BARBARELLA B 30 ANOS!
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
BARBARELLA B 30 ANOS! 1º Guitarra Imaginária Fest
BARBARELLA B 30 ANOS!
terça-feira, 1 de setembro de 2026
1º Guitarra Imaginária Fest - BARBARELLA B
1º GUITARRA IMAGINÁRIA FEST 🎸
Se você é fã de Alternative Rock e Indie Rock, não pode perder essa noite histórica! O 1° Guitarra Imaginária Fest reúne as bandas que fazem parte do programa da rádio Cult 22 (www.cult22.com).
🔥 Um dos grandes destaques da noite é a Barbarella B (Robson Dos Santos Gomes), que promete um show explosivo e cheio de atitude!
Line-up:
Barbarella B
Patriarca Johnsons (Johnsons)
Fantasmas do Século XX (Fantasmas do Século XX)
Br.eena (Breena)
🎧 Discotecagem: Marcos Pinheiro (Cult 22) Cult 22
📅 Dia: 29/08
⏰ Horário: 21h
📍 Local: Culto Rock Bar - Conic Subsolo cultorockbar
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
🔥 BARBARELLA B: ROCK, POESIA E RESISTÊNCIA
A BARBARELLA B não faz apenas shows. Transforma o palco em um manifesto urbano.
Com riffs distorcidos, vocais rasgados, energia crua e uma forte dose de teatralidade, a banda transforma suas músicas em pequenas peças sobre a vida na cidade.
🎸 “Incansável Morador de Ceilândia” e “Trem Fantasma” revelam o olhar da banda sobre o cotidiano periférico, enquanto “Patchouli”, “Cinderella bateu as botas” e “Combustão” mergulham em uma sonoridade marcada pela urgência punk, poesia marginal e atitude rock'n'roll.
Mas a força da BARBARELLA B vai além da música.
Cada canção ganha corpo, personagem e intensidade. O público deixa de ser apenas espectador e entra no transe coletivo criado pela banda.
🔥 É rock autoral.
🖤 É poesia urbana.
⚡ É teatralidade.
🏙️ É periferia transformada em linguagem.
Sem nostalgia e sem fórmulas prontas, a BARBARELLA B constrói sua própria narrativa dentro da cena independente do Distrito Federal.
A banda não apenas toca rock.
Ela transforma a cidade em poesia e a poesia em resistência.
#BarbarellaB #RockDF #RockBrasília #RockAutoral #RockPeriférico #RockNacional #MúsicaAutoral #MúsicaIndependente #CenaIndependente #RockIndependente #Ceilândia #Brasília #PoesiaMarginal #CulturaPeriférica #RockBR
BARBARELLA B: UM MANIFESTO URBANO EM FORMA DE ROCK
BARBARELLA B: UM MANIFESTO URBANO EM FORMA DE ROCK
A BARBARELLA B entrega um daqueles shows que ultrapassam a simples execução de músicas. Vibrante, visceral e carregada de identidade, a banda transforma o palco em um território de expressão urbana, onde rock, poesia marginal, atitude punk e teatralidade se encontram.
O repertório apresentado percorre diferentes nuances da experiência periférica. Faixas como “Incansável Morador de Ceilândia” e “Trem Fantasma”, registradas no projeto Rock Periférico, revelam uma banda profundamente conectada ao cotidiano da cidade, costurando relatos poéticos, referências beatniks e reflexões sobre a vida urbana.
Em músicas como “Patchouli”, “Cinderella bateu as botas” e “Combustão”, a intensidade aumenta. Riffs distorcidos, vocais rasgados e uma energia crua criam uma atmosfera de urgência, fazendo com que cada canção pareça carregar a tensão das ruas, dos encontros, dos conflitos e dos sonhos que atravessam a periferia.
Mas a força da BARBARELLA B não está apenas no som. A banda encena suas músicas. Cada faixa ganha corpo através de uma performance que mistura música e teatralidade, transformando o show em uma sequência de pequenas peças urbanas. Dores, desejos, delírios, ironias e contradições ganham voz em uma apresentação que não busca apenas entreter, mas provocar.
O resultado é um verdadeiro manifesto sonoro: punk na urgência, beatnik na poesia e profundamente urbano na maneira de observar o mundo.
E o público não permanece apenas como espectador. A energia da banda cria uma espécie de transe coletivo, no qual palco e plateia passam a compartilhar a mesma pulsação. É nesse momento que o show deixa de ser simplesmente uma apresentação musical e se transforma em experiência.
A BARBARELLA B representa uma vertente do rock independente que não precisa recorrer à nostalgia para afirmar sua existência. Sua música nasce do presente, das ruas, das contradições e da identidade de quem vive a cidade de dentro.
Mais do que tocar rock, a banda constrói uma narrativa própria.
Um rock autoral, periférico, teatral e visceral — feito para incomodar, provocar e permanecer na memória.
Porque a BARBARELLA B não apenas faz um show.
Ela transforma o palco em cidade, a cidade em poesia e a poesia em resistência.
terça-feira, 30 de junho de 2026
Barbarella B e o Manifesto Modo B
Barbarella B e o Manifesto Modo B
O grito da periferia candanga
Se Brasília já foi vendida como “capital do rock”, Ceilândia e suas satélites sempre viveram outra história — menos plástica, mais visceral. O Manifesto Modo B surge como um grito coletivo contra a caretice do pop/rock brasiliense embalado para presente. É a afirmação de que a periferia pulsa, cria e resiste. Fanzines, bares cheios (ou nem tanto), riffs distorcidos e letras que falam da vida real: esse é o DNA de um movimento que não aceita ser reduzido a produto nostálgico dos anos 80.
É nesse caldo cultural que nasce, em 1996, a Barbarella B. Formada por músicos de Ceilândia, a banda é a tradução sonora do manifesto: rock alternativo dançante, garage psicodélico, samba-rock distorcido e soul setentista. Uma mistura que não pede licença, mas ocupa espaço. Suas letras são crônicas urbanas — falam do folclore candango, da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, da truculência policial, das lendas urbanas que moldam a identidade periférica. É música que não foge do conflito, mas o transforma em groove.
Discografia e trajetória
Uma fita demo e três EPs independentes.
Participação na coletânea AMP.SÔNICA (2000), ao lado de onze bandas de todo o país.
Presença em festivais como Cult 22, Ferrock, Modo B e até o Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia.
Shows em casas e bares do DF e entorno, sempre reafirmando sua identidade.
Sonoridade
Imagine os Kinks e os Small Faces atravessando o Eixo Monumental e encontrando o samba-rock dos anos 70. Adicione psicodelia, riffs viajantes e refrões poderosos. O resultado é um powerpop candango, urbano e sincero. Barbarella B não copia — reinventa.
Integrantes
Robson Gomes – guitarra e vocal
Sérgio Passos – guitarra e órgão
Robson Freitas – bateria e percussão
Ulisses França – guitarra, baixo e violão
Thomé de Souza – baixo e vocal
Contexto social e cultural
O Distrito Federal mantém o Plano Piloto como centro do poder, enquanto as cidades-satélites orbitam em sua volta como periferias. Desde sua inauguração, milhares de brasileiros migraram para o DF em busca de oportunidades, mas foram distribuídos segundo o nível socioeconômico, gerando exclusão cultural e falta de investimento em políticas artísticas. Essa condição condenou as satélites a serem cidades-dormitório, mas também trouxe diversidade cultural e demanda por expressão.
Nesse cenário, o Modo B e bandas como a Barbarella B se tornam alternativas de resistência. A arte fortalece o espírito crítico e cria identidade coletiva, enfrentando a massificação cultural e a falsa rebeldia do pop/rock brasiliense. Enquanto muitas bandas buscam ser o “novo Legião” ou o “novo Capital”, Barbarella B reafirma que a verdadeira contestação nasce da periferia, com autenticidade e suor.
Por que importa
Enquanto o mainstream insiste em fabricar “novos ícones”, Barbarella B e o Modo B lembram que a verdadeira rebeldia não vem do Plano Piloto, mas das satélites. É a periferia que mantém vivo o espírito contestador do rock, com autenticidade e resistência.
Se a Rolling Stone tivesse que apontar um símbolo da resistência cultural brasiliense, seria aqui: no som ácido e dançante da Barbarella B, e no manifesto que insiste em dizer que o rock não é só nostalgia — é presente, é luta, é identidade.
sábado, 27 de junho de 2026
O grito da periferia candanga - Barbarella B e o Manifesto Modo B
Barbarella B e o Manifesto Modo B
O grito da periferia candanga
Se Brasília já foi vendida como “capital do rock”, Ceilândia e suas satélites sempre viveram outra história — menos plástica, mais visceral. O Manifesto Modo B surge como um grito coletivo contra a caretice do pop/rock brasiliense embalado para presente. É a afirmação de que a periferia pulsa, cria e resiste. Fanzines, bares cheios (ou nem tanto), riffs distorcidos e letras que falam da vida real: esse é o DNA de um movimento que não aceita ser reduzido a produto nostálgico dos anos 80.
A banda
É nesse caldo cultural que nasce, em 1996, a Barbarella B. Formada por músicos de Ceilândia, a banda é a tradução sonora do manifesto: rock alternativo dançante, garage psicodélico, samba-rock distorcido e soul setentista. Uma mistura que não pede licença, mas ocupa espaço. Suas letras são crônicas urbanas — falam do folclore candango, da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, da truculência policial, das lendas urbanas que moldam a identidade periférica. É música que não foge do conflito, mas o transforma em groove.
Discografia e trajetória
Uma fita demo e três EPs independentes.
Participação na coletânea AMP.SÔNICA (2000), ao lado de onze bandas de todo o país.
Presença em festivais como Cult 22, Ferrock, Modo B e até o Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia.
Shows em casas e bares do DF e entorno, sempre reafirmando sua identidade.
Sonoridade
Imagine os Kinks e os Small Faces atravessando o Eixo Monumental e encontrando o samba-rock dos anos 70. Adicione psicodelia, riffs viajantes e refrões poderosos. O resultado é um powerpop candango, urbano e sincero. Barbarella B não copia — reinventa.
Integrantes
Robson Gomes – guitarra e vocal
Sérgio Passos – guitarra e órgão
Robson Freitas – bateria e percussão
Ulisses França – guitarra, baixo e violão
Thomé de Souza - baixo e vocal
Por que importa
Enquanto o mainstream insiste em fabricar “novos Legiões” e “novos Capitais”, Barbarella B e o Modo B lembram que a verdadeira rebeldia não vem do Plano Piloto, mas das satélites. É a periferia que mantém vivo o espírito contestador do rock, com autenticidade e suor.
Se a Rolling Stone tivesse que apontar um símbolo da resistência cultural brasiliense, seria aqui: no som ácido e dançante da Barbarella B, e no manifesto que insiste em dizer que o rock não é só nostalgia — é presente, é luta, é identidade.
segunda-feira, 22 de junho de 2026
BARBARELLA B
BARBARELLA B
30 ANOS!
"Era uma noite quente em Ceilândia. Enquanto o centro de Brasília encerrava mais uma sexta-feira burocrática, um grupo de jovens montava amplificadores em uma praça qualquer. Ali não existiam camarins nem patrocinadores. Existia apenas a necessidade urgente de transformar barulho em arte."