Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

DÍNAMO Z - 15/11/2008 - BRASÍLIA FASHION FESTIVAL

VEJA A COBERTURA NO LINK: http://www.brasiliafashionfestival.com.br/bff2009/galeria2/index.html

Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

ROCK DA KOMBI!-3/10/2008

Rock da Kombi! Estávamos no jardim olhando a lua, quando de repente, brilha o olho do farol da Kombi na nossa cara. Nessa hora entendi, porque este veículo carrega um time de futebol. Os primeiros a descerem são Tiago e Tomé, depois dessa impactante visão, a sentença era fatal: o rock iria rolar e com certeza outras surpresas também; desceram ainda Adriana, Robson e mais três meninos da Banda Barbarella - o massacre ainda não fora iniciado.

Ás 3 horas da tarde, o ritual começou pelas mãos de Marcos Estevão preparando o jantar; o prato escolhido por ele: vatapá!

Rock Made Of A Stone Rock Feito De Pedra! (Fotos: Ana Luíza - texto: Mário Pacheco)

Setembro foi. Eu fiquei esperando pela chuva que veio e pelo rock... Tudo indicava que não conseguiríamos fazer o SOM do semestre. Quando de repente acidentes acontecem, a festa de aniversário da Kátia é cancelada e o Conselho delibera pela realização da festa lá em casa, é claro que tinha que ser ROCK DOPRÓPRIOBOL$O.

Véspera da festa, telefonei a Robson Gomes que prontamente confirmou a presença da Banda Barbarella; Zezinho Blues já estava escalado desde o início.... Sexta, 3º out. / 2008 - Rock da Kombi! Passava das 21 horas, estávamos no jardim olhando a lua, quando de repente: o olho do farol de uma Kombi branca brilha na nossa cara! Na hora entendi porque este veículo carrega um time de futebol. Os primeiros a descerem foram Tiago e Tomé, (uma dupla de roadies e técnicos, eles seriam outra grata satisfação) descem também Adriana, Robson Gomes e mais três meninos da Banda Barbarella: Alessandro, Sérgio e Bob, depois dessa impactante visão, a sentença fatal: o rock vai rolar e com certeza outras surpresas também; - o massacre ainda não fora iniciado.

Vamos ao Rock 'n' Roll!

O duro dessas linhas é que no dia seguinte eu não me lembro de muita coisa. Depois do caos vem a catarse: Zezinho Blues estava com a voz mais limpa e potente, desta feita o som ajudou. Zezinho Blues não ficou solitário por muito tempo:, Tomé no contrabaixo e Tiago na bateria se juntaram a ele. Começava uma grata surpresa: uma grande apresentação do Tiago na bateria. Com a cozinha mais azeitada, Zezinho Blues passou a desfilar Barão Vermelho a Marcelo Nova, também tocaram Ave de Veludo e Som Nosso De Cada Dia. Zezinho Blues armado da sua gaita, colocou todo mundo pra dançar! Eles eram só sorrisos.

Não só as gatinhas gostam de rock...

Num momento de excitação Tomé é flagrado, figura chave do rock feito na Ceilândia.

Detrás da pilastra na beira da pista de dança, aparecem Vanesca e Leonardo.

A Casa Vem Abaixo!

De repente, o trio da segunda apresentação começou a detonar: Patrulha do Espaço! Mutantes!

Na cozinha estavam Tiago e Tomé e se juntaram a eles Sérgio Passos na guitarra que mandou pesado; Bob Stigma também se revezaria no contrabaixo. Era rock cru da melhor qualidade! E o melhor de tudo ao vivo, próximo. Talvez pelo repertório e a 'jam' inusitada e por tocarem material do Made In Brazil, foi o momento que eu mais curti.

Em cena BARBARELLA

Desta feita, eu sabia que o som do Barbarella se daria melhor em ambiente fechado e com as duas guitarras. A apresentação deles foi dosada, segura e equilibrada. Havia um teclado moog, casualmente tocado e um jogo de luzes esparramando psicodelia. Além deles tocarem material de Tim Maia do álbum "Racional", um dos grande momentos do Barbarella é a versão para You Really Got Me onde eles mantém os arranjos originais, numa canção emblemática que poderia ser problemática se não fosse uma interpretação apropriada e enérgica.

Dessa feita, Adriana (esposa do Robson, não mostrou seus dotes musicais: cantando canções populares. Ela está muito feliz com o bebê que aguarda...).

Passaram pela nossa porta: Luiza, Cristina, Adalzeni, Maíra e João Vítor; Lurdinha, Caio e Davi. Narcísia conversou muito com João 'Piauí' que tempos depois reencontrava seu ex-aluno, Tomé.

Desde o início, minha esposa, Rosângela Menezes e o casal Maurício e Marilange estavam envolvidos na organização desta confraternização.

Lucinha dançou com Marcos Estevão. E meu cunhado, Zé Roberto e sua esposa Vânia foram os últimos a chegar. Não longe de amanhecer, o som da última 'jam session' pacificamente rolava.

O rock quando executado com amor é milagroso! NÓS TODOS BRILHAMOS!

texto: MÁRIO PACHECO

Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

ROCK NO CIO! - MÓDULO B - 25-10-2008 CEILÂNDIA-DF

VIVA O ROCK CEILÂNDIA!!!!!!!!!!

Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

SARAU RADICAL - RADICAIS LIVRES - SÃO SEBASTIÃO/DF

:
BARBARELLA EM SÃO SEBASTIÃO !!!!!!!!!!!!
DIA 14 DE NOVEMBRO DE 2008
SEXTA-FEIRA
SARAU RADICAL

Domingo, 28 de Setembro de 2008

ROCK NO CIO! - 5 DE OUTUBRO DE 2008 - CEILÂNDIA/DF

Sábado, 6 de Setembro de 2008

DANILO CAOS-ARTISTA PLÁSTICO-BRAZLÂNDIA/DF

Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

NOSSAS MENTES INSANAS-DANIELLE CASIMIRO

DESCANSAR - PABLO EMMANUEL

Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

INDIE ROCK 061! MÓDULO B - RUTHERFORD E DÍNAMO Z NO BARDARANA-TAGUATINGA/DF-29/08/2008

MÓDULO B apresenta INDIE ROCK 061 com as bandas RUTHERFORD e DÍNAMO Z 29/08/2008 SEXTA-FEIRA 22:00 R$3,00 mulheres não pagam! local: BARDARANA EQNL 17/19 bl A lj. 05 TAGUATINGA NORTE/DF

Terça-feira, 26 de Agosto de 2008

poema

texto:
LORRANE

Sábado, 23 de Agosto de 2008

INDIE ROCK! MÓDULO B - DÍNAMO Z E BARBARELLA NO BARDARANA-TAGUATINGA/DF-17/05/2008

ROCK NA RUA! MÓDULO B! 2008!

RUA DA CULTURA - CNF-TAGUATINGA/DF-30 DE SETEMBRO DE 2007

Resistência Cultural
Artistas de Taguatinga e de outras satélites se unem em prol da abertura do trabalho independenteDentre adversidades e falta de incentivo estatal, a cena cultural de Taguatinga persiste, abrindo espaço para os artistas da cena alternativa da cidade. São muitos projetos e muitos artistas envolvidos, dentre eles, músicos, atores, fotógrafos, grafiteiros, poetas e pessoas interessadas no resgate e solidez da cultura local.Hoje a referência no que diz respeito à cultura da cidade é a Praça da CNF, onde encontramos figuras marcantes. Um dos locais que pode ser considerado o berço da cena é o Bar do Careca, que recebe com freqüência bandas e artistas variados. Por lá encontramos, Robson Gomes, integrante da banda Barbarela. O músico faz parte do projeto Módulo B, uma cooperativa de bandas que busca divulgar e promover não apenas os artistas da cidade, e sim integrar o movimento cultural do DF. O projeto promove eventos e ainda possui um zine chamado Radar Satélite.A Praça conta ainda com uma galeria chamada Olho de Águia, cujo proprietário é o repórter fotográfico Ivaldo Cavalcante, que trabalhou sete anos no jornal Correio Braziliense e hoje e fotografo do Caderno Brasilia do Jornal Hoje Em Dia(Sucursal Brasilia), a galeria expõe seus trabalhos fotográficos e conta com o Bar Faixa de Gaza, "o espaço é voltado à cena cultural alternativa daqui", explica Ivaldo. Fotografo a mais de 30 anos, Ivaldo não só registrou os momentos da história da cidade, como também fez parte de sua efervescência cultural nos anos 80, que tinha geralmente como palco o extinto Teatro Rola Pedra e o Teatro da Praça."O único incentivo por parte do governo, no caso a Administração de Taguatinga, é a permissão de locais para a realização dos eventos", afirma Robson da banda Barbarela. O músico pretende inscrever o projeto Módulo B no Fundo de Arte e Cultura (FAC), para assim obter recursos e um apoio sólido. Porém depois da troca de governo, ainda não houve inscrições para o projeto.No ultimo domingo, 30 de setembro, foi realizado na Praça da CNF o Taguatinga tem Conserto, atividade cultural que reuniu dj's, grafiteiros e bandas do Distrito Federal, realizado pela parceria entre o projeto Módulo B, o Bar do Careca e Gérson de Veras que se auto-denomina "terrorista cultural" e promove esse tipo de evento nas satélites.Mesmo com toda mobilização por parte dos artistas o público ainda não é o esperado e geralmente é formado por um grupo pequeno, porém assíduo. Um dos prováveis motivos é a pouca divulgação, que fica pro conta do "boca a boca" ou por meio de panfletos, que muitas vezes não saem do circuito interno da cidade. Apesar dos obstáculos e da falta de recursos, Taguatinga é e continua sendo um pólo de cultura do Distrito Federal.
Por
Keyane Gomes e Dayse Emily

Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

FESTIVAL DE CULTURA DE CEILÂNDIA - CASA DO CANTADOR - PARCERIA MÓDULO B - 7/10/2006

.DEUSES ARREPENDIDOS.
Atravessando a cidade de um extremo ao outro, ia caminhando a passos largos, em companhia dos meus pensamentos. De quando em quando eu olhava para o alto. Será que os deuses não estão afim de diversão hoje ? parece que não... e a chuva começa a cair. Porém o que eles não esperavam era a disposição dos organizadores do 2º Festival de Cultura da Guariroba (Casa do Cantador) que não se deixam abater e mesmo assim realizam o evento. Junte o maracatu do grupo maracandango, que agora responde por LUA DE LUANDA à improvisação dos rappers do RENEGADOZ, o rock duro do vitalogia com o rock juvenil do SUBVERSÃO e do SIX STAGE, o rock setentão do GUARIROBA BLUES, os desenhos do Broba com a exposição de fanzines, poesias, esculturas, misture tudo com um pouco de água da chuva e leve ao FORNO DE CULTURA. Adicione à receita o tempero e a ajuda das parcerias como MÓDULO B, grupo ATITUDE, FAÍSCA, CINE CLUBE RETALHOS, MÚSICA INDEPENDENTE. O resultado dessa mistura é um grande espetáculo da cultura marginal e a certeza de que em um mundo de tantas regras precisamos ser a exceção.
TEXTO:
James Goliardo

PROJETO LADO B MONO

Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

ROCK NA RUA! MÓDULO B!

Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

NINGUÉM DE VÊNUS / RADIOSSAURUS

Ninguém de Vênus reflete os quase seis anos de criação, experiências e ajustes musicais, iniciados em 2001 com o projeto Radiossaurus - uma identidade adotada pelo grupo durante um período experimental. As referências musicais da banda são o Mod-Rock, o Shuffle, o Rock com pinceladas de punk e boas melodias com letras dotadas de conteúdos reflexivos, pessoais e descritivos. O som pode ser classificado como Hint-Rock, com arranjos diretos, mas com nuances instrumentais repletas de referências. A banda parte agora para novos shows e para os estúdios de gravação, com sua formação final: Robson Benjamin (guitara/vocal de apoio), Almir Santos (vocal), Iuri Torres (baixo/vocal de apoio), Marco Cantanhede (guitarra/teclado) e Johnny Drummer (bateria/percussão). Com uma palatável mistura de Mod-Rock, Shuffle, baladas idealistas e até de Punk Rock, o experimento Radiossaurus deixou suas marcas no cenário musical do Distrito Federal: arregimentou um número significativo de fãs, fez dezenas de shows e até ganhou a 1ª edição do Festival Rolla Pedra. Mas, como afirma Robson Benjamin (guitarrista e compositor): "apesar do grupo deixar uma ótima impressão, ainda estávamos aprimorando o som e a música que nós queríamos mostrar. Também o nome parecia criar na platéia a expectativa de um tipo de som e música que gostamos de fazer, mas aos quais não queríamos estar condicionados". "Nós queremos ser parte de um novo movimento no Rock" – diz Robson Benjamin – "Queremos que as pessoas se lembrem de que o Rock pode ser algo bonito e significativo. O Ninguém de Vênus está justamente querendo recriar esta aura. A maioria das bandas de rock de hoje se parecem com caras comuns que aprenderam uns acordes ou uns riffs em algum instrumento. Eu não quero que esse seja o caso do Ninguém de Vênus. Nós queremos que as pessoas saibam quem nós somos, pela nossa atitude e principalmente pelas canções que criamos e que queremos compartilhar". Finalmente, no início de 2006, o grupo concluiu que havia alcançado o nível e o som que almejavam chegar, com a devida e conseqüente mudança de identidade. O Ninguém de Vênus reflete quase seis anos de criação, substituições de músicos, ajustes musicais e experiências que podem ser percebidos na primeira audição.
FICHA TÉCNICA PRODUZIDO POR: NINGUÉM DE VÊNUS DIREÇÃO MUSICAL: NINGUÉM DE VÊNUS ESTÚDIO E MIXAGEM: ORBIS

ALMIR SANTOS - VOCAL ROBSON BENJAMIM – GUITARRA/VOCAL DE APOIO JHONNY DRUMMER (JOÃO FIGUEIREDO) – BATERIA IURI TORRES- BAIXO/VOCAL DE APOIO MARCO CANTANHÊDE – GUITARRA/TECLADO
- FESTIVAL ROLLA PEDRA - SESI CULTURAL (RADIOSSAURUS) - AFITOSA FEST’ROCK - BLUES PUB - O’RILLEY PUB - CERVEJARIA CAIXA D’ÁGUA - BOLSHOI PUB/GOIANIA - MOTO CLUB CAPITAL
Contatos: Almir Santos – 61 – 9121-0694 Robson Benjamin - 61-8424-7628 e-mail: ninguem.venus@gmail.com orkut: Ninguém de Vênus

Domingo, 3 de Agosto de 2008

BANDA ESTAMIRA!

Nova banda das ex-Poena Ludmila Gaudad (vocal) e Clarissa Carvalho (guitarras). Neste novo projeto, as duas se juntam a mais quatro amigas e fazem um som que procura ser pesado, de qualidade e original. Os shows devem rolar agora em 2008. Aguardem!

Integrantes:
Clarissa Carvalho - Guitarra
Kallyfa - Bateria
Ludmila Gaudad - Vocal
Manu Castro - Baixo
Sara Lee - Guitarra
Suzi - Vocal

email:

Definição:A banda Estamira pode ser entendida como um "lugar", uma idéia, um estado de espírito onde o ser humano pode ser mais autêntico. Talvez sejamos aquilo que as pessoas não querem ver. Isto porque este projeto é resultado da união de seis mulheres que ousam ocupar um espaço que ao longo da história do rock nunca lhes foi destinado: o palco. Cada uma confrontou ao longo de sua própria vida os padrões socialmente impostos às mulheres. Suas próprias existências, tal como se dão, é uma afronta às expectativas sociais do "ser mulher". Neste contexto, montar uma banda só de mulheres deixa de ser um "radicalismo ultrapassado" para se tornar mais uma forma de ativismo.Além do som que se pretende pesado e de letras instigantes, todas as integrantes da banda já contribuíram de diferentes formas para a produção artística de Brasília, decidindo-se novamente por criar algo de qualidade e, principalmente, original.

Sábado, 19 de Julho de 2008

DÍNAMO Z

O quarteto DÍNAMO Z faz rock alternativo em canções pop altamente influenciadas por indie rock, britpop e o pós-punk dos anos 80 com boas letras em português carregadas de ironia. Destaque para o entrosamento dos arranjos guiados pelo violão e pela guitarra, completados por tudo que as canções pediam do baixo e batera seguro.
Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80. Um dos destaques no circuito independente das cidades-satélites. Letras psicodélicas em canções consistentes e agradáveis.
A banda surgiu da necessidade de dois indivíduos, Bruno e Robson, expressarem sua fúria, idéias e emoções contra a sociedade e o sistema opressor, e acima de tudo mostrar para as pessoas ao redor que existiam.
Assim nasceu uma banda de punk-hardcore que se chamava MALCRIADOS E MUDOS que contava com a seguinte formação : Bruno-vocal (hoje vocal e violão), Robson-guitarra base (hoje baixo), Markin-baixo (hoje um grande tatuador), Hallisson-guitarra solo (hoje a mesma coisa), Eduardo-bateria (hoje um nerd).
O tempo foi passando, integrantes mudando, influências também, e o que começou como uma banda punk em 2003, tornou-se DÍNAMO Z, uma banda de rock com influências indie, que mantém os mesmos integrantes, com exceção da bateria que contou com as competentes baquetas de Tiago Dias. Hoje conta com Robson Gomes na guitarra e Hallisson na batera. O nome DÍNAMO Z emergiu de calorosas discussões regadas a vinho e rock and roll, e não poderia ser outro nome para expressar a energia que queremos passar. Dínamo nada mais é do que : um mecanismo que transforma energia mecânica em eletricidade e o 'z' é uma simples homenagem ao louco da música, Frank Zappa. O nosso som é indie-rock com influências de bandas inglesas e gaúchas com letras que falam de amor e do cotidiano urbano, com poesias ácidas e com muito humor.

Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

MARACATU LUA DE LUANDA

Criado em 11 de Setembro de 2005, o Lua de Luanda é um grupo que propõe a aproximação da população de Brasília-DF de alguns ritmos muito tradicionais no Recife, tais como o maracatu de baque virado, o coco e a ciranda.
A formação e a musicalidade do grupo são releituras do tradicional. Entretanto, essas releituras se prendem ao original, sem que haja um distanciamento muito grande. Tocamos ritmos do nordeste brasileiro, como o coco, a ciranda e, principalmente, o maracatu de baque virado ou maracatu nação. Alfaias, abês, ganzás, apito, gonguês e caixas compõem o maracatu de baque virado do Lua de Luanda.
Com influência de importantes nomes da música pernambucana (Maracatu Bate Livre Batucada Badia, conhecido como Maracatu Badia; Comadre Fulozinha; Cordel do fogo encantado; Coco Raízes de Arcoverde; Maracatu Nação Estrela Brilhante; Selma do coco, Lia de Itamaracá), o Lua de Luanda retoma, afirma e confirma uma tradição peculiar, feita do povo para o povo, com paixão e fidelidade. Lua de Luanda é um representante do maracatu tradicional de Pernambuco, mas com elementos e arranjos novos.
O grupo não é contra as recriações artísticas ou contra o hibridismo cultural existente. A nossa proposta é resgatar o maracatu, mostrar para aqueles que não conhecem e não deixar morrer uma cultura fascinante do nosso povo. Formado por uma galera jovem, a alegria é a marca dos ensaios e apresentações do grupo que, despretensiosamente, tem participado de diversos eventos na Capital Federal. O Lua de Luanda nasceu em Taguatinga, lugar um pouco distante do eixo cultural da cidade, mas que sempre teve uma movimentação cultural. O grupo ensaia às 16h de todos os domingos, na praça do Bicalho, Taguatinga Norte. Os ensaios são realizados numa praça aberta. INTEGRANTES : TOTAL DE 15 PESSOAS CONTATOS: ADRIANA FRANÇA (PRODUÇÃO) TEL.: 061-8127 9608 / 3371 4728 / 3315 2602(TRB) E-mail: adriana.silva@saude.gov.br LIRYS CATHARINA (DIREÇÃO) 061 – 8133 2993

B-SIDES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

NOSSAS MENTES INSANAS

Nossas mentes insanas
Podendo chegar Melhor logo partir Quando a lua sorri, Sinto a loucura... Vimos a estrela, milhares de anos-luz Podia sentir sua energia Como quando apertava sua mão Vê aquela estrela distroçada no chão Já não posso sentir sua energia Como quando segura a minha mão Inveja! Tristeza! Dor! Traição! Vê aquela estrela ofuscada ? É assim sem brilho que os homens estão nossa inteligência suprema nossa prepotência ingênua só nos levam ao caminho já traçado sucumbir em nossa própria escuridão! E no auge de nossa ambição Cavaremos com as nossa unhas O túmulo da evolução Retrocesso, perdição ou salvação ? Ressuscitando cadáveres Com sopro de vida deficiente Homens! O que passa em suas mentes ?
Danielle Casimiro

STEREOFONIA

A poesia e o rock and roll fazem do som da Estereofonia, um notável trabalho autoral, que soa bem aos ouvidos sensíveis à boa cultura.Arranjos singulares, solos eloqüentes e a voz inconfundível do vocalista, se completam ao som do contra-baixo e bateria, numa perfeita harmonia.
Um som setentista e ao mesmo tempo contemporâneo, com influências que vão da bossa-nova ao rock inglês - Essa é a Banda Estereofonia. Venham conferir o autêntico trabalho de uma banda que está marcando presença por onde passa.
Ilton Barbosa

Domingo, 29 de Junho de 2008

SARAU PSICODÉLICO-1º DE MAIO DE 2008-BLUES PUB

O Sarau Psicodélico produzido pela agitadora cultural Cida Carvalho,vem sacudindo cena independente com músicos e poetas de Taguatinga. Realizado no Blues Pub, o sarau está revelando grandes talentos e resgatando grandes artistas da nossa cidade. Em maio foi a vez das bandas Casa Vermelha e Barbarella mostrarem que no dia do trabalho, só roqueiro sua a camisa. Além do Rock and Roll, poetas e poetizas da nossa cidade fizeram apresentações belíssimas e teatrais. A banda Casa Vermelha foi quem deu início a parte musical, demonstrando muita maturidade e rasgando o verbo nas canções. O blues bem cantado em português pelo vocalista Rafa Moraes, só enriqueceu a alma dos poetas presentes no local. Deixando o público sob o efeito mágico "Led Zeppelin", a banda provou que na "casa vermelha" reside o mais puro e cru rock setentista. Mais um orgulho da música autoral de Taguatinga. As histórias de Brasília se transformam em lendas urbanas, as lendas viram poesias, e as poesias se tornam canções. Concretas como as obras de Nyemeier, a poesia da banda Barbarella trouxe pros ouvidos os encantos e desencantos da cidade sem cantos. O indie rock dançante e psicodélico gerou combustão de idéias pra quem estava afim de "aprontar" na noite. Quem ouviu as músicas, saiu voando na imaginação, sobre as ruas da cidade. Um show original; com a marca d’água do DF. Para finalizar o Sarau do 1 de maio, mais uma rodada de artistas agradecendo com poesias, a noite de rock e psicodelia. Noite fria e perfeita, onde a poesia cresceu regada de rock. Parabéns Cida Carvalho! Neste mar de talentos, o Sarau é preciso.
Por Bruno Brasmith

Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

PENSE RÁPIDO COM FELLIPE CDC

No Pense Rápido! do Radar, Fellipe José Salles de Sant'anna, o Fellipe C.D.C, mostrou que além de ter um nome cheio de "nove horas" tem também jogo de cintura. Lenda viva do underground candango, Fellipe C.D.C (Death Slam e Terror Revolucionário), nem suou a camisa pra responder as perguntinhas do nosso Pense Rápido! Confira:
Radar: Qual o primeiro disco que você comprou com seu próprio suor?
Fellipe: Minha mãe tinha um bar, aí um dia ela vacilou e eu peguei uma graninha escondido e comprei o Back in Black do AC/DC. Foi uma grana muito suada!
Radar: Com quantos anos você decidiu não cortar o cabelo?
Fellipe: Desde pequenininho eu decidi que não queria mais ver tesoura.
Radar: Qual o seu programa preferido da TV aberta? Não vale os Simpsons.
Fellipe: C.Q.C, da TV Bandeirantes.
Radar: Por qual banda você rasparia o cabelo pra ver um show?
Fellipe:Nenhuma.
Radar: Qual disco você mais escuta atualmente?
Fellipe: Olha, tô voltando ás minhas origens e escutando muito AC/DC
Radar: Qual o disco que você tem, mas que ninguém imagina encontrar na sua prateleira?
Fellipe: Falcão, Hermeto Pascoal e uns do Roberto Carlos da época de Jovem Guarda.
Radar: Quais filmes você indica pra gente ver?
Fellipe: A Cidade de Deus, Estômago, O Cheiro do Ralo, Tropa de Elite, Carandirú, Germinal...puta que pariu!, tem um monte!
Radar: Você acredita em Deus?
Fellipe: Pelo lado religioso não, mas pelo lado espiritual sim. Acredito em Deus, mas não acredito em Igreja.
Radar: Na sua opinião, qual a melhor e a pior banda do pop-rock nacional dos anos 80?
Fellipe: A melhor é o IRA! e a pior é com certeza, os Engenheiros do Hawaii.
Radar: Pra você, qual a maior banda de todos os tempos?
Fellipe: Black Sabbath, sem dúvida.
Radar: O que te deixa mais puto?
Fellipe: A galera ir pro show e ficar do lado de fora bebendo e gastando o que poderia ser a grana do ingresso para apreciar o evento. Na verdade as pessoas gastam bem mais do lado de fora do que dentro.
Radar: Alguma vez você esqueceu seu guarda-chuva em casa e foi surpreendido por um "Pé d'água?
Fellipe: Sim! Várias vezes. Principalmente nessas épocas que não tem nem sinal de chuva, aí derrepente cai um temporal! Isso também me deixa muito puto!
Reportagem: Bruno Brasmith.

RUTHERFORD: A SAGA DO FOLK INDEPENDENTE NO DF!

Tocar em uma banda de rock parece tarefa fácil e prazerosa. A satisfação do artista é inegável, porém, as dificuldades são muitas; principalmente se um único artista for o mentor de toda a obra de uma banda independente. Estou falando de Elvis Rutherford, um guerreiro do folk candango que provou que a persistência vale a pena.
A banda, que antes se chamava JF Rutherford, teve uma consistente formação em 2005, quando fizeram várias apresentações que surpreenderam a cena local. Depois disso a banda se dispersou e passou por várias formações diferentes, até que o nosso guerreiro Elvis seguisse sozinho com sua inseparável espada, ou melhor, seu violão.
Elvis, sempre em busca da trupe perfeita, chegou a fazer apresentações sozinho, não deixando que o nome Rutherford fosse esquecido. Renato Rhugas, seu único companheiro remanescente, revezava sua participação entre a gaita e a percussão, dando a sustentação mais conveniente para Elvis e seu violão. Lembrando Elvis Costello, Elvis Rutherford chegou tocar em festivais punks e foi aplaudido como herói.
Com formação indefinida, o Rutherford gravou no início de 2006 a sua primeira demo co-produzida pela cooperativa de bandas autorais MÓDULO B. Um disco que mistura o folk e o pós-punk temperado com o lirismo gótico. O vocal grave sussurra poesias ácidas e conta histórias bíblicas para traduzir nossas atuais aventuras. Quem teve uma importantíssima participação neste disco foi outro companheiro de sua antiga banda formada em 1998: Ricardo, vulgo Dr. Voice, fez belos arranjos tocando guitarra, baixo, teclado, sintetizadores e programações. As músicas do disco foram executadas em algumas rádios de Brasília, despertando o interesse de várias classes do rock. E foi desse interesse que surgiram seus novos e fabulosos com patriarcas. Com Tomé no baixo e Moisés no teclado, Elvis e Renato encontraram os centuriões que faltavam para continuarem sua luta. Quem teve oportunidade de assistir ao show da volta triunfante do Rutherford no Blues Pub em Taguatinga, pôde conferir as canções do disco em novas e magníficas versões tocadas pelos atuais instrumentistas. E assim como Bob Dylan na década de 70, Elvis trocou o violão pela guitarra, mas não foi vaiado. Sua guitarra veio como nova armadura, deixando as canções mais fortes e convincentes. Quem viu o show, notou as fortes influências de The Doors, Travis, Radiohead e Legião Urbana. As músicas novas, são dignas de um novo começo para a banda, com refrões que ficam martelando idéias na cabeça do público. Tocar em uma banda autoral é assim: resistindo às batalhas e sempre vencendo a guerra. Pois por mais que os fariseus ou as bandas covers dominem o mundo, o Rock’n’Roll sempre prevalece.
Por Bruno Brasmith

CHUVA NO MEIO DO CAMINHO : UM CONTO ZEN-BUDISTA SOBRE E-MUSIC

CHUVA NO MEIO DO CAMINHO
(Um conto zen-budista sobre e-music)
Vastos e longínquos são os campos psíquicos onde pastamos como gado, esperando a hora do abatimento sem saber do que isso se trata, apenas procurando com o olfato a tempestade que se aproxima.
No meio desse absurdo, eu vejo saindo de lugar nenhum algo tão luminoso que vibra e se materializa como raios e relâmpagos. Barras de luz que são projetadas repetidas vezes percorrem rapidamente toda a vasta extensão. Elas cruzam linhas paralelas que ficam suspensas, divididas e fixadas no ar. Um firmamento preso em meio a nada. Então elas se colidem. Produzindo uma espécie de estalo, um atrito que cria uma poderosa massa sonora.
Esta por conseguinte explode, ecoando e dividindo o tamanho da linha no espaço, gerando assim uma repetição de suas partes que agora são pequenos estrondos reverberando o vazio, até se diluir completamente.Nos intervalos dessas explosões, procuro ainda algo em que posso me concentrar, um objeto, um ponto de visualização. Olho para baixo, para os lados, e só consigo ver energia estática. Como chuva seca que não pode ser tocada. Não demora muito, outras barras de luz surgem para explodir nas paralelas suspensas. Novamente o som, o tempo, o vazio e o cheiro úmido da tempestade que se aproxima...

Texto e fotos (coleção “Indústria vegetal” e ”Cats boulevard”:
Ricardo Lacerda
ex-guitarrista das bandas 9milímetros e Free Lemond e ex-tecladista do RUTHERFORD, atualmente com os projetos eletrônicos DR. VOICE e I LOVE MIAMI

10 anos de Festival Porão do Rock

por Gil Pedro

Nos dias 1º e 02 de junho de 2007 foi realizado em Brasília um dos maiores festivais de rock do Brasil, o Porão do Rock. Trazendo 26 atrações nacionais e internacionais; bandas de Brasília e outras vindas de Recife, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Portugal e até Estados Unidos.

Este ano em sua 10ª edição, diminuindo de três para dois dias por falta de patrocínio suficiente para realizar o evento como nos anos anteriores, ficando até melhor para o público, se tornando menos cansativo e mais barato, por começar geralmente às 18 horas e ir até depois das 4 da madrugada.

Esta edição teve mais bandas alternativas, não tendo muito espaço para aquelas de sucesso radiofônico como nas outras edições, as mais renomadas foram Sepultura (MG), Nação Zumbi (Pe), Inocentes (SP) e Garotos Podres (SP) – duas das bandas mais antigas de punk rock do Brasil -, Angra (SP), e Mudhoney (EUA), a que deu início e mais influenciou as bandas de Seattle nos anos 1990, mais conhecido como o "movimento grunge", sendo a única que não fez sucesso comercialmente, porém, respeitada pelas outras.

A banda que mais surpreendeu o público foi a americana The BellRays, com seu estilo soul/punk rock/blues, tendo à frente a maravilhosa cantora Lisa Kekaula, com seu black power lembrando a época da Motown.

Mesmo desconhecida do público brasileiro, fez algumas pessoas dançarem e outras ficarem boquiabertas com o profissionalismo e a técnica da banda. "Have a Little faith" tem tudo para ser considerada o primeiro sucesso no Brasil, já sendo executada na Rádio Cultura FM.

Outra banda que está dando o que falar no cenário nacional é a candanga Móveis Coloniais de Acajú, com seu ska/pop e sua trupe de 11 componentes no palco, dando um show de energia e carisma para o público presente. A pernambucana Nação Zumbi deu um show de rock e maracatu fazendo um som bem moderno, apesar de tocarem poucas músicas conhecidas, tocando mais canções do trabalho mais recente. Por ser um festival com pouco tempo de apresentação para cada atração, poderiam deixar para mostrar as músicas mais novas em um show só deles. Que o festival dure por muito mais tempo trazendo para nós de Brasília novidades vindo de toda parte do mundo, afinal, merecemos, por sermos de uma cidade carente de grandes shows.

Gil Pedro

fotos:

RICARDO LACERDA

Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

DOIS TEMPOS DO PÓS-PUNK CANDANGO : A HISTÓRIA DO ROCK DE BRASÍLIA TERÁ MAIS UM CAPÍTULO CONTADO NESTA NOITE

A VOLTA! (on line)

Nada é impossível para essa trupe que tem como objetivo transformar idéias em realizações. Trata-se da execução de projetos, coordenação de shows, festas e eventos em geral. Com honestidade, atitude é a palavra-chave, com personalidade e sensibilidade artística, a galera assume a missão de lutar contra o lugar comum, o clichê e o tédio.

Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

FEIJOADA!2007-A MAIOR CONFRATERNIZAÇÃO DO CENÁRIO INDEPENDENTE DO DISTRITO FEDERAL!

MÓDULO B apresenta
FEIJOADA! 2007
A maior confraternização do cenário independente do D.F.! Músicos, jornalistas, produtores, zineiros, artistas e empresários que exercem atividades no cenário independente (estúdios, lojas de discos e camisetas) reunidos, numa feijoada de sábado bem diferente, para celebrar o término de um ano de muito trabalho e o início de um próximo cheio de muitas realizações, sucesso e união a todos!
A feijoada é beneficente, ao custo de R$ 7,00 e um brinquedo para quem optar pelo VALE-FEIJOADA que dá direito à uma refeição e à entrada no evento ou o couvert de R$ 3,00 e um brinquedo que dá direito somente a assistir ao evento. O valor arrecadado será para custear a feijoada e será revertido em brinquedos que serão doados a um orfanato de Ceilândia.
O acompanhamento é a trilha sonora composta pelas melhores bandas autorais de Brasília, mostrando a nova música brasileira feita no Distrito Federal. Traga toda a família e venha confraternizar com a gente!

MENU

1-RUTHERFORD(pós-punk à pururuca).............12:30

2-LUA DE LUANDA(maracatu à moda)..............13:15

3-DA CAPO(black music al dente)..................14:00

4-VOICE livePA(salada de música)................ 14:45

5-LIRA JHAYA(reggae com ervas finas)........... 15:30

6-NONATO DENTE DE OURO E ESQUADRÃO DE ÉBANO(hip-hop na chapa quente).............................................. 16:15

7-KÁBULA(hard rock ao ponto)................... 17:00

8-A MÁKINA(pop rock recheado)................ 17:45

9-RADIOSSAURUS(rock à brasileira)............. 18:30

10-BARBARELLA(indie rock picante)........... 19:15

11-NA VERA(grunge à rolê)......................20:00

ACOMPANHA DJ’s NOS INTERVALOS (VOICE livePA, Nugoli, Bruno Brasmith, Paulinho Gangorra) E TELÃO

Sorteio de camisetas, horas de estúdio, tatuagens e piercings

DIA 15 DE DEZEMBRO 2007 SÁBADO APARTIR DO MEIO-DIA

Entrada : R$3+1brinquedo 1 feijoada : R$7+1brinquedo

LOCAL FOR ALL CNF 02 Lt. 01 Lj. 01 SAMDU NORTE TAGUATINGA DF

Apoio: Estúdio ATITUDE(3372-8077), RADAR SATÉLITE(radarsatelite.blogspot.com),ZINEOFICIAL( www.zineoficial.com.br), ME Estúdio(3033-3405), Estúdio Clave(3349-7420), B SIDES CAMISETAS(3355-2413)

Info: satélite.modulob@gmail.com

Domingo, 18 de Novembro de 2007

DANADA! FESTIVAL DE MÚSICA PESADA – 25/11/2007 - ROCKERS-BAR, TAGUATINGA NORTE

Danada!, festival de música pesada – é apenas um dos eventos idealizados e organizados pelo grupo de terroristas culturais MÓDULO B. O evento contou com a presença de 5 bandas e a inusitada abertura do grupo de Maracatu, LUA DE LUANDA, que fez uma apresentação rápida, a qual foi vista com muito respeito pelos vários roqueiros que já encontravam-se no ROCKERS BAR, local da realização da gig. Dois bebuns que passavam, pararam, dançaram e acabaram tornando a aparição ainda mais alegre. Em seguida a banda NO FATE iniciou a programação. Impressionante a quantidade de pessoas que a banda levou. O som é um New Metal de músicas curtas e influências Hardcore. A Gárgula não pode tocar e foi substituída, de última hora pela PESTICIDE, que fez, diga-se, uma belíssima apresentação, mostrando um Deathrash de alto nível, onde destacam-se a dupla de guitarristas e o vocal rasgado de seu front-man. PHRENESY foi a próxima e fez abrir uma grande roda de slamdancer com seu Metal de influências Death, Thrash e Hardcore. Josefer, o baterista, é sempre um dos destaques ao lado do sempre executado cover da Slayer. Como a PODRERA não pôde tocar, em decorrência de um acidente envolvendo o pai do vocalista Jonhatan, coube ao TERROR REVOLUCIONÁRIO a missão de encerrar o festival. Apesar de um ou outro deslize, a banda conseguiu executar seu set de 22 músicas de forma rápida e convincente, fazendo o público agitar e até cantar alguns sons mais antigos como Babosa, Qual o destino da humanidade? e Liberte-se. O saldo final, de mais essa iniciativa do MÓDULO B, foi mais que positivo: ótima aparelhagem, ótima organização, muitos roqueiros reunidos – como sempre na mais perfeita paz e harmonia – grandes bandas e mais um espaço que se conquista para a realização de eventos culturais marginais! Por: Fellipe CDC ESCLARESCIMENTOS MÓDULO B ( só pra quem não entendeu!) : O DANADA!-FESTIVAL DE MÚSICA PESADA, foi um evento planejado a longo prazo pela cooperativa de bandas autorais MÓDULO B. Algumas pessoas (pouquíssimas) não interpretaram bem as gravuras e banners de mulheres semi-nuas na decoração. Sem contar que os cartoons e fotos sensuais undergrounds sempre andaram lado a lado com o rock desde seus primórdios, as mulheres danadas das fotos tem outro significado importante para o evento: Programado para acontecer todo mês de novembro, o DANADA! celebra a música pesada com as bandas mais ousadas do ano, aquelas que não tiveram vergonha de se mostrar, ou seja, as bandas mais “danadas” do DF, que mostraram tudo! Aconselho a quem interpretou como machismo ou outro tipo de coisa, a visitar mais as exposições de fanzines e mergulhar de cabeça neste rico universo do rock. E que isto sirva de colírio para quem vive no underground, enxerga sua estrutura, mas não conhece a sua cultura. Abraços! Por: Bruno Brasmith

Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA É CELEBRADO COM FESTA BLACK POWER NO FOR ALL PELO MÓDULO B COM APOIO DA CERVEJARIA KAIXA D'ÁGUA

ROCK NA RUA!18 DE NOVEMBRO DE 2007

Sábado, 10 de Novembro de 2007

ROCK NA RUA! MODULO B 03/11/2007-CHURRASQUINHO AFTOSA- NA VERA, WHISKY 74, WOLFGANG, KÁBULA, DÍNAMO Z e BARBARELLA

Sábado, 03 de novembro de 2007. Um dia após o feriado de Finados, o MÓDULO B provou que atrás do ROCK NA RUA só não vai quem já morreu. Roqueiros dos quatro cantos do DF estavam presentes na QNG 03 em Taguatinga, no Churrasquinho Aftosa. Bem no meio do feriadão. Marcado pra ter início às 17 horas, rolou um atraso da banda WHISKY 74 devido a um problema com seu veículo. Enquanto não rolava o show, Tomaz, grande cartunista e escritor, chega recheando a exposição de fanzines com cartazes de toda a história do ZINE OFICIAL(http://www.zineoficial.com.br/).

E olha só, em dias de rock na rua, até passarinho quer dar canja! Formada por Ricardo Moreira(vocal e guitarra), Passarinho(baixo) e Thiago Dias(bateria), a banda NA VERA deu início ao festival aproveitando a brecha, com um rock consistente, letras e melodias ricas, o trio foi a surpresa do evento. Destaque para o bom vocal de Ricardo Moreira e sua destreza na guitarra. Chegando em seguida, o WHISKY 74 compensa seu atraso com um show inteirinho só de músicas próprias. Influenciados pelo rock nacional e pelo hard rock, o WHISKY 74 mostrou que uma banda bem ensaiada faz diferença. Guitarras, baixo e bateria se uniam perfeitamente com a voz que falava de protestos e histórias da vida. Rock pra ouvir e entender. Enquanto a próxima banda se prepara pra tocar, Ricardo(Na Vera) fazia sorteios de gravação e ensaio no estudio Clave, 209 norte, animando os artistas independentes. Fellipe C.D.C transbordando experiência underground, panfletava o FINA FLOR com sua impagável presença. Força, contestação, criatividade e microfonias bem sucedidas,marcaram um dos grandes shows do dia. A banda WOLFGANG manteve tudo isso com atitude e diversão. As participações de Davi Kaus(Vitrine) e Enio(River Phoenix) foram bombásticas. Com influências de Stooges e Queens of the Stone Age, o trio taguatinguense fez o público beber rock como se fosse cerveja. Deram o que todos queriam:"Rock ‘n’Roll e destruição". Maravilha!!! Uma clássica banda do rock candango fez no Aftosa um show memorável! Liderada por Ricardo, o KÁBULA pulverizou qualquer resto de timidês existente na platéia. O seu fervilhante hard rock cantado em alto e bom som fazia com que todos participassem do espetáculo. A galera cantou em coro todas as músicas. "PAPILLON" e "CACHORRO DO PRESIDENTE" foram as mais pedidas. "Isso aqui é um verdadeiro oasis do rock", disse o vocalista Ricardo. E foi nisso mesmo que o KÁBULA transformou o Aftosa. "Beber é bom", repetia um grupo de espectadores bem ali na frente do palco, parecendo adivinhar a primeira música do set da DÍNAMO Z. E não deu outra, "Estéreoterapia" abriu o show com participações inusitadas e ilustres. O desbravado indie rock da DÍNAMO manteve o público bebendo e cantando todos os refrões euforicamente. Destaque para a nova música "Rock no Aftosa". Roqueiro que é roqueiro só vai embora depois da última banda. E quem ficou não se arrependeu de ver a banda BARBARELLA com seu dançante e vanguardista indie rock. A incrível empolgação de Robson(vocal e guita) deixou a clientela atenta ao show. Nem parecia fim de noite. Quem pediu a saideira ouvindo BARBARELLA foi pra casa saciado de bom rock e com a sensação de que nada faltou, a não ser mais músicas pra banda tocar. Com o fim das apresentações ficaram as reflexões: o público, os amigos, os curiosos e os artistas da cidade ali no Aftosa... cantando, dançando, bebendo e se divertindo ao som de que mesmo? De bandas autorais da nossa cidade. Não é difícil proporcionar esta cena, só precisa ter atitude!!! Segue sempre assim o MÓDULO B.

BRUNO BRASMITH

brunobrasmith@hotmail.com

Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

ROCK NA RUA! SIGA EM FRENTE! 03 DE NOVEMBRO DE 2007

MÓDULO B apresenta ROCK NA RUA! Com as bandas WHISKY 74
WOLFGANG
KÁBULA
BARBARELLA
DÍNAMO Z
sábado 03/11/2007 17Hs
Churrasquinho AFTOSA QNG 03/13 Eixo cultural Taguatinga Norte - DF
E mais : Exposição de fanzines, camisetas e cd’s de bandas independentes

COUVERT SOLIDÁRIO Doe um livro usado para a biblioteca comunitária da QNG

ROCK NA RUA !

MÓDULO B ROCK NA RUA ! é um projeto criado, desenvolvido e produzido pela cooperativa de bandas e artistas das cidades-satélites MÓDULO B . A crônica falta de espaços para apresentações, a necessidade de expressão e a crescente demanda de artistas são os motivos que levaram à criação do projeto. Bandas independentes e artistas locais apresentando seus trabalhos autorais com equipamento de qualidade, em lugares informais, na frente de casas, ruas, a céu aberto, ou onde permitirem a música e a atitude. Não há cobrança de ingresso, mas a arrecadação de doações de agasalhos, alimentos não-perecíveis, brinquedos e livros usados para utilização em bibliotecas comunitárias. O ROCK NA RUA ! tem como objetivo de divulgar os artistas locais, dar expressão às suas mais diversas manifestações e colocá-las em contato mais íntimo com o público, provocando o diálogo com novas linguagens e a interação dos artistas entre si e com o público. Além de consolidar o exercício da cidadania por meio da cultura como forma de inclusão social apresentando alternativas de lazer e reflexão. O concreto já rachou há muito tempo e as ruas de Ceilândia foram invadidas pelas bandas da MÓDULO B. O público é composto por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que dispensam sua atenção à iniciativa. Portanto, fique atento ! A revolução pode estar começando numa rua perto de você! mailto:Modulo_b@hotmail.com

Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

PRIMEIRA FITA-DEMO DA BANDA BARBARELLA-RELANÇAMENTO EM CD PELO MÓDULO B COM DUAS FAIXAS BÔNUS

BARBARELLA "I'VE GOT THE REMAINS OF 80'S UNDER MY FEETS" K-7 1997

A gravação foi feita em outubro de 1997 no estúdio Artmanha, (Brasília/DF) e foi produzida por Geraldo Ribeiro, o Geruza, baixista do Escola de Escândalo e irmão do Loro Jones, guitarrista do Capital Inicial e traz uma curiosidade. Antes de montar o equipamento para a gravação o Geraldo foi conferir quais instrumentos iríamos usar e quando ele viu o nosso contrabaixo ele disse que se gravássemos com esse instrumento sairia "uma merda!" e ainda perguntou se não tínhamos outro baixo.

Não havia solução para nós, quando o Geraldo abriu a porta de um depósito e tirou um contrabaixo cor de madeira com um adesivo do surfista prateado e sugeriu que trocássemos as cordas, que estavam muito enferrujadas, pois André X, baixista da Plebe Rude havia deixado o instrumento lá "encostado" desde o final da banda nos anos 90. Trocamos as cordas e usamos o lendário baixo naquela tarde de sábado.
Foram gravadas 7 músicas e naquela época somente 5 entraram na fita-demo "As lies you say" e "Mermaid" ficaram de fora. A sonoridade da banda transita entre o rock inglês de bandas como Stone Roses e Ride e o indie rock americano do SonicYouth, Galaxie 500, Big Star e Pixies, além de apresentar influências de bandas psicodélicas dos anos 60 como Byrds, Velvet Undergruond e Kinks. Todas as letras em inglês, com títulos longos e temas confessionais como herança dos anos 80. Há a participação do músico Lee Sérgio Freitas no violão em "I don't believe in something right" e "The book is on the table" e tocando percussão em "I really haven't a good life enough to someone so clever" e "Mermaid". Em 1998 é lançada a coletânea “AMP.SÔNICA” do selo Solaris Discos de Natal/RN com a canção “The book is on the table” e mais onze bandas de várias localidades do país.
Na época da gravação, grande parte do repertório da banda já era em português e já apresentava influências de black music e psicodelia sessentista, mas foram privilegiadas as mais antigas, também presentes no repertório da guitar band ceilandense BLOODY CLOUDS (1991-1995), embrião do Barbarella.

MÓDULO B - BAR DO KARECA - 06/08/2006

O bar do Careca foi palco de mais uma edição do projeto MÓDULO B e a noite começou com a apresentação segura da banda RUTHERFORD de Ceilândia que mostrou um space rock competente com influências de pós-punk inglês dos anos 80 e rock progressivo, ecos de Pink Floyd e Legião Urbana. Canções psicodélicas construídas pelas texturas sonoras dos teclados de Ricardo Lacerda e do baixo com efeitos de Márcio Vilas Boas, marcados pela bateria minimalista de Renato Rhugas estilo Joy Division e guiados pelo violão folk e vocal grave de Elvis Carvalho que realçam o tom confessional e poético das canções, ora intenso, ora suave. Referências que vão desde Travis, Coldplay ao rock underground nacional como Fellini, Muzak e Maria Angélica não mora mais aqui. Destaque para o transe hipnótico de “Lôcomotivo” e a psicodelia concretista de “Benzaléu”. A noite de domingo prossegue com a apresentação do power trio BARBARELLA que faz um rock alternativo dançante com influências de rock de garagem dos anos 60 e black music. Ares de Kinks e soul nacional dos anos 70 tipo Tim Maia e Hyldon. Linguagem contemporânea sobre uma sonoridade tradicional.Os riffs de guitarra de Robson Gomes sustentados pelo baixo dançante de Lukas e pela bateria de Robson Freitas que vai do suave intenso ao ritmo pesado. Distorcem o samba-rock e injetam psicodelia e acidez em grooves e riffs. Powerpop de primeira com refrões e letras ritmadas.Tocaram duas músicas novas “Comando” e “Malvada” que estarão no próximo Ep e marca a volta de duas músicas “Vila do IAPI” e “Mário Eugênio sabia demais” . Fechando a noite, o vitalógica apresentou seu rock influenciado pelo rock anos 90 e pelo rock nacional dos anos 80.

ROCK NA RUA MÓDULO B EM ÓLHOS D'ÁGUA(ALEXÂNIA-GO)-03 DE JUNHO DE 2007-LUA DE LUANDA, DÍNAMO Z, GUARIROBA BLUES E BARBARELLA

RADAR SATÉLITE NÚMERO 01!!!

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

ANIVERSÁRIO DO MARACANDANGO E MUDANÇA DE NOME PARA LUA DE LUANDA

Aniversário do grupo maracandango agora
LUA DE LUANDA 08/10/2006 Cervejaria Kaixa d´água
Em um ano acontece muita coisa, histórias começam, terminam, se fortalecem, se transformam. Um ano marca um período novo de amadurecimento e consolidação das idéias e propostas do grupo. Além do surgimento de um novo nome e para comemorar nada melhor do que um evento que reúna os amigos numa grande festa. Decoração especial para a data, inspirada em motivos rústicos e regionais constroem o clima festivo e popular da noite. O primeiro grupo a se apresentar foi o PROJETO COLETIVO que apresentou um trabalho cuidadoso de pesquisa e que conquistou a platéia com sua percussão suave que induzia ao transe e a cantiga entoada pelos integrantes que evocava as lavadeiras de beira de rio no interior do país. Personalidade no figurino em harmonia com a delicadeza e intensidade das canções.
Logo em seguidda o combo percussivo CABULÉTICOS ocupa a tenda com sua mistura de maracatu, ciranda e outros ritmos regiomais denominada de mangue com a vocalista gestante esbanjando energia. O grupo seguite vem do Gama e atende pelo título de ENTIDADE CLANDESTINA e tem uma sonoridade diferenciada, unindo o concretismo de compositores como Arnaldo Antunes e Tom Zé com o pós-punk inglês de grupos como Joy Division e PIL e grupos nacionais como Mercenárias e Língua de Trapo, verve acentuada , intensa e performática, referências à vanguarda paulista/curitibana de Itamar Assunção e Jards Macalé com pitadas de regionalismo (baião e xote), harmonias minimalistas e acordes dissonantes embalam o arsenal lírico do grupo.
A seguir a incendiária performance de NARA FARIA, atrai a atenção dos presentes, usando parte do estacionamento com bastões em chamas e fogo nos movimentos – é a dança do ventre como manifestação do belo.
Logo após SEU ESTRELO E O FUA DO TERREIRO envolve o público com su percussão hipnótica e vocais coletivos que dispensam o uso do microfone, com tudo cantado no bom gargantês e colocando todu mundo pra dançar cavalo-marinho. Encerrando a noite os aniversariante da noite celebram o ritual de mudança de nome e passam a se chamar LUA DE LUANDA, com sua já conhecida receita de maracatu de baque virado e cirandas que colocavam todo mundo pra dançar, apresentando músicas próprias e novas roupagens para clássicos da cultura popular. Estréia do belo estandarte com o logo do grupo e destaque para o figurino composto de estampas de chita em contraste com o branco que em movimento transformava o grupo em um louco jardim sonoro, frenético, sedutor e intenso ! A produção ficou a cargo da galera do MÓDULO B, que conduziu o evento com segurança e profissionalismo. Parabéns para o bar do Careca que sabe unir entretenimento e cultura como ninguém.

Sábado, 13 de Outubro de 2007

ROCK NA RUA!

MÓDULO B ROCK NA RUA !
A crônica falta de espaços para apresentações, a necessidade de expressão e a crescente demanda de artistas são os motivos que levaram à criação do projeto.
Bandas independentes e artistas locais apresentando seus trabalhos autorais com equipamento de qualidade, em lugares informais, na frente de casas, ruas, a céu aberto, ou onde permitirem a música e a atitude.
O ROCK NA RUA ! tem como objetivo de divulgar os artistas locais, dar expressão às suas mais diversas manifestações e colocá-las em contato mais íntimo com o público, provocando o diálogo com novas linguagens e a interação dos artistas entre si e com o público. Além de consolidar o exercício da cidadania por meio da cultura como forma de inclusão social apresentando alternativas de lazer e reflexão.
O concreto já rachou há muito tempo e as ruas de Ceilândia foram invadidas pelas bandas da MÓDULO B.
O público é composto por convidados das bandas, admiradores do projeto e transeuntes que dispensam sua atenção à iniciativa.
Portanto, fique atento ! A revolução pode estar começando numa rua perto de você!

EVENTOS MÓDULO B

Festival de música se propõe a ser um evento que mostra uma parcela da nova safra de bandas e artistas locais suas novas linguagens e diferenciadas interpretações da tradição e do patrimônio cultural da cidade, além de oferecer mais uma alternativa de lazer e cultura, valorizando a arte realizada nas cidades- satélites e incentivando sua criação e divulgação apresentando uma amostra do que há de novo nas diversas manifestações de nossa cultura popular urbana contemporânea;

FESTIVAL X-ROCK MÓDULO B - 08/07/2006 - CASA DO CANTADOR - CEILÂNDIA/DF

X-ROCK
'outros cantos, outras canções!'
A Casa do Cantador em Ceilândia é a única obra de Oscar Niemeyer no Distrito Federal fora do Plano Piloto e um centro cultural conhecido por ser divulgador das tradições regionais nordestinas como o repente, o cordel, os emboladores, as cantadeiras e violeiros, mas no dia 8 de junho o festival X-ROCK "outros cantos, novas canções" foi o grito de reconhecimento do rock como expressão da cultura popular. Uma iniciativa da cooperativa de bandas MÓDULO B que propôs uma amostra do que há de novo nas diversas manifestações de nossa cultura popular urbana contemporânea. Novas linguagens e interpretações diferentes do patrimônio cultural fizeram a cabeça de quem apareceu por lá e conferiu o novo rock alternativo brasiliense. Às 18:00 os tambores da selva já começaram a rufar e o auditório tremeu diante do grupo MARACANDANGO que contagiou todas as tribos com sua mistura de ritmos e percussão hipnótica; maracatu e ciranda sustentam as antenas do grupo totalmente composto por instrumentos acústicos. Logo em seguida o quarteto DÍNAMO Z apresentou seu rock alternativo em canções pop altamente influenciadas por indie rock, britpop e o pós-punk dos anos 80 com boas letras em português carregadas de ironia.Destaque para o entrosamento dos arranjos guiados pelo violão e pela guitarra, completados por tudo que as canções pediam do baixo e batera seguro. Recado dado com eficiência. O PRISÃO CIVIL não pôde tocar por problemas pessoais. E logo após o palco é ocupado pelo power trio BARBARELLA que, com uma mistura de rock de garagem e black music nacional dos anos 70, mostrou um rock alternativo consistente e moderno, antenado com o que há de mais novo lá fora e aqui, dosam peso com baixo suingado, ritmo e melodia com simplicidade e guitarra econômica, letras inteligentes e refrões ganchudos. Destaque para o batera pesado, seguro e com ritmo. O quinteto A PONTE ocupa o palco logo após com efeitos espaciais de guitarra em canções dançantes, influências de música brasileira, rock nacional e indie rock com letras poéticas e bateria pesada, vocais alternados e backing vocal. O baixo é pulsante com pitadas de dub. Destaque para o duo de guitarras, apresentação cheia de psicodelia e tropicalismo revisitado. Fechando a noite, os quatro rapazes do VITALÓGICA apresentaram seu rock com canções pop fortemente influenciadas pelo rock nacional dos anos 80 e pelo rock dos 90.
A noite se encerrou sem nenhum incidente e o público de aproximadamente 200 pessoas saiu satisfeito por prestigiar bandas com trabalho autoral e participar do cosmopolitismo apresentado pelos grupos através de suas influências contemporâneas que não deixam nada a dever aos grandes nomes do rock nacional e internacional. Ceilândia se destaca no cenário independente pela riqueza cultural e pela resistência ao tédio e ao conformismo. Resistência que é reflexo do constante estado de efervescência artística da cidade, que transborda sua essência no cotidiano contraste social diante da grande diversidade cultural. As bandas apresentaram um som contemporâneo, bem informado, bem executado, competente e pop ! Cada uma com sua linguagem, mas agradável, inteligente e pronto para as rádios do país e do mundo.

Sábado, 22 de Setembro de 2007

TERCEIRO Nº DO FANZINE COM A ACIDEZ DOS TEXTOS DE BRUNO BRASMITH, O FESTIVAL DO NOVO ESPAÇO ALTERNATIVO EM TAGUÁ, CD'S E ROCK NA RUA! MÓDULO B

"O problema deste duelo no DF não é propriamente das bandas covers, mas sim o excesso delas. Essa grande demanda de artistas covers, deixa a cidade "sonsa" e sem produção. E a falta de produção não está ligada a falta de rock autoral, mas sim a ausência de espaço para os que fazem música autoral."

ROQUEIROS CONVOCADOS PARA A CELEBRAÇÃO DO ATO DE RESISTÊNCIA DE SER ROCKER!!!!!!

" As bandas das satélites possuem uma riqueza musical imensa e dos mais variados estilos, para agradar do punk ao blues, folk ao black metal e do jazz ao pop, sem falar do alternativo indie, gótico e grunge. Há lugares no Brasil que a música própria é valorizada, onde os artistas conseguem até viver dela e faturam umbom couvert ou fazem shows normalmente e são bem aceitos. Nas satélites do Distrito Federal, os festivais independentes produzidos pelas próprias bandas, sobrevivem ao marasmo."
"...o GUARIROBA BLUES fez mais um show super competente com baladas, rockões e blues psicodélicos, a noite continuava com o WOLFGANG, power trio visceral com riffs ganchudos de guitarra e bateria pulsante e histérica, garageira que levou os presentes à loucura, a última apresentação da noite fica por conta do BARBARELLA que reestréia com mais um guitarrista, rock alternativo com groove e psicodelia.No sábado o SIMPLE MAN mandou clássicos que serviram como uma aula de rock'n'roll, logo em seguida o BOCA PRETA mostrou que aprendeu a lição com rocks setentões malandros que faziam a galera dançar e viajar, depois deles o WHISKY 74 mostrou seu hard-rock garageiro cada vez mais amadurecido com um show eletrizante e fechando a noite o TERNO ELÉTRICO que apresentou rocks espertos com refrões bem sacados..."

UM DISCO BOM - RESENHA DE CD'S DE BANDAS INDEPENDENTES- DESTAQUE PARA DÍNAMO Z, RUTHERFORD E BARBARELLA - lançamentos MÓDULO B

DÍNAMO Z

"...Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80. Um dos destaques no circuito independente das cidades-satélites..."

RUTHERFORD

"...misturando a realidade espiritual com a influências científicas e físicas mostrando uma perspectiva diferente da expectativa humana no universo. "

BARBARELLA

"...Indie rock de qualidade feito na periferia da capital do maior país da América Latina."

ROCK NA RUA! MÓDULO B!

"...mais uma edição do ROCK NA RUA!(mais um projeto do MÓDULO B), realizado no churrasquinho Aftosa na QNG em Taguatinga. O evento, como sempre, expôs fanzines, camisetas e cds das bandas do projeto, além da distribuição de preservativos prarapaziada(graças ao apoio do Ministério da Saúde) e o recolhimento de livros usados para a formação da biblioteca comuntária da QNG. Apesar do nome "aftosa",o churrasquinho não deu pra quem quis, pois o vô(o dono do estabelecimento),caprichou no espetinho pra acompanhar a bebedeira "...Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80.

"

MERIDIANNO 14, RUDE, A MÁKINA, DÍNAMO Z E TERNO ELÉTRICO - SHOW ELETRIZANTE! - ROCK NA RUA! MÓDULO B!

"Quando a banda DÍNAMO Z entrou em cena, o quiosque do Vô estava fervendo! Mas bastaram os primeiros acordes de "estereoterapia", para que o espírito do indie rock baixasse sobre todas as mesas. A partir da segunda música "Fernanda", o Aftosa ficou pequeno para a força do rock alternativo de Taguatinga. Não teve quem não se empolgasse com o set-list contagiante da banda, até o churrasqueiro largou os espetos pulou com o sonzão."