empreendedores culturais do DF. A programação reflete a pluralidade cultural das periferias, reunindo atrações que vão da ancestralidade afro-brasileira ao pós-punk, passando pelo rap, flamenco e ritmos carnavalescos.


Destaques da Programação A abertura fica por conta do DJ Dog Daia (integrante do Viela 17 e finalista mundial do campeonato IDA World, na Polônia) e do DJ Jappa DF (referência da cena Black Music e do projeto Culto Aba Reta), que comandam as picapes com o melhor da cultura urbana e da arte do scratch. Dando início aos blocos de apresentações, o Coletivo Cultural Sambadeiras de Bimba Filhas de Biloca traz o legado da capoeira regional e do samba de roda como potente ferramenta pedagógica de inclusão e combate ao racismo estrutural e religioso. Em seguida, o rapper, compositor e arte-educador Hate Rct — campeão estadual de rima do DF em 2019 e idealizador da tradicional Batalha Sagrada — assume o palco com o rap autoral da periferia. O rock autoral ganha espaço com a banda Baratas de Chernobyl, criada em Ceilândia e na estrada desde 2014, apresentando suas fortes influências do pós-punk dos anos 80, inspiradas em ícones como Joy Division e The Cure. Logo após, o Grupo Accordi — idealizado por Elení Fagundes e Chico Nogueira, e com elenco formado por Maria de Barros, Cely Curado, o percussionista Jorge "Macarrão", a bailarina Patrícia El Moor e cenografia de Tetê Alcândida — promove um mergulho sonoro que conecta piano, percussão e a força da dança espanhola. Um dos momentos mais aguardados da tarde será o tradicional cortejo da Orquestra Popular Menino de Ceilândia, instituição fundada em 1995. Ao som de frevos, marchas carnavalescas e ritmos populares, os músicos e os bailarinos do Balé Popular conduzirão um grande arrastão cultural pelas dependências da sede. Encerrando a celebração, a banda Raro Kerer assume o palco com um repertório dedicado ao samba, ao pagode e à valorização da cultura afro-brasileira, coroando uma trajetória de mais de uma década marcada por premiações e ações sociais nas comunidades periféricas. 



















SERVIÇO 
 ● Evento: Temporadas Culturais – Sons e Cores + QFEIRA 
 ● Data: 26 de julho de 2026 (domingo) ● Horário: 13h às 18h 
 ● Local: Sede da Orquestra Popular Menino de Ceilândia – QNQ 05, Área Especial, Lote E – Ceilândia/DF 
 ● Entrada: Gratuita ● Classificação Indicativa: Livre

 PROGRAMAÇÃO OFICIAL
 ● 13h00 – Abertura oficial | DJ Dog Daia e DJ Jappa DF + Início da QFEIRA
 ● 13h15 – Coletivo Cultural Sambadeiras de Bimba Filhas de Biloca (Samba de Roda e Cultura Popular)
 ● 14h45 – Hate Rct (Hip Hop / Rap)
 ● 15h15 – Baratas de Chernobyl (Rock Autoral / Pós-Punk)
 ● 15h45 – Grupo Accordi (Música Instrumental, Percussão e Dança Flamenca) ● 16h15 – Cortejo da Orquestra Popular Menino de Ceilândia e Balé Popular
 ● 17h15 – Banda Raro Kerer (Samba e Pagode) 
 ● 18h00 – Encerramento



🔥 DOMINGO É DIA DE SONS E CORES! 🎸💥
O Baratas de Chernobyl, nascido em Ceilândia (DF) em 2014, chega com sua sonoridade pulsante e influenciada pelo rock nacional dos anos 80. O quinteto formado por Elvis Rutherford (vocal), Márcio Vilas Boas (baixo), Ney Corrêa (bateria), Alê Santos (guitarras) e Robson Gomes (guitarra e sintetizador) promete um show visceral e histórico! 🪳⚡

Com referências de Joy Division, The Cure, Echo & the Bunnymen e The Smiths, somadas ao DNA brasiliense de Legião Urbana, Paralamas e Hojerizah, o grupo se destaca no cenário autoral do DF e reafirma Ceilândia como polo criativo e contestador.

📌 Domingo, 26 de julho – a partir das 13h
📍 Instituto Menino de Ceilândia – Entrada gratuita!

Nos vemos no mosh! 🤘🖤



Assessoria de Imprensa e Agendamento de Entrevistas 
 ● Contato: Paula Nogueira – Akash Comunicação 
 ● Telefone: � � (61) 99124-5270 
 ● Instagram Oficial: @meninodeceilandia Artistas Participantes: 
 ● DJ Dog Daia (@dogdaia)
 ● DJ Jappa DF (@djjappaofficial)
 ● Sambadeiras de Bimba (@sambadeiras_de_bimba_brasilia)
 ● Hate Rct (@hate.rct) 
 ● Baratas de Chernobyl (@baratasdechernobyl)
 ● Grupo Accordi (@grupoaccordi) 
 ● Raro Kerer (@rarokereroficial)



#BaratasDeChernobyl #SonsECores #RockEmCeilândia #CulturaUnderground #CeilândiaCriativa #MúsicaAutoral #ArteNaRua #FestivalAlternativo #RockBrasileiro #TemporadasCulturais










 

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Rock Monster 2026: O festival que consagra Só Oasis


 

Rock Monster 2026: O festival que consagra Só Oasis

Luziânia (GO) será tomada por riffs ensandecidos e vozes poderosas nos dias 11 e 12 de julho, quando o Rock Monster 2026 transformar a área externa do Ginásio de Esportes do Centro em um templo do rock. A partir das 14h, o público viverá dois dias de pura energia, atitude e celebração musical.

No sábado, Pedro Lucio Banda abre o caminho para o peso de Hardwired – Tributo ao Metallica, a fúria de Iron Force – Tributo ao Iron Maiden e a grandiosidade de Queen Magic – Tributo ao Queen. Mas é no domingo que o festival atinge seu ápice: Patriarca Jhonsons, U2 Elevation e, sobretudo, a entrada triunfal da Só Oasis, banda que se consolidou como o melhor tributo já feito ao grupo de Manchester.

A Só Oasis não se limita a reproduzir os hits radiofônicos que marcaram gerações. Eles mergulham fundo na memória afetiva, trazendo à tona lados B e pérolas escondidas do repertório, surpreendendo até quem nunca se aventurou pelo catálogo da banda original. Mais do que covers, entregam intensidade, sinceridade e vitalidade comparáveis apenas aos próprios irmãos Gallagher. Cada apresentação é uma catarse coletiva: fúria, lágrimas, amor e a crua honestidade que só o rock’n’roll pode proporcionar.

Com entrada solidária de 1kg de alimento não perecível, o festival integra a campanha Rock Contra a Fome, reforçando que o rock também é compromisso social. A cervejaria oficial, Biela Bier, garante rótulos artesanais que harmonizam com o espírito rebelde da festa. Produzido pela Rock & Roll Produções e apoiado culturalmente por Wilde Cambão, o Rock Monster 2026 promete ser mais que um festival: será uma experiência monstruosa e inesquecível, marcada pelo talento arrebatador da Só Oasis.

Só Oasis: O tributo que transcende o cover

 

Só Oasis: O tributo que transcende o cover

Entre tantas bandas que se aventuram a recriar o som dos irmãos Gallagher, a Só Oasis se destaca como o tributo definitivo. Não se trata de mera imitação: é uma entrega honesta, carregada de energia e sinceridade, que honra cada acorde e cada verso da obra original. O grupo injeta intensidade e sentimento em suas apresentações, alcançando uma força comparável apenas à própria Oasis.

O show da Só Oasis não é um desfile de covers previsíveis. É uma viagem profunda pelo universo do britpop, onde clássicos imortais convivem com lados B e pérolas escondidas do repertório. O público encontra tanto os hits radiofônicos que marcaram gerações quanto canções que apenas os fãs mais devotos conhecem — e até quem nunca mergulhou no catálogo da banda sai arrebatado pela experiência.

Mais do que música, a Só Oasis desenterra memórias afetivas: fúria, lágrimas, amor e a crua vitalidade que só o rock’n’roll pode oferecer. Em um cenário repleto de bandas cover, eles se consolidam como o melhor tributo já feito à banda de Manchester. Quem espera apenas uma reprodução fiel pode até se surpreender — mas vai ganhar um espetáculo de honestidade, calor e deleite, capaz de transformar qualquer noite em um hino à eternidade do britpop.

Rock Monster 2026: O palco da fúria sonora

 

Rock Monster 2026: O palco da fúria sonora

O município de Luziânia (GO) se prepara para estremecer com o Rock Monster 2026, um dos maiores festivais de rock do Centro-Oeste. Nos dias 11 e 12 de julho, a área externa do Ginásio de Esportes do Centro será tomada por guitarras ensandecidas, vozes poderosas e a energia que só o rock pode proporcionar. A partir das 14h, o público mergulhará em dois dias de pura atitude e celebração musical.

A programação é um verdadeiro banquete para os fãs: no sábado, Pedro Lucio Banda abre caminho para o peso de Hardwired – Tributo ao Metallica, a fúria de Iron Force – Tributo ao Iron Maiden e a grandiosidade de Queen Magic – Tributo ao Queen. Já no domingo, o festival atinge seu ápice com Patriarca Jhonsons, U2 Elevation e, claro, o momento mais aguardado: a entrada triunfal da Só Oasis, que promete transformar o palco em uma catarse coletiva, revivendo a essência do britpop com intensidade visceral. Para fechar, MH6 mantém a chama acesa até o último acorde.

Com entrada solidária de 1kg de alimento não perecível, o evento integra a campanha Rock Contra a Fome, mostrando que o rock também é compromisso social. A cervejaria oficial, Biela Bier, garante rótulos artesanais que harmonizam perfeitamente com o espírito rebelde da festa. Produzido pela Rock & Roll Produções e apoiado culturalmente por Wilde Cambão, o Rock Monster 2026 promete ser mais que um festival: será uma experiência monstruosa e inesquecível.