VEJA A COBERTURA NO LINK:
http://www.brasiliafashionfestival.com.br/bff2009/galeria2/index.html
Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
ROCK DA KOMBI!-3/10/2008

Rock da Kombi! Estávamos no jardim olhando a lua, quando de repente, brilha o olho do farol da Kombi na nossa cara. Nessa hora entendi, porque este veículo carrega um time de futebol. Os primeiros a descerem são Tiago e Tomé, depois dessa impactante visão, a sentença era fatal: o rock iria rolar e com certeza outras surpresas também; desceram ainda Adriana, Robson e mais três meninos da Banda Barbarella - o massacre ainda não fora iniciado.
Ás 3 horas da tarde, o ritual começou pelas mãos de Marcos Estevão preparando o jantar; o prato escolhido por ele: vatapá!
Rock Made Of A Stone Rock Feito De Pedra!
(Fotos: Ana Luíza - texto: Mário Pacheco)
Setembro foi. Eu fiquei esperando pela chuva que veio e pelo rock... Tudo indicava que não conseguiríamos fazer o SOM do semestre. Quando de repente acidentes acontecem, a festa de aniversário da Kátia é cancelada e o Conselho delibera pela realização da festa lá em casa, é claro que tinha que ser ROCK DOPRÓPRIOBOL$O.
Véspera da festa, telefonei a Robson Gomes que prontamente confirmou a presença da Banda Barbarella; Zezinho Blues já estava escalado desde o início....
Sexta, 3º out. / 2008 - Rock da Kombi!
Passava das 21 horas, estávamos no jardim olhando a lua, quando de repente: o olho do farol de uma Kombi branca brilha na nossa cara! Na hora entendi porque este veículo carrega um time de futebol. Os primeiros a descerem foram Tiago e Tomé, (uma dupla de roadies e técnicos, eles seriam outra grata satisfação) descem também Adriana, Robson Gomes e mais três meninos da Banda Barbarella: Alessandro, Sérgio e Bob, depois dessa impactante visão, a sentença fatal: o rock vai rolar e com certeza outras surpresas também; - o massacre ainda não fora iniciado.
Vamos ao Rock 'n' Roll!
O duro dessas linhas é que no dia seguinte eu não me lembro de muita coisa. Depois do caos vem a catarse: Zezinho Blues estava com a voz mais limpa e potente, desta feita o som ajudou. Zezinho Blues não ficou solitário por muito tempo:, Tomé no contrabaixo e Tiago na bateria se juntaram a ele. Começava uma grata surpresa: uma grande apresentação do Tiago na bateria. Com a cozinha mais azeitada, Zezinho Blues passou a desfilar Barão Vermelho a Marcelo Nova, também tocaram Ave de Veludo e Som Nosso De Cada Dia. Zezinho Blues armado da sua gaita, colocou todo mundo pra dançar! Eles eram só sorrisos.
Não só as gatinhas gostam de rock...
Num momento de excitação Tomé é flagrado, figura chave do rock feito na Ceilândia.
Detrás da pilastra na beira da pista de dança, aparecem Vanesca e Leonardo.
A Casa Vem Abaixo!
De repente, o trio da segunda apresentação começou a detonar: Patrulha do Espaço! Mutantes!
Na cozinha estavam Tiago e Tomé e se juntaram a eles Sérgio Passos na guitarra que mandou pesado; Bob Stigma também se revezaria no contrabaixo. Era rock cru da melhor qualidade! E o melhor de tudo ao vivo, próximo. Talvez pelo repertório e a 'jam' inusitada e por tocarem material do Made In Brazil, foi o momento que eu mais curti.
Desta feita, eu sabia que o som do Barbarella se daria melhor em ambiente fechado e com as duas guitarras. A apresentação deles foi dosada, segura e equilibrada. Havia um teclado moog, casualmente tocado e um jogo de luzes esparramando psicodelia. Além deles tocarem material de Tim Maia do álbum "Racional", um dos grande momentos do Barbarella é a versão para You Really Got Me onde eles mantém os arranjos originais, numa canção emblemática que poderia ser problemática se não fosse uma interpretação apropriada e enérgica.
Dessa feita, Adriana (esposa do Robson, não mostrou seus dotes musicais: cantando canções populares. Ela está muito feliz com o bebê que aguarda...).
Passaram pela nossa porta: Luiza, Cristina, Adalzeni, Maíra e João Vítor; Lurdinha, Caio e Davi. Narcísia conversou muito com João 'Piauí' que tempos depois reencontrava seu ex-aluno, Tomé.
Desde o início, minha esposa, Rosângela Menezes e o casal Maurício e Marilange estavam envolvidos na organização desta confraternização.
Lucinha dançou com Marcos Estevão. E meu cunhado, Zé Roberto e sua esposa Vânia foram os últimos a chegar. Não longe de amanhecer, o som da última 'jam session' pacificamente rolava.
O rock quando executado com amor é milagroso! NÓS TODOS BRILHAMOS!
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
Domingo, 28 de Setembro de 2008
Sábado, 6 de Setembro de 2008
Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008
Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008
INDIE ROCK 061! MÓDULO B - RUTHERFORD E DÍNAMO Z NO BARDARANA-TAGUATINGA/DF-29/08/2008
Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Sábado, 23 de Agosto de 2008
RUA DA CULTURA - CNF-TAGUATINGA/DF-30 DE SETEMBRO DE 2007
Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
FESTIVAL DE CULTURA DE CEILÂNDIA - CASA DO CANTADOR - PARCERIA MÓDULO B - 7/10/2006
Terça-feira, 19 de Agosto de 2008
Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008
NINGUÉM DE VÊNUS / RADIOSSAURUS
Domingo, 3 de Agosto de 2008
BANDA ESTAMIRA!


Sábado, 19 de Julho de 2008
DÍNAMO Z
O quarteto DÍNAMO Z faz rock alternativo em canções pop altamente influenciadas por indie rock, britpop e o pós-punk dos anos 80 com boas letras em português carregadas de ironia. Destaque para o entrosamento dos arranjos guiados pelo violão e pela guitarra, completados por tudo que as canções pediam do baixo e batera seguro.


Segunda-feira, 7 de Julho de 2008
MARACATU LUA DE LUANDA
NOSSAS MENTES INSANAS
STEREOFONIA
Domingo, 29 de Junho de 2008
SARAU PSICODÉLICO-1º DE MAIO DE 2008-BLUES PUB
Segunda-feira, 23 de Junho de 2008
PENSE RÁPIDO COM FELLIPE CDC
RUTHERFORD: A SAGA DO FOLK INDEPENDENTE NO DF!
Tocar em uma banda de rock parece tarefa fácil e prazerosa. A satisfação do artista é inegável, porém, as dificuldades são muitas; principalmente se um único artista for o mentor de toda a obra de uma banda independente. Estou falando de Elvis Rutherford, um guerreiro do folk candango que provou que a persistência vale a pena.
A banda, qu
e antes se chamava
JF Rutherford, teve uma consistente formação em 2005, quando fizeram várias apresentações que surpreenderam a cena local. Depois disso a banda se dispersou e passou por várias formações diferentes, até que o nosso guerreiro Elvis seguisse sozinho com sua inseparável espada, ou melhor, seu violão. 
Renato Rhugas, seu único companheiro remanescente, revezava sua participação entre a gaita e a percussão, dando a sustentação mais conveniente para Elvis e seu violão. Lembrando Elvis Costello, Elvis Rutherford chegou tocar em festivais punks e foi aplaudido como herói.
O vocal grave sussurra poesias ácidas e conta histórias bíblicas para traduzir nossas atuais aventuras. Quem teve uma importantíssima participação neste disco foi outro companheiro de sua antiga banda formada em 1998: Ricardo, vulgo Dr. Voice, fez belos arranjos tocando guitarra, baixo, teclado, sintetizadores e programações.
As mú
sicas do disco foram executadas em algumas rádios de Brasília, despertando o interesse de várias classes do rock. E foi desse interesse que surgiram seus novos e fabulosos com patriarcas. Com Tomé no baixo e Moisés no teclado, Elvis e Renato encontraram os centuriões que faltavam para continuarem sua luta. Quem teve oportunidade de assistir ao show da volta triunfante do Rutherford no Blues Pub em Taguatinga, pôde conferir as canções do disco em novas e magníficas versões tocadas pelos atuais instrumentistas.
E assim como Bob Dylan na década de 70, Elvis trocou o violão pela guitarra, mas não foi vaiado.
Sua guitarra veio como nova armadura, deixando as canções mais fortes e convincentes.
Quem viu o sh
ow, notou
as fortes influências de The Doors, Travis, Radiohead e Legião Urbana. As músicas novas, são dignas de um novo começo para a banda, com refrões que ficam martelando idéias na cabeça do público. Tocar em uma banda autoral é assim: resistindo às batalhas e sempre vencendo a guerra. Pois por mais que os fariseus ou as bandas covers dominem o mundo, o Rock’n’Roll sempre prevalece.CHUVA NO MEIO DO CAMINHO : UM CONTO ZEN-BUDISTA SOBRE E-MUSIC
CHUVA NO MEIO DO CAMINHO
10 anos de Festival Porão do Rock
por Gil Pedro
Nos dias 1º e 02 de junho de 2007 foi realizado em Brasília um dos maiores festivais de rock do Brasil, o Porão do Rock. Trazendo 26 atrações nacionais e internacionais; bandas de Brasília e outras vindas de Recife, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Portugal e até Estados Unidos.
Este ano em sua 10ª edição, diminuindo de três para dois dias por falta de patrocínio suficiente para realizar o evento como nos anos anteriores, ficando até melhor para o público, se tornando menos cansativo e mais barato, por começar geralmente às 18 horas e ir até depois das 4 da madrugada.
Esta edição teve mais bandas alternativas, não tendo muito espaço para aquelas de sucesso radiofônico como nas outras edições, as mais renomadas foram Sepultura (MG), Nação Zumbi (Pe), Inocentes (SP) e Garotos Podres (SP) – duas das bandas mais antigas de punk rock do Brasil -, Angra (SP), e Mudhoney (EUA), a que deu início e mais influenciou as bandas de Seattle nos anos 1990, mais conhecido como o "movimento grunge", sendo a única que não fez sucesso comercialmente, porém, respeitada pelas outras.
A banda que mais surpreendeu o público foi a americana The BellRays, com seu estilo soul/punk rock/blues, tendo à frente a maravilhosa cantora Lisa Kekaula, com seu black power lembrando a época da Motown.
Mesmo desconhecida do público brasileiro, fez algumas pessoas dançarem e outras ficarem boquiabertas com o profissionalismo e a técnica da banda. "Have a Little faith" tem tudo para ser considerada o primeiro sucesso no Brasil, já sendo executada na Rádio Cultura FM.
Outra banda que está dando o que falar no cenário nacional é a candanga Móveis Coloniais de Acajú, com seu ska/pop e sua trupe de 11 componentes no palco, dando um show de energia e carisma para o público presente. A pernambucana Nação Zumbi deu um show de rock e maracatu fazendo um som bem moderno, apesar de tocarem poucas músicas conhecidas, tocando mais canções do trabalho mais recente. Por ser um festival com pouco tempo de apresentação para cada atração, poderiam deixar para mostrar as músicas mais novas em um show só deles. Que o festival dure por muito mais tempo trazendo para nós de Brasília novidades vindo de toda parte do mundo, afinal, merecemos, por sermos de uma cidade carente de grandes shows.
Gil Pedro
fotos:
RICARDO LACERDA
Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
DOIS TEMPOS DO PÓS-PUNK CANDANGO : A HISTÓRIA DO ROCK DE BRASÍLIA TERÁ MAIS UM CAPÍTULO CONTADO NESTA NOITE
A VOLTA! (on line)
Nada é impossível para essa trupe que tem como objetivo transformar idéias em realizações. Trata-se da execução de projetos, coordenação de shows, festas e eventos em geral. Com honestidade, atitude é a palavra-chave, com personalidade e sensibilidade artística, a galera assume a missão de lutar contra o lugar comum, o clichê e o tédio.
Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007
FEIJOADA!2007-A MAIOR CONFRATERNIZAÇÃO DO CENÁRIO INDEPENDENTE DO DISTRITO FEDERAL!
MENU
1-RUTHERFORD(pós-punk à pururuca).............12:30
2-LUA DE LUANDA(maracatu à moda)..............13:15
3-DA CAPO(black music al dente)..................14:00
4-VOICE livePA(salada de música)................ 14:45
5-LIRA JHAYA(reggae com ervas finas)........... 15:30
6-NONATO DENTE DE OURO E ESQUADRÃO DE ÉBANO(hip-hop na chapa quente).............................................. 16:15
7-KÁBULA(hard rock ao ponto)................... 17:00
8-A MÁKINA(pop rock recheado)................ 17:45
9-RADIOSSAURUS(rock à brasileira)............. 18:30
10-BARBARELLA(indie rock picante)........... 19:15
11-NA VERA(grunge à rolê)......................20:00
ACOMPANHA DJ’s NOS INTERVALOS (VOICE livePA, Nugoli, Bruno Brasmith, Paulinho Gangorra) E TELÃO
Sorteio de camisetas, horas de estúdio, tatuagens e piercings
DIA 15 DE DEZEMBRO 2007 SÁBADO APARTIR DO MEIO-DIA
Entrada : R$3+1brinquedo 1 feijoada : R$7+1brinquedo
LOCAL FOR ALL CNF 02 Lt. 01 Lj. 01 SAMDU NORTE TAGUATINGA DF
Apoio: Estúdio ATITUDE(3372-8077), RADAR SATÉLITE(radarsatelite.blogspot.com),ZINEOFICIAL(
www.zineoficial.com.br), ME Estúdio(3033-3405), Estúdio Clave(3349-7420), B SIDES CAMISETAS(3355-2413)Info: satélite.modulob@gmail.com
Domingo, 18 de Novembro de 2007
DANADA! FESTIVAL DE MÚSICA PESADA – 25/11/2007 - ROCKERS-BAR, TAGUATINGA NORTE
Danada!, festival de música pesada – é apenas um dos eventos idealizados e organizados pelo grupo de terroristas culturais MÓDULO B. O evento contou com a presença de 5 bandas e a inusitada abertura do grupo de Maracatu, LUA DE LUANDA, que fez uma apresentação rápida, a qual foi vista com muito respeito pelos vários roqueiros que já encontravam-se no ROCKERS BAR, local da realização da gig. 

Terça-feira, 13 de Novembro de 2007
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA É CELEBRADO COM FESTA BLACK POWER NO FOR ALL PELO MÓDULO B COM APOIO DA CERVEJARIA KAIXA D'ÁGUA
Sábado, 10 de Novembro de 2007
ROCK NA RUA! MODULO B 03/11/2007-CHURRASQUINHO AFTOSA- NA VERA, WHISKY 74, WOLFGANG, KÁBULA, DÍNAMO Z e BARBARELLA
Sábado, 03 de novembro de 2007. Um dia após o feriado de Finados, o MÓDULO B provou que atrás do ROCK NA RUA só não vai quem já morreu. Roqueiros dos quatro cantos do DF estavam presentes na QNG 03 em Taguatinga, no Churrasquinho Aftosa. Bem no meio do feriadão. Marcado pra ter início às 17 horas, rolou um atraso da banda WHISKY 74 devido a um problema com seu veículo. Enquanto não rolava o show, Tomaz, grande cartunista e escritor, chega recheando a exposição de fanzines com cartazes de toda a história do ZINE OFICIAL(http://www.zineoficial.com.br/). 
E olha só, em dias de rock na rua, até passarinho quer dar canja! Formada por Ricardo Moreira(vocal e guitarra), Passarinho(baixo) e Thiago Dias(bateria), a banda NA VERA deu início ao festival aproveitando a brecha, com um rock consistente, letras e melodias ricas, o trio foi a surpresa do evento. Destaque para o bom vocal de Ricardo Moreira e sua destreza na guitarra. Chegando em seguida, o WHISKY 74 compensa seu atraso com um show inteirinho só de músicas próprias. Influenciados pelo rock nacional e pelo hard rock, o WHISKY 74 mostrou que uma banda bem ensaiada faz diferença. Guitarras, baixo e bateria se uniam perfeitamente com a voz que falava de protestos e histórias da vida. Rock pra ouvir e entender. Enquanto a próxima banda se prepara pra tocar, Ricardo(Na Vera) fazia sorteios de gravação e ensaio no estudio Clave, 209 norte, animando os artistas independentes. Fellipe C.D.C transbordando experiência underground, panfletava o FINA FLOR com sua impagável presença. Força, contestação, criatividade e microfonias bem sucedidas,marcaram um dos grandes shows do dia.
A banda WOLFGANG manteve tudo isso com atitude e diversão. As participações de Davi Kaus(Vitrine) e Enio(River Phoenix) foram bombásticas. Com influências de Stooges e Queens of the Stone Age, o trio taguatinguense fez o público beber rock como se fosse cerveja. Deram o que todos queriam:"Rock ‘n’Roll e destruição". Maravilha!!! Uma clássica banda do rock candango fez no Aftosa um show memorável!
Liderada por Ricardo, o KÁBULA pulverizou qualquer resto de timidês existente na platéia. O seu fervilhante hard rock cantado em alto e bom som fazia com que todos participassem do espetáculo. A galera cantou em coro todas as músicas. "PAPILLON" e "CACHORRO DO PRESIDENTE" foram as mais pedidas. "Isso aqui é um verdadeiro oasis do rock", disse o vocalista Ricardo. E foi nisso mesmo que o KÁBULA transformou o Aftosa.
"Beber é bom", repetia um grupo de espectadores bem ali na frente do palco, parecendo adivinhar a primeira música do set da DÍNAMO Z. E não deu outra, "Estéreoterapia" abriu o show com participações inusitadas e ilustres. O desbravado indie rock da DÍNAMO manteve o público bebendo e cantando todos os refrões euforicamente. Destaque para a nova música "Rock no Aftosa". Roqueiro que é roqueiro só vai embora depois da última banda.
E quem ficou não se arrependeu de ver a banda BARBARELLA com seu dançante e vanguardista indie rock. A incrível empolgação de Robson(vocal e guita) deixou a clientela atenta ao show. Nem parecia fim de noite. Quem pediu a saideira ouvindo BARBARELLA foi pra casa saciado de bom rock e com a sensação de que nada faltou, a não ser mais músicas pra banda tocar. Com o fim das apresentações ficaram as reflexões: o público, os amigos, os curiosos e os artistas da cidade ali no Aftosa... cantando, dançando, bebendo e se divertindo ao som de que mesmo? De bandas autorais da nossa cidade. Não é difícil proporcionar esta cena, só precisa ter atitude!!! Segue sempre assim o MÓDULO B.
BRUNO BRASMITH
Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
ROCK NA RUA! SIGA EM FRENTE! 03 DE NOVEMBRO DE 2007
Terça-feira, 16 de Outubro de 2007
PRIMEIRA FITA-DEMO DA BANDA BARBARELLA-RELANÇAMENTO EM CD PELO MÓDULO B COM DUAS FAIXAS BÔNUS
BARBARELLA "I'VE GOT THE REMAINS OF 80'S UNDER MY FEETS" K-7 1997
Foram gravadas 7 músicas e naquela época somente 5 entraram na fita-demo "As lies you say" e "Mermaid" ficaram de fora.
A sonoridade da banda transita entre o rock inglês de bandas como Stone Roses e Ride e o indie rock americano do SonicYouth, Galaxie 500, Big Star e Pixies, além de apresentar influências de bandas psicodélicas dos anos 60 como Byrds, Velvet Undergruond e Kinks. Todas as letras em inglês, com títulos longos e temas confessionais como herança dos anos 80.
Há a participação do músico Lee Sérgio Freitas no violão em "I don't believe in something right" e "The book is on the table" e tocando percussão em "I really haven't a good life enough to someone so clever" e "Mermaid". Em 1998 é lançada a coletânea “AMP.SÔNICA” do selo Solaris Discos de Natal/RN com a canção “The book is on the table” e mais onze bandas de várias localidades do país.
Na época da gravação, grande parte do repertório da banda já era em português e já apresentava influências de black music e psicodelia sessentista, mas foram privilegiadas as mais antigas, também presentes no repertório da guitar band ceilandense BLOODY CLOUDS (1991-1995), embrião do Barbarella.
MÓDULO B - BAR DO KARECA - 06/08/2006
A noite de domingo prossegue com a apresentação do power trio BARBARELLA que faz um rock alternativo dançante com influências de rock de garagem dos anos 60 e black music. Ares de Kinks e soul nacional dos anos 70 tipo Tim Maia e Hyldon. Linguagem contemporânea sobre uma sonoridade tradicional.Os riffs de guitarra de Robson Gomes sustentados pelo baixo dançante de Lukas e pela bateria de Robson Freitas que vai do suave intenso ao ritmo pesado. Distorcem o samba-rock e injetam psicodelia e acidez em grooves e riffs. Powerpop de primeira com refrões e letras ritmadas.Tocaram duas músicas novas “Comando” e “Malvada” que estarão no próximo Ep e marca a volta de duas músicas “Vila do IAPI” e “Mário Eugênio sabia demais” .
Fechando a noite, o vitalógica apresentou seu rock influenciado pelo rock anos 90 e pelo rock nacional dos anos 80. ROCK NA RUA MÓDULO B EM ÓLHOS D'ÁGUA(ALEXÂNIA-GO)-03 DE JUNHO DE 2007-LUA DE LUANDA, DÍNAMO Z, GUARIROBA BLUES E BARBARELLA
Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007
ANIVERSÁRIO DO MARACANDANGO E MUDANÇA DE NOME PARA LUA DE LUANDA
Logo após SEU ESTRELO E O FUA DO TERREIRO envolve o público com su percussão hipnótica e vocais coletivos que dispensam o uso do microfone, com tudo cantado no bom gargantês e colocando todu mundo pra dançar cavalo-marinho.
Encerrando a noite os aniversariante da noite celebram o ritual de mudança de nome e passam a se chamar LUA DE LUANDA, com sua já conhecida receita de maracatu de baque virado e cirandas que colocavam todo mundo pra dançar, apresentando músicas próprias e novas roupagens para clássicos da cultura popular. Estréia do belo estandarte com o logo do grupo e destaque para o figurino composto de estampas de chita em contraste com o branco que em movimento transformava o grupo em um louco jardim sonoro, frenético, sedutor e intenso ! A produção ficou a cargo da galera do MÓDULO B, que conduziu o evento com segurança e profissionalismo. Parabéns para o bar do Careca que sabe unir entretenimento e cultura como ninguém.
Sábado, 13 de Outubro de 2007
ROCK NA RUA!
EVENTOS MÓDULO B

Festival de música se propõe a ser um evento que mostra uma parcela da nova safra de bandas e artistas locais suas novas linguagens e diferenciadas interpretações da tradição e do patrimônio cultural da cidade, além de oferecer mais uma alternativa de lazer e cultura, valorizando a arte realizada nas cidades- satélites e incentivando sua criação e divulgação apresentando uma amostra do que há de novo nas diversas manifestações de nossa cultura popular urbana contemporânea;


FESTIVAL X-ROCK MÓDULO B - 08/07/2006 - CASA DO CANTADOR - CEILÂNDIA/DF
Às 18:00 os tambores da selva já começaram a rufar e o auditório tremeu diante do grupo MARACANDANGO que contagiou todas as tribos com sua mistura de ritmos e percussão hipnótica; maracatu e ciranda sustentam as antenas do grupo totalmente composto por instrumentos acústicos.
Logo em seguida o quarteto DÍNAMO Z apresentou seu rock alternativo em canções pop altamente influenciadas por indie rock, britpop e o pós-punk dos anos 80 com boas letras em português carregadas de ironia.Destaque para o entrosamento dos arranjos guiados pelo violão e pela guitarra, completados por tudo que as canções pediam do baixo e batera seguro. Recado dado com eficiência.
O PRISÃO CIVIL não pôde tocar por problemas pessoais.
E logo após o palco é ocupado pelo power trio BARBARELLA que, com uma mistura de rock de garagem e black music nacional dos anos 70, mostrou um rock alternativo consistente e moderno, antenado com o que há de mais novo lá fora e aqui, dosam peso com baixo suingado, ritmo e melodia com simplicidade e guitarra econômica, letras inteligentes e refrões ganchudos. Destaque para o batera pesado, seguro e com ritmo.
O quinteto A PONTE ocupa o palco logo após com efeitos espaciais de guitarra em canções dançantes, influências de música brasileira, rock nacional e indie rock com letras poéticas e bateria pesada, vocais alternados e backing vocal. O baixo é pulsante com pitadas de dub. Destaque para o duo de guitarras, apresentação cheia de psicodelia e tropicalismo revisitado.
Fechando a noite, os quatro rapazes do VITALÓGICA apresentaram seu rock com canções pop fortemente influenciadas pelo rock nacional dos anos 80 e pelo rock dos 90.
Ceilândia se destaca no cenário independente pela riqueza cultural e pela resistência ao tédio e ao conformismo. Resistência que é reflexo do constante estado de efervescência artística da cidade, que transborda sua essência no cotidiano contraste social diante da grande diversidade cultural. As bandas apresentaram um som contemporâneo, bem informado, bem executado, competente e pop ! Cada uma com sua linguagem, mas agradável, inteligente e pronto para as rádios do país e do mundo. Sábado, 22 de Setembro de 2007
TERCEIRO Nº DO FANZINE COM A ACIDEZ DOS TEXTOS DE BRUNO BRASMITH, O FESTIVAL DO NOVO ESPAÇO ALTERNATIVO EM TAGUÁ, CD'S E ROCK NA RUA! MÓDULO B
ROQUEIROS CONVOCADOS PARA A CELEBRAÇÃO DO ATO DE RESISTÊNCIA DE SER ROCKER!!!!!!
blues, folk ao black metal e do jazz ao pop, sem falar do alternativo indie, gótico e grunge. Há lugares no Brasil que a música própria é valorizada, onde os artistas conseguem até viver dela e faturam umbom couvert ou fazem shows normalmente e são bem aceitos. Nas satélites do Distrito Federal, os festivais independentes produzidos pelas próprias bandas, sobrevivem ao marasmo."UM DISCO BOM - RESENHA DE CD'S DE BANDAS INDEPENDENTES- DESTAQUE PARA DÍNAMO Z, RUTHERFORD E BARBARELLA - lançamentos MÓDULO B
"...Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80. Um dos destaques no circuito independente das cidades-satélites..."
RUTHERFORD
"...misturando a realidade espiritual com a influências científicas e físicas mostrando uma perspectiva diferente da expectativa humana no universo. "
BARBARELLA
"...Indie rock de qualidade feito na periferia da capital do maior país da América Latina."
ROCK NA RUA! MÓDULO B!
"...mais uma edição do ROCK NA RUA!(mais um projeto do MÓDULO B), realizado no churrasquinho Aftosa na QNG em Taguatinga. O evento, como sempre, expôs fanzines, camisetas e cds das bandas do projeto, além da distribuição de preservativos prarapaziada(graças ao apoio do Ministério da Saúde) e o recolhimento de livros usados para a formação da biblioteca comuntária da QNG. Apesar do nome "aftosa",o churrasquinho não deu pra quem quis, pois o vô(o dono do estabelecimento),caprichou no espetinho pra acompanhar a bebedeira "...Fortes influências de rock dos anos 60 e 80 nessa banda que une a melodia do pop sessentista com a força e as texturas do rock dos anos 80.
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MERIDIANNO 14, RUDE, A MÁKINA, DÍNAMO Z E TERNO ELÉTRICO - SHOW ELETRIZANTE! - ROCK NA RUA! MÓDULO B!































































































