🔥 BARATAS DE CHERNOBYL: O CAOS COMO LINGUAGEM
No dia 26 de julho, durante o Temporadas Culturais – Sons e Cores, na Orquestra Popular Menino de Ceilândia, as Baratas de Chernobyl mostraram por que Ceilândia é cada vez mais um dos grandes territórios do rock autoral do Distrito Federal.
Em um festival que reuniu hip hop, samba de roda, flamenco, frevo e cultura popular, o rock encontrou seu espaço — e não passou despercebido.
Do peso de “Banquete Sumério” à intensidade de “Leviatã”, passando pela melancolia de “Apenas Mais um Beijo”, pela força de “A Cura”, a contemplação de “Éden”, o diálogo de “Dois Mundos” e o encerramento com “Hy Brazil”, a banda construiu uma apresentação visceral, crítica e cheia de identidade.
Mais do que um show, foi uma afirmação: o rock também nasce, pulsa e se reinventa nas periferias.
As Baratas de Chernobyl não tentam repetir a história do chamado Rock Brasília. Elas ajudam a escrever outra história — a partir de Ceilândia, do concreto, das contradições, das ruas e das formas cotidianas de resistência.
🎸 Porque algumas bandas fazem shows.
🔥 Outras ajudam a reescrever a história do lugar de onde vieram.
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