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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

BARBARELLA B 30 ANOS! 1º Guitarra Imaginária Fest

trecho de Transtorno Obsessivo Maníaco Compulssivo no Culto Rock Bar

 BARBARELLA B 30 ANOS!

Os integrantes — Robson Gomes (guitarra e vocal), Sérgio Passos (guitarra), Robson Freitas (bateria e percussão) e Ulisses França (baixo) — mostraram entrosamento e energia, conduzindo o público por uma experiência sonora que foi além da música, tornando-se uma celebração coletiva.
O 1º Guitarra Imaginária Fest não apenas reuniu grandes nomes do Alternative Rock e Indie Rock, mas também consagrou-se como protagonista e referência incontornável da música independente de Brasília.
vídeo de Bruna Argôlo

terça-feira, 1 de setembro de 2026

1º Guitarra Imaginária Fest - BARBARELLA B


O 1º Guitarra Imaginária Fest, realizado no Culto Rock Bar no Conic Subsolo, marcou uma noite histórica para os fãs de Alternative Rock e Indie Rock, reunindo bandas que fazem parte do programa da rádio Cult 22. A atmosfera foi conduzida pela discotecagem de Marcos Pinheiro, que preparou o público para uma sequência de apresentações intensas e memoráveis.





O grande destaque da noite foi a Barbarella B, liderada por Robson dos Santos Gomes, que trouxe ao palco toda a força da Ceilândia e do Manifesto Modo B, reafirmando sua identidade de resistência cultural e autenticidade periférica. Com uma sonoridade que mistura garage psicodélico dos anos 60, soul setentista, samba-rock distorcido e riffs viajantes, o show foi explosivo e cheio de atitude, transformando o Culto Rock Bar em um verdadeiro manifesto sonoro.




O set list da Barbarella B incluiu faixas como Porão Lunar, Transtorno Obsessivo Maníaco Compulsivo, Trem Fantasma, Patchouli, Coleção Outono-Inverno, Umidade Relativa do Ar, Cinderella Bateu as Botas, Tudo em Vão e culminou em Incansável Morador de Ceilândia. Cada música foi recebida com entusiasmo pelo público, que vibrou especialmente no último número, considerado um hino de identidade periférica e síntese do espírito da banda.



Os integrantes — Robson Gomes (guitarra e vocal), Sérgio Passos (guitarra e órgão), Robson Freitas (bateria e percussão) e Ulisses França (guitarra, baixo e violão) — mostraram entrosamento e energia, conduzindo o público por uma experiência sonora que foi além da música, tornando-se uma celebração coletiva.



A Barbarella B reafirmou no palco que sua arte é mais que entretenimento: é resistência contra a lógica do mainstream, valorização da cultura periférica e tradução sonora da Ceilândia. O show transformou conflitos sociais em groove e atitude, consolidando a banda como uma das vozes mais autênticas da cena candanga.


✨ Em resumo, o 1º Guitarra Imaginária Fest não apenas reuniu grandes nomes do Alternative Rock e Indie Rock, mas também consagrou a Barbarella B como protagonista da noite e referência incontornável da música independente de Brasília.




A Barbarella B reafirma que a verdadeira contestação cultural nasce da periferia, transformando conflitos sociais em groove e celebração coletiva.



SET LIST GUITARRA IMAGINÁRIA FEST
1-PORÃO LUNAR
2-TRANSTORNO OBSESSIVO
MANÍACO COMPULSIVO
3-TREM FANTASMA
4-PATCHOULI
5-COLEÇÃO OUTONO-INVERNO
6-UMIDADE RELATIVA DO AR
7-CINDERELLA BATEU AS BOTAS
8-TUDO EM VÃO
9-INCANSÁVEL MORADOR DE
CEILÂNDIA





  1º GUITARRA IMAGINÁRIA FEST 🎸

Se você é fã de Alternative Rock e Indie Rock, não pode perder essa noite histórica! O 1° Guitarra Imaginária Fest reúne as bandas que fazem parte do programa da rádio Cult 22 (www.cult22.com).

🔥 Um dos grandes destaques da noite é a Barbarella B (Robson Dos Santos Gomes), que promete um show explosivo e cheio de atitude!

Line-up:

Barbarella B

Patriarca Johnsons (Johnsons)

Fantasmas do Século XX (Fantasmas do Século XX)

Br.eena (Breena)

🎧 Discotecagem: Marcos Pinheiro (Cult 22) Cult 22

📅 Dia: 29/08

⏰ Horário: 21h

📍 Local: Culto Rock Bar - Conic Subsolo cultorockbar







segunda-feira, 10 de agosto de 2026

🔥 BARBARELLA B: ROCK, POESIA E RESISTÊNCIA

 










A BARBARELLA B não faz apenas shows. Transforma o palco em um manifesto urbano.

Com riffs distorcidos, vocais rasgados, energia crua e uma forte dose de teatralidade, a banda transforma suas músicas em pequenas peças sobre a vida na cidade.

🎸 “Incansável Morador de Ceilândia” e “Trem Fantasma” revelam o olhar da banda sobre o cotidiano periférico, enquanto “Patchouli”, “Cinderella bateu as botas” e “Combustão” mergulham em uma sonoridade marcada pela urgência punk, poesia marginal e atitude rock'n'roll.

Mas a força da BARBARELLA B vai além da música.

Cada canção ganha corpo, personagem e intensidade. O público deixa de ser apenas espectador e entra no transe coletivo criado pela banda.

🔥 É rock autoral.
🖤 É poesia urbana.
É teatralidade.
🏙️ É periferia transformada em linguagem.

Sem nostalgia e sem fórmulas prontas, a BARBARELLA B constrói sua própria narrativa dentro da cena independente do Distrito Federal.

A banda não apenas toca rock.
Ela transforma a cidade em poesia e a poesia em resistência.

#BarbarellaB #RockDF #RockBrasília #RockAutoral #RockPeriférico #RockNacional #MúsicaAutoral #MúsicaIndependente #CenaIndependente #RockIndependente #Ceilândia #Brasília #PoesiaMarginal #CulturaPeriférica #RockBR

BARBARELLA B: UM MANIFESTO URBANO EM FORMA DE ROCK

 

BARBARELLA B: UM MANIFESTO URBANO EM FORMA DE ROCK

A BARBARELLA B entrega um daqueles shows que ultrapassam a simples execução de músicas. Vibrante, visceral e carregada de identidade, a banda transforma o palco em um território de expressão urbana, onde rock, poesia marginal, atitude punk e teatralidade se encontram.

O repertório apresentado percorre diferentes nuances da experiência periférica. Faixas como “Incansável Morador de Ceilândia” e “Trem Fantasma”, registradas no projeto Rock Periférico, revelam uma banda profundamente conectada ao cotidiano da cidade, costurando relatos poéticos, referências beatniks e reflexões sobre a vida urbana.

Em músicas como “Patchouli”, “Cinderella bateu as botas” e “Combustão”, a intensidade aumenta. Riffs distorcidos, vocais rasgados e uma energia crua criam uma atmosfera de urgência, fazendo com que cada canção pareça carregar a tensão das ruas, dos encontros, dos conflitos e dos sonhos que atravessam a periferia.

Mas a força da BARBARELLA B não está apenas no som. A banda encena suas músicas. Cada faixa ganha corpo através de uma performance que mistura música e teatralidade, transformando o show em uma sequência de pequenas peças urbanas. Dores, desejos, delírios, ironias e contradições ganham voz em uma apresentação que não busca apenas entreter, mas provocar.

O resultado é um verdadeiro manifesto sonoro: punk na urgência, beatnik na poesia e profundamente urbano na maneira de observar o mundo.

E o público não permanece apenas como espectador. A energia da banda cria uma espécie de transe coletivo, no qual palco e plateia passam a compartilhar a mesma pulsação. É nesse momento que o show deixa de ser simplesmente uma apresentação musical e se transforma em experiência.

A BARBARELLA B representa uma vertente do rock independente que não precisa recorrer à nostalgia para afirmar sua existência. Sua música nasce do presente, das ruas, das contradições e da identidade de quem vive a cidade de dentro.

Mais do que tocar rock, a banda constrói uma narrativa própria.

Um rock autoral, periférico, teatral e visceral — feito para incomodar, provocar e permanecer na memória.

Porque a BARBARELLA B não apenas faz um show.

Ela transforma o palco em cidade, a cidade em poesia e a poesia em resistência.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Barbarella B e o Manifesto Modo B

 Barbarella B e o Manifesto Modo B

O grito da periferia candanga

Se Brasília já foi vendida como “capital do rock”, Ceilândia e suas satélites sempre viveram outra história — menos plástica, mais visceral. O Manifesto Modo B surge como um grito coletivo contra a caretice do pop/rock brasiliense embalado para presente. É a afirmação de que a periferia pulsa, cria e resiste. Fanzines, bares cheios (ou nem tanto), riffs distorcidos e letras que falam da vida real: esse é o DNA de um movimento que não aceita ser reduzido a produto nostálgico dos anos 80.

É nesse caldo cultural que nasce, em 1996, a Barbarella B. Formada por músicos de Ceilândia, a banda é a tradução sonora do manifesto: rock alternativo dançante, garage psicodélico, samba-rock distorcido e soul setentista. Uma mistura que não pede licença, mas ocupa espaço. Suas letras são crônicas urbanas — falam do folclore candango, da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, da truculência policial, das lendas urbanas que moldam a identidade periférica. É música que não foge do conflito, mas o transforma em groove.

Discografia e trajetória

Uma fita demo e três EPs independentes.

Participação na coletânea AMP.SÔNICA (2000), ao lado de onze bandas de todo o país.

Presença em festivais como Cult 22, Ferrock, Modo B e até o Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia.

Shows em casas e bares do DF e entorno, sempre reafirmando sua identidade.

Sonoridade

Imagine os Kinks e os Small Faces atravessando o Eixo Monumental e encontrando o samba-rock dos anos 70. Adicione psicodelia, riffs viajantes e refrões poderosos. O resultado é um powerpop candango, urbano e sincero. Barbarella B não copia — reinventa.


Integrantes

Robson Gomes – guitarra e vocal

Sérgio Passos – guitarra e órgão

Robson Freitas – bateria e percussão

Ulisses França – guitarra, baixo e violão

Thomé de Souza – baixo e vocal


Contexto social e cultural

O Distrito Federal mantém o Plano Piloto como centro do poder, enquanto as cidades-satélites orbitam em sua volta como periferias. Desde sua inauguração, milhares de brasileiros migraram para o DF em busca de oportunidades, mas foram distribuídos segundo o nível socioeconômico, gerando exclusão cultural e falta de investimento em políticas artísticas. Essa condição condenou as satélites a serem cidades-dormitório, mas também trouxe diversidade cultural e demanda por expressão.

Nesse cenário, o Modo B e bandas como a Barbarella B se tornam alternativas de resistência. A arte fortalece o espírito crítico e cria identidade coletiva, enfrentando a massificação cultural e a falsa rebeldia do pop/rock brasiliense. Enquanto muitas bandas buscam ser o “novo Legião” ou o “novo Capital”, Barbarella B reafirma que a verdadeira contestação nasce da periferia, com autenticidade e suor.

Por que importa

Enquanto o mainstream insiste em fabricar “novos ícones”, Barbarella B e o Modo B lembram que a verdadeira rebeldia não vem do Plano Piloto, mas das satélites. É a periferia que mantém vivo o espírito contestador do rock, com autenticidade e resistência.

Se a Rolling Stone tivesse que apontar um símbolo da resistência cultural brasiliense, seria aqui: no som ácido e dançante da Barbarella B, e no manifesto que insiste em dizer que o rock não é só nostalgia — é presente, é luta, é identidade.


sábado, 27 de junho de 2026

O grito da periferia candanga - Barbarella B e o Manifesto Modo B

 Barbarella B e o Manifesto Modo B

O grito da periferia candanga

Se Brasília já foi vendida como “capital do rock”, Ceilândia e suas satélites sempre viveram outra história — menos plástica, mais visceral. O Manifesto Modo B surge como um grito coletivo contra a caretice do pop/rock brasiliense embalado para presente. É a afirmação de que a periferia pulsa, cria e resiste. Fanzines, bares cheios (ou nem tanto), riffs distorcidos e letras que falam da vida real: esse é o DNA de um movimento que não aceita ser reduzido a produto nostálgico dos anos 80.

A banda

É nesse caldo cultural que nasce, em 1996, a Barbarella B. Formada por músicos de Ceilândia, a banda é a tradução sonora do manifesto: rock alternativo dançante, garage psicodélico, samba-rock distorcido e soul setentista. Uma mistura que não pede licença, mas ocupa espaço. Suas letras são crônicas urbanas — falam do folclore candango, da chacina de trabalhadores na construção de Brasília, da truculência policial, das lendas urbanas que moldam a identidade periférica. É música que não foge do conflito, mas o transforma em groove.


Discografia e trajetória

Uma fita demo e três EPs independentes.

Participação na coletânea AMP.SÔNICA (2000), ao lado de onze bandas de todo o país.

Presença em festivais como Cult 22, Ferrock, Modo B e até o Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia.

Shows em casas e bares do DF e entorno, sempre reafirmando sua identidade.


Sonoridade

Imagine os Kinks e os Small Faces atravessando o Eixo Monumental e encontrando o samba-rock dos anos 70. Adicione psicodelia, riffs viajantes e refrões poderosos. O resultado é um powerpop candango, urbano e sincero. Barbarella B não copia — reinventa.


Integrantes

Robson Gomes – guitarra e vocal

Sérgio Passos – guitarra e órgão

Robson Freitas – bateria e percussão

Ulisses França – guitarra, baixo e violão

Thomé de Souza - baixo e vocal


Por que importa

Enquanto o mainstream insiste em fabricar “novos Legiões” e “novos Capitais”, Barbarella B e o Modo B lembram que a verdadeira rebeldia não vem do Plano Piloto, mas das satélites. É a periferia que mantém vivo o espírito contestador do rock, com autenticidade e suor.

Se a Rolling Stone tivesse que apontar um símbolo da resistência cultural brasiliense, seria aqui: no som ácido e dançante da Barbarella B, e no manifesto que insiste em dizer que o rock não é só nostalgia — é presente, é luta, é identidade.


segunda-feira, 22 de junho de 2026

BARBARELLA B

 


BARBARELLA B
30 ANOS!

"Era uma noite quente em Ceilândia. Enquanto o centro de Brasília encerrava mais uma sexta-feira burocrática, um grupo de jovens montava amplificadores em uma praça qualquer. Ali não existiam camarins nem patrocinadores. Existia apenas a necessidade urgente de transformar barulho em arte."