domingo, 24 de maio de 2026

BARBARELLA B FERROCK ARTE NAS ESCOLAS








 




SÓ OASIS NO ESPAÇO CULT 22-05-2026

SÓ OASIS NO ESPAÇO CULT

No dia 22 de maio de 2026, o Espaço Cult se tornou o epicentro da resistência sonora em Brasília. Entre luzes baixas, copos tilintando e o aroma de cerveja artesanal, a banda Só Oasis entregou um espetáculo que transcendeu a ideia de tributo: foi uma experiência transformadora, um mergulho visceral no coração do britpop.

Durante mais de duas horas, o público foi conduzido por uma viagem que alternou entre hinos universais e lados B cultuados, recriados com paixão e autenticidade. Ricardo Lacerda (vocal e guitarra), Luis Conde (baixo e vocal), Renato Rhugas (bateria) e Robson Gomes (guitarra e vocal) não se limitaram a reproduzir — eles interpretaram. Cada nota carregava sinceridade, cada refrão era um convite à lembrança coletiva.



🔥 O impacto foi imediato: fãs antigos se emocionaram ao reviver a era dourada do Oasis, enquanto novos admiradores descobriram a força de um repertório que ainda pulsa com relevância. O público, tomado por uma energia que misturava fúria e ternura, cantou em coro, transformando o Espaço Cult em uma extensão de Manchester.

Mais do que nostalgia, o show foi um ritual urbano. O tempo pareceu dobrar: os anos 90 se encontraram com o presente, e o britpop ganhou sotaque candango. Em cada acorde, havia resistência; em cada verso, liberdade. O Espaço Cult, esse refúgio da contracultura, reafirmou seu papel como território de arte e memória, onde o rock volta a ser o que sempre foi — um grito.

Naquela noite, Brasília respirou diferente. O vento soprou com sotaque inglês, e as guitarras ecoaram como manifesto urbano. A Só Oasis mostrou que música é mais do que entretenimento: é pertencimento, é alma, é resistência.


 

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BARBARELLA B incendeia o palco da Casa do Cantador no festival Rock Periférico

 | BARBARELLA B incendeia o palco da Casa do Cantador no festival Rock Periférico

No último domingo, 21 de setembro de 2025, a histórica Casa do Cantador, em Ceilândia, foi palco de um verdadeiro encontro de potências sonoras durante o festival Rock Periférico, organizado pelo coletivo Unindo Tribos. Entre as 10 bandas que passaram pelo palco, uma apresentação em especial deixou a plateia em transe: a da banda BARBARELLA B.

Com um show vibrante, intenso e carregado de identidade, a BARBARELLA B mergulhou o público numa experiência sonora urbana e visceral. O repertório mesclou faixas dos projetos "Incansável Morador de Ceilândia" e "Trem Fantasma", obras que são verdadeiros retratos sonoros da cidade, com outras pedradas autorais como "Patchouli", "Cinderella bateu as botas" e "Combustão" — esta última uma explosão rítmica que levantou a plateia.

As letras — afiadas, existencialistas e com forte influência beatnik — tecem crônicas do cotidiano da Ceilândia, com olhar poético e crítico. A sonoridade é suja, psicodélica e urgente, misturando rock alternativo, punk e experimentalismo sem medo.

No palco, a química da formação foi um espetáculo à parte:

🎸 @barbarellabanda no vocal e guitarra, conduzindo com carisma e intensidade;

🎸 @sergiopassos, com riffs cortantes e atmosferas densas na guitarra;

🎸 @thome.desouza no contrabaixo e backing vocal, pulsando junto com a alma do show;

🎸 @lis_in_furs09 também no contrabaixo, criando camadas sonoras marcantes;

🥁 @bonham74, na bateria, com pegada precisa e visceral, sustentando a avalanche sonora.

Mais que um show, a BARBARELLA B fez da sua apresentação um manifesto poético da periferia, com som que reflete a realidade sem filtros — e ainda assim, com beleza crua.

O Rock Periférico reafirmou seu papel como espaço essencial para a arte independente do DF, e a BARBARELLA B mostrou por que é uma das vozes mais autênticas da cena.


BARBARELLA B FERROCK ARTE NAS ESCOLAS CED 11