segunda-feira, 17 de agosto de 2026
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
🔥 O OASIS ESTÁ CHEGANDO AO ENTORNO!
🔥 O OASIS ESTÁ CHEGANDO AO ENTORNO!
A notícia já está correndo por Luziânia e toda a região do Entorno do DF: o SÓ OASIS está chegando para transformar o Di Casa Boteco em uma verdadeira celebração do rock britânico! 🇬🇧🎸
Prepare-se para cantar do primeiro ao último acorde os grandes clássicos do Oasis, em um tributo que resgata toda a energia, atitude e emoção de uma das bandas mais importantes do Britpop.
🎤 Wonderwall
🔥 Supersonic
⚡ Don't Look Back in Anger
🎸 Champagne Supernova
…e muito mais!
O SÓ OASIS leva ao Entorno de Goiás uma experiência feita para quem cresceu ouvindo Oasis, para quem descobriu a banda depois e também para quem simplesmente não consegue ficar parado quando começa aquele primeiro acorde.
📍 Luziânia e região, preparem-se!
O Britpop vai invadir o Entorno.
Oasis está de volta — e dessa vez, bem perto de você! 🇬🇧🔥
@nenem70 @conde_com_s riccalacerda @s_renatojesusda @dicasaboteco
#SóOasis #OasisTribute #Oasis #Luziânia #EntornoDF #EntornoDeGoiás #Goiás #RockGoiás #Britpop #RockBritânico #RockNacional #TributoOasis #Wonderwall #DontLookBackInAnger #DiCasaBoteco
🎙️ BRUNO Z — QUANDO A VIDA URBANA VIRA CANÇÃO
🎙️ BRUNO Z — QUANDO A VIDA URBANA VIRA CANÇÃO
Bruno Z é mais do que cantor e compositor. É um cronista urbano que transforma experiências, amores, desamores e inquietações em poesia sonora.
Nascido em Taguatinga-DF, o artista construiu, ao longo de mais de duas décadas, uma trajetória marcada pela liberdade de transitar entre rock alternativo, pop, MPB e indie rock, sem se deixar aprisionar por rótulos.
Sua música nasce desse encontro: 🎸 a energia do rock nacional, 🎶 o lirismo da canção brasileira e 🌙 a melancolia do indie se encontram em letras que mergulham no existencialismo, no amor, na solidão e nas contradições da vida urbana.
Desde 2003, quando fundou a Dínamo Z, Bruno vem construindo sua história na cena independente: músicas autorais, produção de shows, programas dedicados à cultura e participação ativa na valorização da música independente do Distrito Federal.
Sua identidade musical carrega referências que atravessam gerações — The Smiths, Legião Urbana, Raul Seixas, Belchior e Wander Wildner — mas o resultado está longe de ser uma simples reprodução de influências.
Entre o folk e o rock, entre a delicadeza e a distorção, Bruno Z encontra sua própria voz.
✨ Porque algumas músicas apenas contam histórias.
As melhores fazem a gente reconhecer a nossa própria história nelas.
#BrunoZ #RockDF #RockBrasília #Taguatinga #RockAutoral #MúsicaAutoral #MúsicaIndependente #RockNacional #IndieRock #MPB #CantorCompositor #CenaIndependente #Brasília #CulturaDF #RockBR
@brunozcaetano - voz
@crisantoteixeirareis - guitarra
Robson @barbarellabanda - guitarra
Ulisses @lis_in_furs09 - baixo
🔥 BARBARELLA B: ROCK, POESIA E RESISTÊNCIA
A BARBARELLA B não faz apenas shows. Transforma o palco em um manifesto urbano.
Com riffs distorcidos, vocais rasgados, energia crua e uma forte dose de teatralidade, a banda transforma suas músicas em pequenas peças sobre a vida na cidade.
🎸 “Incansável Morador de Ceilândia” e “Trem Fantasma” revelam o olhar da banda sobre o cotidiano periférico, enquanto “Patchouli”, “Cinderella bateu as botas” e “Combustão” mergulham em uma sonoridade marcada pela urgência punk, poesia marginal e atitude rock'n'roll.
Mas a força da BARBARELLA B vai além da música.
Cada canção ganha corpo, personagem e intensidade. O público deixa de ser apenas espectador e entra no transe coletivo criado pela banda.
🔥 É rock autoral.
🖤 É poesia urbana.
⚡ É teatralidade.
🏙️ É periferia transformada em linguagem.
Sem nostalgia e sem fórmulas prontas, a BARBARELLA B constrói sua própria narrativa dentro da cena independente do Distrito Federal.
A banda não apenas toca rock.
Ela transforma a cidade em poesia e a poesia em resistência.
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BARBARELLA B: UM MANIFESTO URBANO EM FORMA DE ROCK
BARBARELLA B: UM MANIFESTO URBANO EM FORMA DE ROCK
A BARBARELLA B entrega um daqueles shows que ultrapassam a simples execução de músicas. Vibrante, visceral e carregada de identidade, a banda transforma o palco em um território de expressão urbana, onde rock, poesia marginal, atitude punk e teatralidade se encontram.
O repertório apresentado percorre diferentes nuances da experiência periférica. Faixas como “Incansável Morador de Ceilândia” e “Trem Fantasma”, registradas no projeto Rock Periférico, revelam uma banda profundamente conectada ao cotidiano da cidade, costurando relatos poéticos, referências beatniks e reflexões sobre a vida urbana.
Em músicas como “Patchouli”, “Cinderella bateu as botas” e “Combustão”, a intensidade aumenta. Riffs distorcidos, vocais rasgados e uma energia crua criam uma atmosfera de urgência, fazendo com que cada canção pareça carregar a tensão das ruas, dos encontros, dos conflitos e dos sonhos que atravessam a periferia.
Mas a força da BARBARELLA B não está apenas no som. A banda encena suas músicas. Cada faixa ganha corpo através de uma performance que mistura música e teatralidade, transformando o show em uma sequência de pequenas peças urbanas. Dores, desejos, delírios, ironias e contradições ganham voz em uma apresentação que não busca apenas entreter, mas provocar.
O resultado é um verdadeiro manifesto sonoro: punk na urgência, beatnik na poesia e profundamente urbano na maneira de observar o mundo.
E o público não permanece apenas como espectador. A energia da banda cria uma espécie de transe coletivo, no qual palco e plateia passam a compartilhar a mesma pulsação. É nesse momento que o show deixa de ser simplesmente uma apresentação musical e se transforma em experiência.
A BARBARELLA B representa uma vertente do rock independente que não precisa recorrer à nostalgia para afirmar sua existência. Sua música nasce do presente, das ruas, das contradições e da identidade de quem vive a cidade de dentro.
Mais do que tocar rock, a banda constrói uma narrativa própria.
Um rock autoral, periférico, teatral e visceral — feito para incomodar, provocar e permanecer na memória.
Porque a BARBARELLA B não apenas faz um show.
Ela transforma o palco em cidade, a cidade em poesia e a poesia em resistência.
E SE O NOVO ROCK DE BRASÍLIA ESTIVER NASCENDO EM CEILÂNDIA?
🔥 E SE O NOVO ROCK DE BRASÍLIA ESTIVER NASCENDO EM CEILÂNDIA?
No dia 26 de julho, as Baratas de Chernobyl subiram ao palco do Temporadas Culturais – Sons e Cores e fizeram mais do que um show.
Fizeram barulho.
Fizeram crítica.
Fizeram história.
De “Banquete Sumério” a “Hy Brazil”, passando por “A Cura”, “Leviatã” e “Dois Mundos”, a banda mostrou um rock pesado, visceral e, acima de tudo, com identidade própria.
🎸 Sem nostalgia.
🔥 Sem tentar repetir o passado.
🏙️ Olhando diretamente para a Ceilândia de hoje.
Porque o rock do Distrito Federal não está apenas nos monumentos do Plano Piloto.
Ele também está no concreto das periferias.
E talvez seja justamente dali que esteja surgindo uma nova história.
Baratas de Chernobyl.
Ceilândia.
Rock autoral.
Resistência.
🔥 Algumas bandas fazem shows. Outras mudam a narrativa sobre o lugar de onde vieram.
#BaratasDeChernobyl #Ceilândia #RockDF #RockBrasília #RockAutoral #RockPeriférico #RockNacional #MúsicaIndependente #CenaRock #CulturaPeriférica #MúsicaAutoral #BrasíliaDF
🔥 BARATAS DE CHERNOBYL: O CAOS COMO LINGUAGEM
🔥 BARATAS DE CHERNOBYL: O CAOS COMO LINGUAGEM
No dia 26 de julho, durante o Temporadas Culturais – Sons e Cores, na Orquestra Popular Menino de Ceilândia, as Baratas de Chernobyl mostraram por que Ceilândia é cada vez mais um dos grandes territórios do rock autoral do Distrito Federal.
Em um festival que reuniu hip hop, samba de roda, flamenco, frevo e cultura popular, o rock encontrou seu espaço — e não passou despercebido.
Do peso de “Banquete Sumério” à intensidade de “Leviatã”, passando pela melancolia de “Apenas Mais um Beijo”, pela força de “A Cura”, a contemplação de “Éden”, o diálogo de “Dois Mundos” e o encerramento com “Hy Brazil”, a banda construiu uma apresentação visceral, crítica e cheia de identidade.
Mais do que um show, foi uma afirmação: o rock também nasce, pulsa e se reinventa nas periferias.
As Baratas de Chernobyl não tentam repetir a história do chamado Rock Brasília. Elas ajudam a escrever outra história — a partir de Ceilândia, do concreto, das contradições, das ruas e das formas cotidianas de resistência.
🎸 Porque algumas bandas fazem shows.
🔥 Outras ajudam a reescrever a história do lugar de onde vieram.
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domingo, 9 de agosto de 2026
Show da Banda Só Oasis – Aniversário do Jason jasonbauers43
terça-feira, 4 de agosto de 2026
PROGRAMA GUITARRA IMAGINÁRIA - 04/08/2026 BLOODY CLOUDS NO GUITARRA IMAGINÁRIA!
BLOODY CLOUDS NO GUITARRA IMAGINÁRIA!
Não percam o programa @guitarraimaginaria desta semana trazendo sempre o melhor do Shoegaze, Guitar Bands, Alternative Rock, College Rock, Class of 86, Indie, Latinidades do Rock e obscuridades pós 00's.
Terça-feira às 21h
Reprise aos domingos às 19h
Na rádio web @cult22
www.cult22.com
Produção e apresentação Rubens Cardoso @thewhobenscruz e Bruna Argôlo @ladyscarl3t
@valtinho_fla @onilson.nunes
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