sexta-feira, 15 de agosto de 2008

NINGUÉM DE VÊNUS / RADIOSSAURUS

Ninguém de Vênus reflete os quase seis anos de criação, experiências e ajustes musicais, iniciados em 2001 com o projeto Radiossaurus - uma identidade adotada pelo grupo durante um período experimental. As referências musicais da banda são o Mod-Rock, o Shuffle, o Rock com pinceladas de punk e boas melodias com letras dotadas de conteúdos reflexivos, pessoais e descritivos. O som pode ser classificado como Hint-Rock, com arranjos diretos, mas com nuances instrumentais repletas de referências. A banda parte agora para novos shows e para os estúdios de gravação, com sua formação final: Robson Benjamin (guitara/vocal de apoio), Almir Santos (vocal), Iuri Torres (baixo/vocal de apoio), Marco Cantanhede (guitarra/teclado) e Johnny Drummer (bateria/percussão). Com uma palatável mistura de Mod-Rock, Shuffle, baladas idealistas e até de Punk Rock, o experimento Radiossaurus deixou suas marcas no cenário musical do Distrito Federal: arregimentou um número significativo de fãs, fez dezenas de shows e até ganhou a 1ª edição do Festival Rolla Pedra. Mas, como afirma Robson Benjamin (guitarrista e compositor): "apesar do grupo deixar uma ótima impressão, ainda estávamos aprimorando o som e a música que nós queríamos mostrar. Também o nome parecia criar na platéia a expectativa de um tipo de som e música que gostamos de fazer, mas aos quais não queríamos estar condicionados". "Nós queremos ser parte de um novo movimento no Rock" – diz Robson Benjamin – "Queremos que as pessoas se lembrem de que o Rock pode ser algo bonito e significativo. O Ninguém de Vênus está justamente querendo recriar esta aura. A maioria das bandas de rock de hoje se parecem com caras comuns que aprenderam uns acordes ou uns riffs em algum instrumento. Eu não quero que esse seja o caso do Ninguém de Vênus. Nós queremos que as pessoas saibam quem nós somos, pela nossa atitude e principalmente pelas canções que criamos e que queremos compartilhar". Finalmente, no início de 2006, o grupo concluiu que havia alcançado o nível e o som que almejavam chegar, com a devida e conseqüente mudança de identidade. O Ninguém de Vênus reflete quase seis anos de criação, substituições de músicos, ajustes musicais e experiências que podem ser percebidos na primeira audição.
FICHA TÉCNICA PRODUZIDO POR: NINGUÉM DE VÊNUS DIREÇÃO MUSICAL: NINGUÉM DE VÊNUS ESTÚDIO E MIXAGEM: ORBIS

ALMIR SANTOS - VOCAL ROBSON BENJAMIM – GUITARRA/VOCAL DE APOIO JHONNY DRUMMER (JOÃO FIGUEIREDO) – BATERIA IURI TORRES- BAIXO/VOCAL DE APOIO MARCO CANTANHÊDE – GUITARRA/TECLADO
- FESTIVAL ROLLA PEDRA - SESI CULTURAL (RADIOSSAURUS) - AFITOSA FEST’ROCK - BLUES PUB - O’RILLEY PUB - CERVEJARIA CAIXA D’ÁGUA - BOLSHOI PUB/GOIANIA - MOTO CLUB CAPITAL
Contatos: Almir Santos – 61 – 9121-0694 Robson Benjamin - 61-8424-7628 e-mail: ninguem.venus@gmail.com orkut: Ninguém de Vênus

domingo, 3 de agosto de 2008

BANDA ESTAMIRA!

Nova banda das ex-Poena Ludmila Gaudad (vocal) e Clarissa Carvalho (guitarras). Neste novo projeto, as duas se juntam a mais quatro amigas e fazem um som que procura ser pesado, de qualidade e original. Os shows devem rolar agora em 2008. Aguardem!

Integrantes:
Clarissa Carvalho - Guitarra
Kallyfa - Bateria
Ludmila Gaudad - Vocal
Manu Castro - Baixo
Sara Lee - Guitarra
Suzi - Vocal

email:

Definição:A banda Estamira pode ser entendida como um "lugar", uma idéia, um estado de espírito onde o ser humano pode ser mais autêntico. Talvez sejamos aquilo que as pessoas não querem ver. Isto porque este projeto é resultado da união de seis mulheres que ousam ocupar um espaço que ao longo da história do rock nunca lhes foi destinado: o palco. Cada uma confrontou ao longo de sua própria vida os padrões socialmente impostos às mulheres. Suas próprias existências, tal como se dão, é uma afronta às expectativas sociais do "ser mulher". Neste contexto, montar uma banda só de mulheres deixa de ser um "radicalismo ultrapassado" para se tornar mais uma forma de ativismo.Além do som que se pretende pesado e de letras instigantes, todas as integrantes da banda já contribuíram de diferentes formas para a produção artística de Brasília, decidindo-se novamente por criar algo de qualidade e, principalmente, original.

sábado, 19 de julho de 2008

DÍNAMO Z

O quarteto DÍNAMO Z faz rock alternativo em canções pop altamente influenciadas por indie rock, britpop e o pós-punk dos anos 80 com boas letras em português carregadas de ironia. Destaque para o entrosamento dos arranjos guiados pelo violão e pela guitarra, completados por tudo que as canções pediam do baixo e batera seguro.
Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80. Um dos destaques no circuito independente das cidades-satélites. Letras psicodélicas em canções consistentes e agradáveis.
A banda surgiu da necessidade de dois indivíduos, Bruno e Robson, expressarem sua fúria, idéias e emoções contra a sociedade e o sistema opressor, e acima de tudo mostrar para as pessoas ao redor que existiam.
Assim nasceu uma banda de punk-hardcore que se chamava MALCRIADOS E MUDOS que contava com a seguinte formação : Bruno-vocal (hoje vocal e violão), Robson-guitarra base (hoje baixo), Markin-baixo (hoje um grande tatuador), Hallisson-guitarra solo (hoje a mesma coisa), Eduardo-bateria (hoje um nerd).
O tempo foi passando, integrantes mudando, influências também, e o que começou como uma banda punk em 2003, tornou-se DÍNAMO Z, uma banda de rock com influências indie, que mantém os mesmos integrantes, com exceção da bateria que contou com as competentes baquetas de Tiago Dias. Hoje conta com Robson Gomes na guitarra e Hallisson na batera. O nome DÍNAMO Z emergiu de calorosas discussões regadas a vinho e rock and roll, e não poderia ser outro nome para expressar a energia que queremos passar. Dínamo nada mais é do que : um mecanismo que transforma energia mecânica em eletricidade e o 'z' é uma simples homenagem ao louco da música, Frank Zappa. O nosso som é indie-rock com influências de bandas inglesas e gaúchas com letras que falam de amor e do cotidiano urbano, com poesias ácidas e com muito humor.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

MARACATU LUA DE LUANDA

Criado em 11 de Setembro de 2005, o Lua de Luanda é um grupo que propõe a aproximação da população de Brasília-DF de alguns ritmos muito tradicionais no Recife, tais como o maracatu de baque virado, o coco e a ciranda.
A formação e a musicalidade do grupo são releituras do tradicional. Entretanto, essas releituras se prendem ao original, sem que haja um distanciamento muito grande. Tocamos ritmos do nordeste brasileiro, como o coco, a ciranda e, principalmente, o maracatu de baque virado ou maracatu nação. Alfaias, abês, ganzás, apito, gonguês e caixas compõem o maracatu de baque virado do Lua de Luanda.
Com influência de importantes nomes da música pernambucana (Maracatu Bate Livre Batucada Badia, conhecido como Maracatu Badia; Comadre Fulozinha; Cordel do fogo encantado; Coco Raízes de Arcoverde; Maracatu Nação Estrela Brilhante; Selma do coco, Lia de Itamaracá), o Lua de Luanda retoma, afirma e confirma uma tradição peculiar, feita do povo para o povo, com paixão e fidelidade. Lua de Luanda é um representante do maracatu tradicional de Pernambuco, mas com elementos e arranjos novos.
O grupo não é contra as recriações artísticas ou contra o hibridismo cultural existente. A nossa proposta é resgatar o maracatu, mostrar para aqueles que não conhecem e não deixar morrer uma cultura fascinante do nosso povo. Formado por uma galera jovem, a alegria é a marca dos ensaios e apresentações do grupo que, despretensiosamente, tem participado de diversos eventos na Capital Federal. O Lua de Luanda nasceu em Taguatinga, lugar um pouco distante do eixo cultural da cidade, mas que sempre teve uma movimentação cultural. O grupo ensaia às 16h de todos os domingos, na praça do Bicalho, Taguatinga Norte. Os ensaios são realizados numa praça aberta. INTEGRANTES : TOTAL DE 15 PESSOAS CONTATOS: ADRIANA FRANÇA (PRODUÇÃO) TEL.: 061-8127 9608 / 3371 4728 / 3315 2602(TRB) E-mail: adriana.silva@saude.gov.br LIRYS CATHARINA (DIREÇÃO) 061 – 8133 2993

B-SIDES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

NOSSAS MENTES INSANAS

Nossas mentes insanas
Podendo chegar Melhor logo partir Quando a lua sorri, Sinto a loucura... Vimos a estrela, milhares de anos-luz Podia sentir sua energia Como quando apertava sua mão Vê aquela estrela distroçada no chão Já não posso sentir sua energia Como quando segura a minha mão Inveja! Tristeza! Dor! Traição! Vê aquela estrela ofuscada ? É assim sem brilho que os homens estão nossa inteligência suprema nossa prepotência ingênua só nos levam ao caminho já traçado sucumbir em nossa própria escuridão! E no auge de nossa ambição Cavaremos com as nossa unhas O túmulo da evolução Retrocesso, perdição ou salvação ? Ressuscitando cadáveres Com sopro de vida deficiente Homens! O que passa em suas mentes ?
Danielle Casimiro

STEREOFONIA

A poesia e o rock and roll fazem do som da Estereofonia, um notável trabalho autoral, que soa bem aos ouvidos sensíveis à boa cultura.Arranjos singulares, solos eloqüentes e a voz inconfundível do vocalista, se completam ao som do contra-baixo e bateria, numa perfeita harmonia.
Um som setentista e ao mesmo tempo contemporâneo, com influências que vão da bossa-nova ao rock inglês - Essa é a Banda Estereofonia. Venham conferir o autêntico trabalho de uma banda que está marcando presença por onde passa.
Ilton Barbosa