📍 Onde: Cervejaria Kaixa d’Água – Bar do Kareka
CNF 02 • Taguatinga Norte
🗓️ Sábado • 25 de Abril
⏰ 21h
🎧 DJ Robson Barbarella nos intervalos
⚡ Noite de guitarras, atitude e clássicos que marcaram gerações!
rock alternativo vai dominar o Bar do Kareka! No dia 25 de abril, prepare-se para uma noite épica com o tributo ao Oasis — uma celebração dos hinos que marcaram gerações e definiram o som do Brit Pop! 🎸
A banda SÓ OASIS sobe ao palco para um show completo, revisitando os clássicos dos anos 90 e 2000 com toda a energia e atitude que o Oasis merece.
E pra manter o clima lá em cima, o lendário DJ Robson Barbarella assume as picapes nos intervalos, misturando brasilianices e indie em uma seleção que vai fazer todo mundo dançar! 💿🔥
Chegue cedo, garanta seu lugar e venha viver uma noite de puro rock e nostalgia!
📍 Cervejaria Kaixa d’Água – Bar do Kareka
CNF 02 • Taguatinga Norte
🗓️ Sábado, 25 de Abril
🕘 21h
🎧 DJ Robson Barbarella nos intervalos
A banda SÓ OASIS toca os maiores hits e lado B da melhor banda de Rock´n´roll dos anos 90! Mais de duas horas de show celebrando os hits do brit pop dos anos 90 e 2000 da banda mais polêmica do rock. A banda traz a energia e a intensidade das apresentações ao vivo da banda inglesa, apresentando os grandes clássicos, singles de sucesso e lados b´s.
A performance da banda SÓ OASIS traz canções cheias de emoção e atitude com a pegada e o ‘punch’ que a banda apresentava ao vivo. Um show para todos os públicos, para quem é fã desde os primeiros hits, para os fãs da última fase e para todos aqueles que alguma música marcou uma lembrança, além de um show extremamente divertido para quem está conhecendo a banda. Muitas pessoas na plateia relatam que estão conhecendo e se interessando pelo Oasis a partir das apresentações da SÓ OASIS
Mais do que uma experiência nostálgica o show da SÓ OASIS revisita o repertório da banda de Manchester reverenciando todas as bandas de rock clássico que influenciaram uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Muitos críticos do Oasis ou ‘haters’ estão tendo numa nova perspectiva do som da banda inglesa pela forma de interpretar e a performance da banda SÓ OASIS.
Venha reviver todo o espírito de rebeldia e sentimento á flor da pele da banda mais comentada dos últimos tempos! Com músicos experientes em diversos projetos de tributos e autorais, a banda conta com os seguintes integrantes: Ricardo Lacerda – Vocal e guitarra Luis Conde – baixo e vocal Renato Rhugas – bateria Robson Gomes – guitarra e vocal
SÓ OASIS: Uma viagem sonora ao coração do britpop Prepare-se para uma noite de pura intensidade! A banda SÓ OASIS recria com fidelidade e paixão os maiores clássicos e lados B da banda inglesa que redefiniu o rock dos anos 90 e 2000. São mais de duas horas de espetáculo, celebrando hinos que marcaram gerações e resgatando toda a energia explosiva das apresentações originais.
O show é emoção garantida: Clássicos inesquecíveis e singles que dominaram as paradas. Lados B que conquistaram os fãs mais fiéis. Uma performance vibrante, cheia de atitude e o “punch” característico do Oasis. Mais do que nostalgia, o espetáculo da SÓ OASIS é uma experiência transformadora: conquista novos admiradores, emociona quem já viveu a era dourada da banda e oferece uma nova perspectiva até para os críticos mais ferrenhos.
Com músicos experientes e apaixonados, a SÓ OASIS reverencia não apenas o legado do Oasis, mas também as influências do rock clássico que moldaram uma das maiores bandas de todos os tempos. Venha reviver o espírito rebelde, a emoção à flor da pele e a força de uma das bandas mais comentadas da história. Um show imperdível para fãs de todas as fases — e para quem está descobrindo agora o poder do Oasis.
A banda SÓ OASIS toca os maiores hits e lado B da melhor banda de Rock´n´roll dos anos 90! Mais de duas horas de show celebrando os hits do brit pop dos anos 90 e 2000 da banda mais polêmica do rock. A banda traz a energia e a intensidade das apresentações ao vivo da banda inglesa, apresentando os grandes clássicos, singles de sucesso e lados b´s.
A performance da banda SÓ OASIS traz canções cheias de emoção e atitude com a pegada e o ‘punch’ que a banda apresentava ao vivo. Um show para todos os públicos, para quem é fã desde os primeiros hits, para os fãs da última fase e para todos aqueles que alguma música marcou uma lembrança, além de um show extremamente divertido para quem está conhecendo a banda. Muitas pessoas na plateia relatam que estão conhecendo e se interessando pelo Oasis a partir das apresentações da SÓ OASIS
Mais do que uma experiência nostálgica o show da SÓ OASIS revisita o repertório da banda de Manchester reverenciando todas as bandas de rock clássico que influenciaram uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Muitos críticos do Oasis ou ‘haters’ estão tendo numa nova perspectiva do som da banda inglesa pela forma de interpretar e a performance da banda SÓ OASIS.
Venha reviver todo o espírito de rebeldia e sentimento á flor da pele da banda mais comentada dos últimos tempos!
SÓ OASIS: Uma viagem sonora ao coração do britpop Prepare-se para uma noite de pura intensidade! A banda SÓ OASIS recria com fidelidade e paixão os maiores clássicos e lados B da banda inglesa que redefiniu o rock dos anos 90 e 2000. São mais de duas horas de espetáculo, celebrando hinos que marcaram gerações e resgatando toda a energia explosiva das apresentações originais.
O show é emoção garantida: Clássicos inesquecíveis e singles que dominaram as paradas. Lados B que conquistaram os fãs mais fiéis.
Uma performance vibrante, cheia de atitude e o “punch” característico do Oasis. Mais do que nostalgia, o espetáculo da SÓ OASIS é uma experiência transformadora: conquista novos admiradores, emociona quem já viveu a era dourada da banda e oferece uma nova perspectiva até para os críticos mais ferrenhos.
Com músicos experientes e apaixonados, a SÓ OASIS reverencia não apenas o legado do Oasis, mas também as influências do rock clássico que moldaram uma das maiores bandas de todos os tempos.
Venha reviver o espírito rebelde, a emoção à flor da pele e a força de uma das bandas mais comentadas da história. Um show imperdível para fãs de todas as fases — e para quem está descobrindo agora o poder do Oasis.
SÓ OASIS no palco! Mais de 2 horas de clássicos e lados B da banda que marcou os anos 90 e 2000. Energia, atitude e emoção em cada acorde.
Um show imperdível para fãs de todas as fases — e para quem está descobrindo o poder do Oasis agora. Venha reviver o espírito rebelde e vibrante do britpop com a SÓ OASIS!
A banda SÓ OASIS toca os maiores hits e lado B da melhor banda de Rock´n´roll dos anos 90! Mais de duas horas de show celebrando os hits do brit pop dos anos 90 e 2000 da banda mais polêmica do rock. A banda traz a energia e a intensidade das apresentações ao vivo da banda inglesa, apresentando os grandes clássicos, singles de sucesso e lados b´s.
A performance da banda SÓ OASIS traz canções cheias de emoção e atitude com a pegada e o ‘punch’ que a banda apresentava ao vivo. Um show para todos os públicos, para quem é fã desde os primeiros hits, para os fãs da última fase e para todos aqueles que alguma música marcou uma lembrança, além de um show extremamente divertido para quem está conhecendo a banda. Muitas pessoas na plateia relatam que estão conhecendo e se interessando pelo Oasis a partir das apresentações da SÓ OASIS
Mais do que uma experiência nostálgica o show da SÓ OASIS revisita o repertório da banda de Manchester reverenciando todas as bandas de rock clássico que influenciaram uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Muitos críticos do Oasis ou ‘haters’ estão tendo numa nova perspectiva do som da banda inglesa pela forma de interpretar e a performance da banda SÓ OASIS.
A banda Só Oasis se consolida como o melhor tributo da banda britânica original. Não se preocupam em imitar a banda Oasis e executam as canções com a energia e sinceridade necessária que a obra exige. Injetam intensidade e sentimento no show igualados somente pela banda dos irmãos Gallagher. Não é um desfile de covers, mas um tributo à altura dos grandes clássicos do britpop que ultrapassaram gerações. Apresentam músicas que extrapolam a superficialidade das paradas de sucesso e brindam o público com pérolas do repertório da banda, incluindo lados b's, mas sem deixar de agradar quem vai atrás somente dos hits radiofônicos e deleitando os fãs com canções que só admiradores conhecem, além de surpreender e arrebatar o público que não conhece o repertório. Mergulham fundo na mémória afetiva desenterrando mais do que músicas, mas sentimentos, fúria, lágrimas e amor. A cada banda cover do Oasis que surge a banda Só Oasis se destaca como o melhor tributo feito para a banda de Manchester. Quem for atrás de apenas uma banda cover vai se decepcionar, mas vai ganhar um show com vitalidade, honestidade, calor e deleite que só o rock'n'roll pode proporcionar! A Só Oasis não apenas ocupa o espaço dos tributos — ela o redefine com uma autoridade rara. Em um cenário saturado de covers previsíveis, a banda se ergue como a mais autêntica e visceral celebração do legado de Manchester. Aqui, não há caricatura, nem imitação mecânica: há compreensão profunda, respeito absoluto e, acima de tudo, entrega.
Não se trata de um desfile de sucessos embalados pela nostalgia fácil. A Só Oasis constrói uma narrativa. Eles transitam com maestria entre os clássicos imortais e as preciosidades escondidas — lados B que os fãs mais devotos reconhecem nos primeiros acordes, enquanto os desavisados são surpreendidos e arrebatados. É um equilíbrio raro: agradar quem veio pelos hits e conquistar quem nem sabia que precisava daquelas músicas.
O que a Só Oasis faz no palco vai muito além de reproduzir canções — eles reencarnam a alma de uma era. Cada acorde carrega peso, cada refrão explode com a mesma urgência que transformou hinos em eternidade. A energia não é ensaiada, é sentida; a sinceridade não é encenada, é vivida. O resultado? Um espetáculo que pulsa com a mesma intensidade crua que consagrou os irmãos Gallagher, mas com identidade própria e paixão transbordante.
O show é uma viagem emocional completa. Não apenas revisita memórias — escancara sentimentos. Há fúria, há melancolia, há catarse. Há aquele tipo de verdade que só o rock’n’roll, em sua forma mais pura, consegue entregar. É como se cada apresentação cavasse fundo na memória afetiva do público e trouxesse à tona algo maior que música: identidade, tempo e pertencimento.
Em meio à infinidade de bandas que tentam revisitar esse legado, a Só Oasis não disputa — ela se destaca, naturalmente, como o tributo definitivo. Quem espera apenas mais uma banda cover pode até se enganar… mas sairá transformado, tendo presenciado algo muito mais poderoso: um espetáculo carregado de vitalidade, honestidade e emoção genuína.
A Só Oasis não toca Oasis.
Ela faz você sentir Oasis novamente.
TAGUATINGA VAI TREMER!
O rock alternativo vai invadir o Bar do Kareka!
SÓ OASIS
o melhor do Britpop & Indie Rock
Onde: Cervejaria Kaixa d’Água – Bar do Kareka
CNF 02 • Taguatinga Norte
Sábado • 25 de Abril
21h
DJ Robson Barbarella nos intervalos
Noite de guitarras, atitude e clássicos que marcaram gerações!
Prepare-se porque a noite de Manchester vai invadir o 80s Pub!
Prepare-se para uma experiência que vai muito além do óbvio. Os Grandes Hinos que uniram gerações e dominaram as paradas. Lados B e Pérolas que extrapolam a superficialidade e tocam a alma de quem conhece a fundo a discografia de Manchester.
Um show executado com a intensidade e a sinceridade que a obra do Oasis exige.
🎧 A Festa não Para!
Para garantir que a energia não caia, a DJ Jully Dourado assume as picapes durante os intervalos. Ela traz uma seleção especial de Britpop e clássicos para manter o público no clima do início ao fim.
📅 Programe-se:
Quando: Sábado, 11 de Abril
Horário: A partir das 21h
Onde: 80s Pub
Entrada: Franca (Chegue cedo!)
A Só Oasis não toca Oasis.
Ela faz você sentir Oasis novamente.
A banda Só Oasis se consolida como o melhor tributo da banda britânica original. Não se preocupam em imitar a banda Oasis e executam as canções com a energia e sinceridade necessária que a obra exige. Injetam intensidade e sentimento no show igualados somente pela banda dos irmãos Gallagher.
Não é um desfile de covers, mas um tributo à altura dos grandes clássicos do britpop que ultrapassaram gerações. Apresentam músicas que extrapolam a superficialidade das paradas de sucesso e brindam o público com pérolas do repertório da banda, incluindo lados b's, mas sem deixar de agradar quem vai atrás somente dos hits radiofônicos e deleitando os fãs com canções que só admiradores conhecem, além de surpreender e arrebatar o público que não conhece o repertório.
Mergulham fundo na mémória afetiva desenterrando mais do que músicas, mas sentimentos, fúria, lágrimas e amor. A cada banda cover do Oasis que surge a banda Só Oasis se destaca como o melhor tributo feito para a banda de Manchester. Quem for atrás de apenas uma banda cover vai se decepcionar, mas vai ganhar um show com vitalidade, honestidade, calor e deleite que só o rock'n'roll pode proporcionar!
A Só Oasis não apenas ocupa o espaço dos tributos — ela o redefine com uma autoridade rara. Em um cenário saturado de covers previsíveis, a banda se ergue como a mais autêntica e visceral celebração do legado de Manchester. Aqui, não há caricatura, nem imitação mecânica: há compreensão profunda, respeito absoluto e, acima de tudo, entrega.
O que a Só Oasis faz no palco vai muito além de reproduzir canções — eles reencarnam a alma de uma era. Cada acorde carrega peso, cada refrão explode com a mesma urgência que transformou hinos em eternidade. A energia não é ensaiada, é sentida; a sinceridade não é encenada, é vivida. O resultado? Um espetáculo que pulsa com a mesma intensidade crua que consagrou os irmãos Gallagher, mas com identidade própria e paixão transbordante.
Não se trata de um desfile de sucessos embalados pela nostalgia fácil. A Só Oasis constrói uma narrativa. Eles transitam com maestria entre os clássicos imortais e as preciosidades escondidas — lados B que os fãs mais devotos reconhecem nos primeiros acordes, enquanto os desavisados são surpreendidos e arrebatados. É um equilíbrio raro: agradar quem veio pelos hits e conquistar quem nem sabia que precisava daquelas músicas.
O show é uma viagem emocional completa. Não apenas revisita memórias — escancara sentimentos. Há fúria, há melancolia, há catarse. Há aquele tipo de verdade que só o rock’n’roll, em sua forma mais pura, consegue entregar. É como se cada apresentação cavasse fundo na memória afetiva do público e trouxesse à tona algo maior que música: identidade, tempo, pertencimento.
Em meio à infinidade de bandas que tentam revisitar esse legado, a Só Oasis não disputa — ela se destaca, naturalmente, como o tributo definitivo. Quem espera apenas mais uma banda cover pode até se enganar… mas sairá transformado, tendo presenciado algo muito mais poderoso: um espetáculo carregado de vitalidade, honestidade e emoção genuína.
Se você busca apenas mais uma banda cover, talvez se surpreenda. A Só Oasis não está aqui para desfilar fantasias ou imitações baratas; eles se consolidam como o melhor tributo ao Oasis por um motivo simples: honestidade.
Com a fúria e o sentimento que só os irmãos Gallagher sabiam imprimir, a banda entrega um show visceral. É um mergulho profundo na memória afetiva, resgatando não apenas notas musicais, mas o suor, as lágrimas e a energia pura do Rock'n'Roll.
Não perca a chance de presenciar um tributo que trata os clássicos com o respeito e a fúria que eles merecem. Garanta seu lugar e venha celebrar o melhor do Britpop! 🤘🔥
A banda Rosa dos Ventos foi um grupo de pós-punk de Brasília, formado em 2002 com integrantes experientes da cena local (ex-Psycho Shadows e Pompas Fúnebres). Conhecida pelo som introspectivo e experimental, tocou no Bar Aldeia em Taguatinga e apareceu na coletânea "De Profundis - Versão Brasileira".
O grupo consolidou-se em 2002 com Renata Carvalho(vocal, ex-Wolves Cavern, X-Five), Moisés Paiva (baixo, ex-Psycho Shadows) e Ney Correa (bateria, ex-Pompas Fúnebres) e Maurício Andrade (guitarra) adotando o nome Rosa dos Ventos. Estilo fortemente influenciado pelo pós-punk, com sonoridade introspectiva e experimental. Apresentaram-se em fevereiro de 2002 no Bar Aldeia, em Taguatinga, ao lado de bandas de shoegaze como Mentes Póstumas e Stone Fish. A banda participou da coletânea "De Profundis - Versão Brasileira" com a faixa "Canção Noturna".
Rosa Dos Ventos - Vozes 2005 | Full | Gothic Rock
Há algo de profundamente brasiliense, ao mesmo tempo, universal na trajetória da Rosa dos Ventos — como se o concreto seco do Planalto Central reverberasse em ecos sombrios de baixo pulsante e guitarras etéreas. Formada em 2002, em Brasília, a banda surge não como um projeto incipiente, mas como um encontro quase inevitável de músicos já calejados pela cena alternativa local. Vindos de grupos como Psycho Shadows e Pompas Fúnebres, seus integrantes traziam na bagagem uma vivência que se traduziria em um som maduro, introspectivo e inquieto.
A formação que consolidou a identidade do grupo reunia Renata Carvalho nos vocais — dona de uma interpretação ao mesmo tempo delicada e espectral, Moisés Paiva no baixo, cujo passado no Psycho Shadows se fazia sentir nas linhas densas e melancólicas, Ney Correa na bateria, com sua precisão quase ritualística herdada do Pompas Fúnebres, e Maurício Andrade na guitarra, responsável por texturas que oscilavam entre o minimalismo e a dissonância atmosférica. Juntos, adotaram o nome Rosa dos Ventos — sugestivo, quase cartográfico, como se buscassem orientar o ouvinte em meio a paisagens emocionais nebulosas.
"Canção Noturna"
Musicalmente, a banda mergulhava fundo nas raízes do pós-punk, mas evitava qualquer tipo de pastiche. Em vez disso, construía uma linguagem própria: canções que pareciam se expandir e retrair, guiadas por baixos hipnóticos, guitarras que ora cortavam como lâminas, ora se dissolviam em ambiência, e uma voz que carregava um senso de distância emocional típico do gênero — mas com uma sensibilidade muito particular, quase íntima. Era um som que dialogava tanto com a tradição quanto com a necessidade de experimentação, algo que sempre marcou a cena alternativa de Brasília.
E é impossível falar da Rosa dos Ventos sem situá-la nesse ecossistema específico. Brasília, desde os anos 1980, carrega uma herança pós-punk singular no Brasil — uma estética que mistura isolamento geográfico, arquitetura brutalista e uma juventude criativamente inquieta. Nesse contexto, a apresentação da banda em fevereiro de 2002 no Bar Aldeia, em Taguatinga, ganha contornos quase míticos. Dividindo palco com nomes do shoegaze local como Mentes Póstumas e Stone Fish, a Rosa dos Ventos mostrava ali sua capacidade de transitar entre cenas irmãs, mantendo sua identidade sombria enquanto dialogava com camadas mais etéreas e ruidosas.
"Dança dos Invencíveis"
O registro mais palpável dessa fase talvez seja sua participação na coletânea De Profundis - Versão Brasileira, onde contribuíram com a faixa “Canção Noturna”. A música encapsula bem o espírito do grupo: uma construção lenta, carregada de tensão, onde cada elemento parece ecoar no vazio — como se fosse gravada não apenas em estúdio, mas também nos espaços silenciosos da própria cidade.
Agora, mais de duas décadas depois, a Rosa dos Ventos ressurge — não como um revival nostálgico, mas como um gesto de continuidade. Com Renata Carvalho ainda à frente, a nova formação traz Robson Gomes (ex-Lupercais) na guitarra e teclados, Alexandre Santos na guitarra e Alysson Barbosa no baixo, substituindo Moisés Paiva e Maurício Andrade. A ausência de figuras-chave da formação original não soa como ruptura, mas como transformação — algo coerente com a própria natureza do pós-punk.
"Das les Jardins"
O projeto de resgate previsto para 2026 carrega, portanto, um peso simbólico: não apenas revisitar o passado, mas reafirmar um legado que nunca deixou de existir por completo. Porque, no fim das contas, a Rosa dos Ventos sempre foi menos sobre um momento específico e mais sobre uma atmosfera — um estado de espírito que continua a soprar, discreto e persistente, pelas frestas da cena alternativa de Brasília.
Há algo de profundamente brasiliense — quase geográfico, quase existencial — na trajetória da Rosa dos Ventos. Como se o concreto silencioso do Planalto Central ecoasse em frequências graves e guitarras enevoadas, a banda, formada em 2002, nunca soou como um acidente: era um ponto de convergência. Um encontro inevitável entre músicos já marcados pela cena underground local, vindos de projetos como Psycho Shadows e Pompas Fúnebres, e unidos por uma mesma pulsão estética — transformar introspecção em som.
"Insanos"
A formação clássica reunia Renata Carvalho (vocais), Moisés Paiva (baixo), Ney Correa (bateria) e Maurício Andrade (guitarra). Juntos, deram forma a uma identidade que, embora ancorada no pós-punk, evitava o lugar-comum revivalista. O que emergia era algo mais orgânico, quase topográfico: linhas de baixo densas e repetitivas, guitarras que alternavam entre o corte seco e a suspensão atmosférica, e uma voz que parecia sempre à beira do sussurro ou do colapso emocional. Era música feita não apenas para ser ouvida, mas habitada.
Se a apresentação no Bar Aldeia, em Taguatinga, em fevereiro de 2002 — ao lado de nomes como Mentes Póstumas e Stone Fish — marcou a inserção da banda em uma cena que dialogava entre o pós-punk e o shoegaze, foi no EP Vozes, gravado no Estúdio Vozes, também em Taguatinga, que a Rosa dos Ventos realmente se cristalizou como entidade artística. Mais do que um registro, o EP funciona como um mapa emocional da banda — uma cartografia sonora onde cada faixa ocupa um papel essencial.
"Mentiras"
“Canção Noturna”, talvez a mais conhecida por sua inclusão na coletânea De Profundis - Versão Brasileira, surge aqui em sua forma mais crua e definitiva. É o eixo do EP: uma faixa que sintetiza o ethos da banda, com seu andamento cadenciado, clima denso e uma sensação constante de deslocamento. É noite não apenas como tema, mas como estado permanente.
Mas o EP se expande muito além desse núcleo. “Dança dos Invencíveis” introduz uma tensão quase paradoxal — há movimento, mas é um movimento contido, como se a própria ideia de “invencibilidade” fosse irônica, desmoronando a cada compasso. Já “Das les Jardins” (com sua grafia híbrida e sugestiva) aponta para um lado mais experimental e etéreo, onde a banda parece brincar com espacialidade e linguagem, criando uma faixa que soa tanto estrangeira quanto profundamente local.
"Olhos"
“Insanos” e “Mentiras” formam um díptico particularmente incisivo. A primeira mergulha em uma urgência quase claustrofóbica, enquanto a segunda desacelera para expor fissuras emocionais com uma frieza cortante. São canções que revelam a habilidade da banda em trabalhar extremos sem perder coesão — intensidade e contenção coexistindo em equilíbrio instável.
“Olhos” oferece um raro momento de aparente clareza, ainda que carregado de ambiguidade. Há algo de observacional na faixa, como se o eu lírico estivesse simultaneamente dentro e fora da própria experiência. Em contraste, “Repulsa” retoma a densidade mais abrasiva, com guitarras que parecem se arrastar e colidir, evocando um desconforto quase físico.
"Repulsa"
E então há “Vozes”, a faixa-título — não apenas um encerramento, mas uma espécie de síntese conceitual. Aqui, a banda condensa todos os elementos que permeiam o EP: a introspecção, a experimentação, a sensação de eco urbano. É como se essas “vozes” não fossem apenas internas, mas também ecos da própria cidade — fragmentos de uma Brasília subterrânea, invisível à superfície monumental.
Esse EP, embora discreto em sua circulação, carrega um peso significativo dentro da narrativa da banda e da cena local. Ele não apenas documenta um momento, mas estabelece um vocabulário — um conjunto de referências que ecoariam, direta ou indiretamente, em outros projetos da cidade.
Hoje, com o anúncio de um resgate em 2026, a Rosa dos Ventos retorna com uma nova formação: além de Renata Carvalho, agora contam com Robson Gomes (ex-Lupercais) na guitarra e teclados, Alexandre Santos na guitarra e Alysson Barbosa no baixo. A ausência de Moisés Paiva e Maurício Andrade não representa ruptura, mas transformação — uma continuidade natural para uma banda que sempre operou nas margens do tempo e da forma.
"Vozes"
Revisitar Vozes neste contexto não é apenas um exercício de memória. É reconhecer que aquelas canções — “Canção Noturna”, “Dança dos Invencíveis”, “Das les Jardins”, “Insanos”, “Mentiras”, “Olhos”, “Repulsa” e “Vozes” — não pertencem exclusivamente ao passado. Elas ainda ressoam, como frequências baixas que nunca cessam completamente, moldando o presente e apontando direções futuras. Afinal, como toda boa rosa dos ventos, a banda continua a indicar caminhos — mesmo quando tudo ao redor parece imóvel.
Rosa dos Ventos: Pós-punk candango em estado puro
Poucas bandas conseguiram traduzir tão bem o espírito inquieto e sombrio do pós-punk em Brasília quanto a Rosa dos Ventos. Formada em 2002, o grupo nasceu da confluência de músicos já calejados na cena alternativa da capital — Renata Carvalho (vocal), Moisés Paiva (baixo, ex-Psycho Shadows), Ney Correa (bateria, ex-Pompas Fúnebres) e Maurício Andrade (guitarra). A escolha do nome não foi casual: Rosa dos Ventos evocava tanto a busca por direções quanto a sensação de deslocamento existencial que permeava sua música.
🎸 Estilo e sonoridade
Influência direta do pós-punk britânico: ecos de Joy Division e Bauhaus, mas filtrados pela atmosfera brasiliense.
Introspecção e experimentação: linhas de baixo densas, guitarras angulares e vocais etéreos de Renata criavam um clima de desolação urbana.
Estética minimalista: arranjos secos e diretos, sem concessões ao mainstream, reforçando a aura underground.
🏙️ Cena local
Brasília, com sua arquitetura monumental e espaços vazios, sempre foi fértil para o pós-punk. A Rosa dos Ventos encontrou no Bar Aldeia, em Taguatinga, um palco simbólico: em fevereiro de 2002 dividiram a noite com bandas de shoegaze como Mentes Póstumas e Stone Fish, criando um diálogo entre o peso introspectivo e a densidade atmosférica. Esse show é lembrado como um marco da cena alternativa candanga do início dos anos 2000.
📀 Registro e legado
A banda deixou sua marca na coletânea "De Profundis – Versão Brasileira", com a faixa "Canção Noturna", um tema que sintetiza sua estética: melancolia, experimentação e lirismo sombrio. Embora sua trajetória tenha sido breve, Rosa dos Ventos permanece como um nome cult, reverenciado por quem acompanhou a efervescência da cena pós-punk brasiliense.
✨ Por que importa
Rosa dos Ventos não foi apenas mais uma banda de Brasília. Foi um espelho da cidade: introspectiva, experimental e marcada por um certo vazio existencial que dialogava com os espaços amplos e frios da capital. Para fãs de pós-punk, é um daqueles grupos que, mesmo com poucos registros, deixam uma impressão duradoura — um segredo compartilhado entre iniciados, digno de figurar nas páginas de uma revista como a MOJO.
Se tivesse continuado, talvez tivesse se tornado um dos pilares da cena alternativa nacional. Mas parte de seu encanto está justamente nesse caráter efêmero, como um vento que sopra forte e desaparece, deixando apenas ecos.
"O rei infeliz"
RENATA CARVALHO - VOCAL
NEIVALDO CORRÊA - BATERIA
ROBSON GOMES - GUITARRA E TECLADO
ALEXANDRE SANTOS - GUITARRA E VIOLÃO
ALYSSON BARBOSA - CONTRABAIXO
"Flores"
Rosa dos Ventos: Brasília’s Post-Punk Compass
In the early 2000s, Brasília — a city of monumental architecture and existential emptiness — gave birth to a band that perfectly captured its stark atmosphere: Rosa dos Ventos. Formed in 2002, the group united seasoned musicians from the local underground: Renata Carvalho (vocals), Moisés Paiva (bass, ex-Psycho Shadows), Ney Correa (drums, ex-Pompas Fúnebres), and Maurício Andrade (guitar). Their name, Rosa dos Ventos, suggested both orientation and disorientation — a fitting metaphor for their music’s restless search for meaning.
🎸 Sound and Style
Post-punk DNA: Their music carried the spectral weight of Joy Division and Bauhaus, but refracted through Brasília’s unique cultural lens.
Introspective and experimental: Renata’s spectral vocals floated over angular guitar lines and brooding bass figures, while Ney’s drumming provided a stark, ritualistic pulse.
Minimalist ethos: Sparse arrangements emphasized atmosphere over virtuosity, creating a soundscape both haunting and cerebral.
"Silêncio"
🏙️ Local Scene
Brasília’s underground has long thrived in the shadows of its political grandeur. Rosa dos Ventos found their stage at Bar Aldeia in Taguatinga, where in February 2002 they performed alongside shoegaze outfits like Mentes Póstumas and Stone Fish. That night symbolized a collision of introspective genres — post-punk’s starkness meeting shoegaze’s haze — and cemented Rosa dos Ventos as a cult presence in the city’s alternative circuit.
📀 Recorded Legacy
Their most enduring artifact is the track “Canção Noturna”, featured on the compilation De Profundis – Versão Brasileira. The song distilled their aesthetic: nocturnal melancholy, experimental textures, and a lyrical sense of estrangement. Though their recorded output was limited, this single contribution remains a touchstone for aficionados of Brazilian post-punk.
✨ Why They Matter
Rosa dos Ventos embodied Brasília’s contradictions: a city of vast emptiness and hidden intensity. Their music was not designed for mass appeal but for those attuned to the subterranean currents of post-punk. Like many cult bands, their brevity is part of their allure — a fleeting gust of wind that leaves echoes long after it has passed.
For a magazine like MOJO, Rosa dos Ventos would be profiled as one of those hidden gems of global post-punk, a band whose obscurity only deepens their mystique. They remind us that the genre’s spirit — introspection, experimentation, and existential urgency — found fertile ground far beyond Manchester or Berlin, reaching the heart of Brazil’s capital.
Em uma noite eletrizante, a banda incendiou o palco com seus maiores sucessos. Cada acorde ecoava como um hino, e a plateia, em êxtase, transformou o espetáculo em um coro apaixonado que fez tremer as paredes do local.
Nos palcos, a Baratas de Chernobyl entrega shows intensos, poéticos e viscerais, criando uma conexão direta com o público e reafirmando Ceilândia como um polo criativo e contestador. A banda vem se consolidando na cena local com apresentações em eventos independentes, festivais alternativos e ocupações culturais, sempre fortalecendo a cena underground.
Direto de Ceilândia, um dos territórios mais pulsantes da música independente do Distrito Federal, surge a Baratas de Chernobyl — banda que traduz o caos urbano, a resistência periférica e o espírito faça-você-mesmo do underground brasileiro.
Baratas de Chernobyl: o grito visceral da Ceilândia
Nos palcos, a Baratas de Chernobyl não apenas toca — ela incendeia. Cada apresentação é uma explosão de intensidade, poesia e visceralidade que atravessa o público como um raio, criando uma conexão direta e arrebatadora. É nesse choque elétrico que a banda reafirma Ceilândia como um verdadeiro polo criativo e contestador, um território onde a arte pulsa com força e resistência.
Consolidando-se como uma das vozes mais potentes da cena independente, o grupo marca presença em eventos alternativos, festivais e ocupações culturais, sempre fortalecendo o underground e mantendo viva a chama da contracultura.
Direto de Ceilândia, coração pulsante da música independente do Distrito Federal, surge a Baratas de Chernobyl — uma banda que traduz o caos urbano, a resistência periférica e o espírito “faça-você-mesmo” do underground brasileiro. É mais que música: é manifesto, é catarse, é a prova viva de que a periferia cria, resiste e transforma.
Baratas de Chernobyl: Ceilândia em chamas sonoras
Prepare-se: quando a Baratas de Chernobyl sobe ao palco, não é apenas um show — é um terremoto cultural. A intensidade é crua, a poesia é cortante e cada acorde é visceral, criando uma catarse coletiva que transforma público e banda em uma só voz.
A cada apresentação, seja em festivais alternativos, eventos independentes ou ocupações culturais, o grupo reafirma Ceilândia como um território criativo e contestador, fortalecendo a cena underground com a força de quem não pede licença para existir.
Direto de uma das regiões mais pulsantes do Distrito Federal, a Baratas de Chernobyl emerge como tradução perfeita do caos urbano, da resistência periférica e do espírito “faça-você-mesmo” que molda o underground brasileiro. É música, é manifesto, é a prova viva de que a periferia não apenas resiste — ela cria, vibra e transforma.
Baratas de Chernobyl: o underground que pulsa em Ceilândia
O impacto no palco
Quando a Baratas de Chernobyl entra em cena, não há espaço para indiferença. O público é arrebatado por uma performance intensa, poética e visceral. É mais do que música: é uma experiência coletiva que reafirma Ceilândia como um território criativo e contestador.
A consolidação na cena
A banda vem se firmando como um dos nomes mais fortes da cena independente do Distrito Federal. Seja em festivais alternativos, eventos autônomos ou ocupações culturais, a Baratas de Chernobyl fortalece o underground e mantém viva a chama da contracultura. Faz parte do coletivo Unindo Tribos agora um ponto de cultura. Em uma noite eletrizante, a banda incendiou o palco da Casa do Cantador com seus maiores sucessos. Cada acorde ecoava como um hino, e a plateia, em êxtase, transformou o espetáculo em um coro apaixonado que fez tremer as paredes do local.
Ceilândia como berço criativo
Direto de uma das regiões mais pulsantes da música independente, o grupo traduz o caos urbano, a resistência periférica e o espírito “faça-você-mesmo” que molda o underground brasileiro. Cada riff é um manifesto, cada verso é uma declaração de resistência.
Porque assistir a um show da Baratas de Chernobyl é testemunhar a força da periferia transformada em arte. É sentir a energia bruta de uma banda que não apenas toca, mas grita, vibra e transforma.
A banda Baratas de Chernobyl, um dos grandes nomes do rock ceilandense, chega com tudo à Mostra Cultural de Ceilândia! Com uma trajetória marcada por premiações, turnês e reconhecimento nacional, o grupo promete um show eletrizante, misturando rock oitentista, influências dos anos 90 e uma pegada dançante cheia de identidade.
A banda já conquistou espaço no cenário musical, vencendo o Primeiro Festival de Ceilândia para Brasília, tocando no Festival Deepland em São Paulo e marcando presença em diversos projetos culturais. Suas músicas já integraram a programação da Rádio Kiss FM e até trilhas sonoras de programas de TV.
Baratas de Chernobyl conta com:: Elvis Rutherford – Vocal, Alé Santos – Guitarra, Robson Gomes – Guitarra e Teclado, Márcio Vilas Boas – Baixo e Ney Corrêa – Bateria
Prepare-se para uma apresentação intensa e cheia de energia! A Mostra Cultural de Ceilândia será palco de mais um momento histórico para o rock local. 🎶
Banda Ceilandense, teve seu início em agosto de 2014, e possui repertório próprio oitentista Post Punk.A banda venceu o Primeiro Festival de Ceilândia para Brasília; Participou do Festival DEEPLAND, na cidade de São Paulo; esteve nas comemorações aos 30 anos da música “Carta aos Missionários”, da banda UNS e OUTROS; a música "14 DE NISÃ", foi tema de abertura do programa DISTRITO CULTURAL da emissora REDE GLOBO; teve a música LUA AZUL indicada para concorrer como MEJOR BALADISTA POP, pelo LATIN MUSIC AWARDS – FOX MUSIC USA; e tocou em outras cidades do Brasil, como Curitiba, São João do Meriti (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Formada em agosto de 2014 na efervescente cena de Ceilândia, a Baratas de Chernobyl construiu sua identidade sonora a partir de um repertório autoral fortemente influenciado pelo post-punk oitentista. Com estética marcada por atmosferas densas e melancólicas, o grupo rapidamente ganhou projeção no circuito independente do Distrito Federal.
O reconhecimento veio cedo: a banda venceu o Primeiro Festival de Ceilândia para Brasília, consolidando seu nome na cena local. Desde então, ampliou horizontes ao participar de eventos relevantes, como o DEEPLAND, na capital paulista, e ao integrar as comemorações dos 30 anos de “Carta aos Missionários”, clássico da Uns e Outros.
A presença da Baratas de Chernobyl também se estende à televisão: a faixa “14 de Nisã” foi escolhida como tema de abertura do programa “Distrito Cultural”, exibido pela Rede Globo. Já “Lua Azul” alcançou reconhecimento internacional ao ser indicada na categoria Mejor Baladista Pop pelo Latin Music Awards – Fox Music USA.
Com uma trajetória em constante expansão, a banda já levou seu som a diferentes cidades brasileiras, incluindo Curitiba, São João do Meriti, Rio de Janeiro e São Paulo, reforçando sua presença no cenário alternativo nacional.
Baratas de Chernobyl: o pós-punk que pulsa em Ceilândia
Nascida em agosto de 2014 no coração efervescente de Ceilândia, a Baratas de Chernobyl emergiu como uma das vozes mais autênticas do rock autoral do Distrito Federal. Com influências marcantes de Legião Urbana, Hojerizah e Violeta de Outono, o grupo construiu uma identidade sonora que mistura densidade atmosférica, melancolia e poesia visceral — elementos que se tornaram sua assinatura no cenário alternativo.