domingo, 3 de agosto de 2008

BANDA ESTAMIRA!

Nova banda das ex-Poena Ludmila Gaudad (vocal) e Clarissa Carvalho (guitarras). Neste novo projeto, as duas se juntam a mais quatro amigas e fazem um som que procura ser pesado, de qualidade e original. Os shows devem rolar agora em 2008. Aguardem!

Integrantes:
Clarissa Carvalho - Guitarra
Kallyfa - Bateria
Ludmila Gaudad - Vocal
Manu Castro - Baixo
Sara Lee - Guitarra
Suzi - Vocal

email:

Definição:A banda Estamira pode ser entendida como um "lugar", uma idéia, um estado de espírito onde o ser humano pode ser mais autêntico. Talvez sejamos aquilo que as pessoas não querem ver. Isto porque este projeto é resultado da união de seis mulheres que ousam ocupar um espaço que ao longo da história do rock nunca lhes foi destinado: o palco. Cada uma confrontou ao longo de sua própria vida os padrões socialmente impostos às mulheres. Suas próprias existências, tal como se dão, é uma afronta às expectativas sociais do "ser mulher". Neste contexto, montar uma banda só de mulheres deixa de ser um "radicalismo ultrapassado" para se tornar mais uma forma de ativismo.Além do som que se pretende pesado e de letras instigantes, todas as integrantes da banda já contribuíram de diferentes formas para a produção artística de Brasília, decidindo-se novamente por criar algo de qualidade e, principalmente, original.

sábado, 19 de julho de 2008

DÍNAMO Z

O quarteto DÍNAMO Z faz rock alternativo em canções pop altamente influenciadas por indie rock, britpop e o pós-punk dos anos 80 com boas letras em português carregadas de ironia. Destaque para o entrosamento dos arranjos guiados pelo violão e pela guitarra, completados por tudo que as canções pediam do baixo e batera seguro.
Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80. Um dos destaques no circuito independente das cidades-satélites. Letras psicodélicas em canções consistentes e agradáveis.
A banda surgiu da necessidade de dois indivíduos, Bruno e Robson, expressarem sua fúria, idéias e emoções contra a sociedade e o sistema opressor, e acima de tudo mostrar para as pessoas ao redor que existiam.
Assim nasceu uma banda de punk-hardcore que se chamava MALCRIADOS E MUDOS que contava com a seguinte formação : Bruno-vocal (hoje vocal e violão), Robson-guitarra base (hoje baixo), Markin-baixo (hoje um grande tatuador), Hallisson-guitarra solo (hoje a mesma coisa), Eduardo-bateria (hoje um nerd).
O tempo foi passando, integrantes mudando, influências também, e o que começou como uma banda punk em 2003, tornou-se DÍNAMO Z, uma banda de rock com influências indie, que mantém os mesmos integrantes, com exceção da bateria que contou com as competentes baquetas de Tiago Dias. Hoje conta com Robson Gomes na guitarra e Hallisson na batera. O nome DÍNAMO Z emergiu de calorosas discussões regadas a vinho e rock and roll, e não poderia ser outro nome para expressar a energia que queremos passar. Dínamo nada mais é do que : um mecanismo que transforma energia mecânica em eletricidade e o 'z' é uma simples homenagem ao louco da música, Frank Zappa. O nosso som é indie-rock com influências de bandas inglesas e gaúchas com letras que falam de amor e do cotidiano urbano, com poesias ácidas e com muito humor.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

MARACATU LUA DE LUANDA

Criado em 11 de Setembro de 2005, o Lua de Luanda é um grupo que propõe a aproximação da população de Brasília-DF de alguns ritmos muito tradicionais no Recife, tais como o maracatu de baque virado, o coco e a ciranda.
A formação e a musicalidade do grupo são releituras do tradicional. Entretanto, essas releituras se prendem ao original, sem que haja um distanciamento muito grande. Tocamos ritmos do nordeste brasileiro, como o coco, a ciranda e, principalmente, o maracatu de baque virado ou maracatu nação. Alfaias, abês, ganzás, apito, gonguês e caixas compõem o maracatu de baque virado do Lua de Luanda.
Com influência de importantes nomes da música pernambucana (Maracatu Bate Livre Batucada Badia, conhecido como Maracatu Badia; Comadre Fulozinha; Cordel do fogo encantado; Coco Raízes de Arcoverde; Maracatu Nação Estrela Brilhante; Selma do coco, Lia de Itamaracá), o Lua de Luanda retoma, afirma e confirma uma tradição peculiar, feita do povo para o povo, com paixão e fidelidade. Lua de Luanda é um representante do maracatu tradicional de Pernambuco, mas com elementos e arranjos novos.
O grupo não é contra as recriações artísticas ou contra o hibridismo cultural existente. A nossa proposta é resgatar o maracatu, mostrar para aqueles que não conhecem e não deixar morrer uma cultura fascinante do nosso povo. Formado por uma galera jovem, a alegria é a marca dos ensaios e apresentações do grupo que, despretensiosamente, tem participado de diversos eventos na Capital Federal. O Lua de Luanda nasceu em Taguatinga, lugar um pouco distante do eixo cultural da cidade, mas que sempre teve uma movimentação cultural. O grupo ensaia às 16h de todos os domingos, na praça do Bicalho, Taguatinga Norte. Os ensaios são realizados numa praça aberta. INTEGRANTES : TOTAL DE 15 PESSOAS CONTATOS: ADRIANA FRANÇA (PRODUÇÃO) TEL.: 061-8127 9608 / 3371 4728 / 3315 2602(TRB) E-mail: adriana.silva@saude.gov.br LIRYS CATHARINA (DIREÇÃO) 061 – 8133 2993

B-SIDES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

NOSSAS MENTES INSANAS

Nossas mentes insanas
Podendo chegar Melhor logo partir Quando a lua sorri, Sinto a loucura... Vimos a estrela, milhares de anos-luz Podia sentir sua energia Como quando apertava sua mão Vê aquela estrela distroçada no chão Já não posso sentir sua energia Como quando segura a minha mão Inveja! Tristeza! Dor! Traição! Vê aquela estrela ofuscada ? É assim sem brilho que os homens estão nossa inteligência suprema nossa prepotência ingênua só nos levam ao caminho já traçado sucumbir em nossa própria escuridão! E no auge de nossa ambição Cavaremos com as nossa unhas O túmulo da evolução Retrocesso, perdição ou salvação ? Ressuscitando cadáveres Com sopro de vida deficiente Homens! O que passa em suas mentes ?
Danielle Casimiro

STEREOFONIA

A poesia e o rock and roll fazem do som da Estereofonia, um notável trabalho autoral, que soa bem aos ouvidos sensíveis à boa cultura.Arranjos singulares, solos eloqüentes e a voz inconfundível do vocalista, se completam ao som do contra-baixo e bateria, numa perfeita harmonia.
Um som setentista e ao mesmo tempo contemporâneo, com influências que vão da bossa-nova ao rock inglês - Essa é a Banda Estereofonia. Venham conferir o autêntico trabalho de uma banda que está marcando presença por onde passa.
Ilton Barbosa

domingo, 29 de junho de 2008

SARAU PSICODÉLICO-1º DE MAIO DE 2008-BLUES PUB

O Sarau Psicodélico produzido pela agitadora cultural Cida Carvalho,vem sacudindo cena independente com músicos e poetas de Taguatinga. Realizado no Blues Pub, o sarau está revelando grandes talentos e resgatando grandes artistas da nossa cidade. Em maio foi a vez das bandas Casa Vermelha e Barbarella mostrarem que no dia do trabalho, só roqueiro sua a camisa. Além do Rock and Roll, poetas e poetizas da nossa cidade fizeram apresentações belíssimas e teatrais. A banda Casa Vermelha foi quem deu início a parte musical, demonstrando muita maturidade e rasgando o verbo nas canções. O blues bem cantado em português pelo vocalista Rafa Moraes, só enriqueceu a alma dos poetas presentes no local. Deixando o público sob o efeito mágico "Led Zeppelin", a banda provou que na "casa vermelha" reside o mais puro e cru rock setentista. Mais um orgulho da música autoral de Taguatinga. As histórias de Brasília se transformam em lendas urbanas, as lendas viram poesias, e as poesias se tornam canções. Concretas como as obras de Nyemeier, a poesia da banda Barbarella trouxe pros ouvidos os encantos e desencantos da cidade sem cantos. O indie rock dançante e psicodélico gerou combustão de idéias pra quem estava afim de "aprontar" na noite. Quem ouviu as músicas, saiu voando na imaginação, sobre as ruas da cidade. Um show original; com a marca d’água do DF. Para finalizar o Sarau do 1 de maio, mais uma rodada de artistas agradecendo com poesias, a noite de rock e psicodelia. Noite fria e perfeita, onde a poesia cresceu regada de rock. Parabéns Cida Carvalho! Neste mar de talentos, o Sarau é preciso.
Por Bruno Brasmith

segunda-feira, 23 de junho de 2008

PENSE RÁPIDO COM FELLIPE CDC

No Pense Rápido! do Radar, Fellipe José Salles de Sant'anna, o Fellipe C.D.C, mostrou que além de ter um nome cheio de "nove horas" tem também jogo de cintura. Lenda viva do underground candango, Fellipe C.D.C (Death Slam e Terror Revolucionário), nem suou a camisa pra responder as perguntinhas do nosso Pense Rápido! Confira:
Radar: Qual o primeiro disco que você comprou com seu próprio suor?
Fellipe: Minha mãe tinha um bar, aí um dia ela vacilou e eu peguei uma graninha escondido e comprei o Back in Black do AC/DC. Foi uma grana muito suada!
Radar: Com quantos anos você decidiu não cortar o cabelo?
Fellipe: Desde pequenininho eu decidi que não queria mais ver tesoura.
Radar: Qual o seu programa preferido da TV aberta? Não vale os Simpsons.
Fellipe: C.Q.C, da TV Bandeirantes.
Radar: Por qual banda você rasparia o cabelo pra ver um show?
Fellipe:Nenhuma.
Radar: Qual disco você mais escuta atualmente?
Fellipe: Olha, tô voltando ás minhas origens e escutando muito AC/DC
Radar: Qual o disco que você tem, mas que ninguém imagina encontrar na sua prateleira?
Fellipe: Falcão, Hermeto Pascoal e uns do Roberto Carlos da época de Jovem Guarda.
Radar: Quais filmes você indica pra gente ver?
Fellipe: A Cidade de Deus, Estômago, O Cheiro do Ralo, Tropa de Elite, Carandirú, Germinal...puta que pariu!, tem um monte!
Radar: Você acredita em Deus?
Fellipe: Pelo lado religioso não, mas pelo lado espiritual sim. Acredito em Deus, mas não acredito em Igreja.
Radar: Na sua opinião, qual a melhor e a pior banda do pop-rock nacional dos anos 80?
Fellipe: A melhor é o IRA! e a pior é com certeza, os Engenheiros do Hawaii.
Radar: Pra você, qual a maior banda de todos os tempos?
Fellipe: Black Sabbath, sem dúvida.
Radar: O que te deixa mais puto?
Fellipe: A galera ir pro show e ficar do lado de fora bebendo e gastando o que poderia ser a grana do ingresso para apreciar o evento. Na verdade as pessoas gastam bem mais do lado de fora do que dentro.
Radar: Alguma vez você esqueceu seu guarda-chuva em casa e foi surpreendido por um "Pé d'água?
Fellipe: Sim! Várias vezes. Principalmente nessas épocas que não tem nem sinal de chuva, aí derrepente cai um temporal! Isso também me deixa muito puto!
Reportagem: Bruno Brasmith.